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Salome Dias

A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro tem a decorrer um novo período de candidaturas ao Subsídio de Apoio ao Arrendamento, uma medida destinada a facilitar o acesso ao mercado de arrendamento por parte de famílias em situação de maior vulnerabilidade socioeconómica.

As candidaturas decorrem até ao próximo dia 30 de junho e devem ser submetidas através da plataforma de serviços online disponível no site oficial do Município de Oliveira do Bairro. A candidatura deve ser apresentada anualmente, incluindo pelos munícipes que já beneficiaram deste apoio em anos anteriores.

O Subsídio de Apoio ao Arrendamento traduz-se num apoio financeiro não reembolsável atribuído pelo município bairradino, sendo financiado por verba própria inscrita no Orçamento Municipal, podendo ser reforçada sempre que as necessidades identificadas o justifiquem.

Para Luís Rabaça, Vereador da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro com o pelouro da Habitação, esta medida representa “um instrumento concreto de apoio às famílias, que reforça o compromisso da autarquia com o direito à habitação e com a melhoria das condições de vida da população”.

O autarca sublinha ainda que “garantir o acesso a uma habitação condigna é essencial para promover a inclusão social e combater situações de maior fragilidade económica e social, contribuindo para uma comunidade mais coesa, mais equilibrada e com melhor qualidade de vida”.

A Câmara Municipal informa ainda que os serviços de Ação Social estão disponíveis para apoiar os munícipes no processo de instrução e submissão das candidaturas. Para esse efeito, deverá ser efetuado agendamento prévio através dos contactos habituais do Município.

O Subsídio de Apoio ao Arrendamento integra o conjunto de medidas previstas no Regulamento Municipal de Habitação de Oliveira do Bairro, que contempla igualmente apoios nas áreas do arrendamento e subarrendamento, residência partilhada, arrendamento acessível e melhoria das condições habitacionais.

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“É importante que as pessoas passem aqui, que se afrontem, que vejam, que sintam e, sobretudo, que isto nos leve a uma reflexão e, quem nos dera, a uma alteração nos nossos comportamentos”. O apelo foi deixado por Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, na inauguração da exposição imersiva “A Última Floresta”, que decorreu no Largo Dr. António Breda.

“A esmagadora maioria dos fogos florestais nasce por ação humana”, lembrou Jorge Almeida, acrescentando que, na maior parte dos casos, não se trata de atos criminosos, mas de “falta de cuidado, desleixo e alguma insensibilidade”.

A iniciativa pretende precisamente sensibilizar a população para os impactos dos incêndios florestais, “confrontar as pessoas com uma escolha que tem de ser nossa” e para a necessidade de uma mudança de atitudes, numa altura em que Portugal continua a ser um dos países europeus mais afetados por este fenómeno.

O Presidente da Câmara de Águeda recordou ainda a tragédia de Castanheira de Vouga, que assinala 40 anos no próximo dia 14 de junho, sublinhando que o concelho continua marcado por esse episódio. “Águeda está marcada na pele por essa catástrofe. Não podemos esquecer o que aconteceu”, disse, salientando que esta exposição estará, por isso, patente ao público até dia 14 e integrada nas comemorações, funcionando como ponto de passagem e de evocação.

 

A arte como agente de sensibilização

Durante a inauguração, Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, destacou que esta iniciativa se insere numa estratégia mais ampla de intervenção artística no espaço público, que o Município tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos. Projetos como o AgitÁgueda ou as instalações de arte urbanas, como os guarda-chuvas coloridos, demonstram como a arte pode ser uma ferramenta de sensibilização pública, mobilizar pessoas e gerar discussão de ideias.

“Aquilo que pretendemos com estas instalações é que se fale de um problema que, muitas vezes, só ganha visibilidade quando acontece”, disse.

Para além da componente artística, a exposição assume também um caráter de homenagem. Edson Santos destacou o papel dos bombeiros, das forças de segurança e de todos os que contribuem para o combate aos incêndios e proteção da floresta.

PUBA localização da exposição, junto a um estabelecimento de ensino, foi intencional, por se tratar de um espaço associado à educação e à sensibilização, onde a mensagem é mais facilmente compreendida, sobretudo pelas gerações mais jovens.

O objetivo passa por envolver os mais jovens numa experiência sensorial direta, permitindo-lhes compreender o impacto dos incêndios. “Queremos trazer todas as escolas aqui, para perceberem o que é estar numa floresta queimada”, explicou Edson Santos, referindo o contacto com os cheiros e a atmosfera como elementos fundamentais dessa perceção.

 

95 árvores queimadas

A instalação, desenvolvida pela The Happiness Factory, reúne 95 árvores reais destruídas por incêndios em Portugal, entre eucaliptos, pinheiros, carvalhos e castanheiros, e propõe um percurso de visita gratuito e de livre circulação. A experiência integra elementos sensoriais como calor, vento e aromas, recriando o ambiente de um cenário pós-incêndio, e inclui QR codes que permitem aos visitantes aceder a conteúdos digitais associados a cada árvore.

Ao fazer o percurso, a população é convidada a sentir uma atmosfera de imersão total, sentindo os cheiros e o calor de uma “floresta” queimada, provocando uma vivência envolvente e educativa.

Para João Soares, da entidade promotora, a exposição ganha particular relevância em Portugal, “um dos países europeus mais afetados por incêndios florestais”, sendo o objetivo aproximar o público da realidade vivida no terreno por operacionais e populações.

Também Nuno Ferreira, Adjunto dos Bombeiros Voluntários de Águeda, alertou para a responsabilidade individual na prevenção, lembrando que muitos incêndios resultam de comportamentos negligentes no quotidiano, com consequências significativas para o território e para a biodiversidade.

Refira-se que a sessão inaugural da exposição contou ainda com a presente do vereador Vasco Oliveira, além de representantes de várias entidades, incluindo Juntas de Freguesia, GNR, Bombeiros Voluntários de Águeda, Unidades Locais de Proteção Civil e Cruz Vermelha, evidenciando o envolvimento institucional e comunitário no projeto.

Um dos momentos da inauguração foi protagonizado por crianças do Bela Vista – Centro de Educação Integrada, que participaram na visita ao espaço e contactaram diretamente com as árvores afetadas, numa abordagem sensorial à temática.

No final do percurso, os visitantes são convidados a olhar para o futuro, junto de uma “árvore viva” — o carvalho da esperança — símbolo de resiliência e renovação, bem como a integrar um futuro projeto de reflorestação com espécies autóctones.

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O Saca Trilhos de Anadia voltou a destacar-se a nível nacional ao conquistar resultados de excelência no Campeonato Nacional de Trail Sprint (28 km) e no Campeonato Nacional de Trail Jovem (15 km), realizados no passado dia 16 de maio, em Vila Nova de Paiva.

As provas, organizadas pelo Malhadinhas Clube em parceria com a Federação Portuguesa de Atletismo, apresentaram percursos com algum grau de dificuldade técnica e uma altimetria exigente, ajustada às respetivas distâncias.

A equipa anadiense voltou a fazer história ao vencer, individual e coletivamente, a vertente feminina do Campeonato Nacional de Trail Sprint. Com este resultado, o Saca Trilhos encerra a época dos campeonatos nacionais de trail com um registo inédito, tendo conquistado todos os quatro campeonatos realizados, tanto a nível individual como coletivo.

Em destaque esteve Ana Rodrigues, que venceu a prova individual, somando este título ao de campeã nacional de trail conquistado anteriormente na Serra d’Aire. O segundo lugar foi ocupado pela colega de equipa Ana Carolina Oliveira, já campeã nacional de trail ultra.

Para a classificação coletiva, contribuiu também Susana Echeverria, que terminou na 7.ª posição da geral e sagrou-se campeã nacional no escalão F50.

No setor masculino, o Saca Trilhos de Anadia voltou igualmente a evidenciar-se, alcançando o título de vice-campeão nacional coletivo. Entre os resultados individuais, destaque para Eugénio Medeiros, que conquistou a medalha de bronze da geral e o título de campeão nacional no escalão Sub-23.

Ainda no Campeonato Nacional de Trail Jovem, Margarida Duarte sagrou-se vice-campeã nacional no escalão júnior feminino, reforçando o desempenho global da equipa.

Com estes resultados, o Saca Trilhos de Anadia consolida a sua posição como uma das principais referências nacionais na modalidade de trail.

 

Resultados da Equipa Saca Trilhos Anadia
Campeonato Nacional Trail Sprint Feminino:
Ana Paula Rodrigues – Campeã Nacional Absoluta – Campeã F35
Ana Carolina Oliveira – Vice-Campeã Nacional absoluta – Campeã F Sen
Susana Echeverria – 7ª Geral F – Campeã F50
Sara Pedrosa – 12ª Geral F – 4ª F35
Ana Melo – 30ª Geral F – 6ª F40
Teresa Pinho – 55ª Geral F – 9ª F40
Saca Trilhos Anadia – Campeão nacional.
Campeonato Nacional Trail Sprint Masculino:
Eugénio Medeiros – 3º Geral M – Campeão Nacional M SUB 23
João Lopes – 8º Geral M – 4º MSEN.
Pedro Ferreira – 15º Geral M – 4º M35
Miguel Silva – 47º Geral M – 3º SUB23
Nuno Martins – 70º Geral M – 9º M45
Sérgio Manito – 71º Geral M – 9º M40
Miguel Moura – 102º Geral M – 33º MSEN
Bruno Santos – 114º Geral M – 23º M35
Marcel Santos – 121º Geral M – 24º M40
Silvino Pais – 144º Geral M – 8º M55
João Ferreira – 166º Geral M – 45º M45
Fernando Morais – 137º Geral M – 7º M60
Saca Trilhos Anadia – vice-campeão nacional.
Campeonato Nacional Trail Jovem:
Margarida Duarte – 4ª Geral F. – Vice-Campeã Junior
Simão Costa – 4º Geral M. – 4º Junior
Guilherme Martins – 7º Geral M. – 5º Junior

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O Município de Anadia foi, uma vez mais, distinguido pela Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ), com o Selo de Município Amigo da Juventude, durante o VI Encontro Nacional de Municípios Amigos da Juventude, que decorreu no passado dia 29 de maio, em Castro Daire.

Esta distinção reconhece a estratégia, o compromisso e as boas práticas dos municípios que integram a Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude da FNAJ, e que desenvolvem políticas de juventude estruturantes, sustentáveis e articuladas com a estratégia e a visão de jovens, destacando-se como uma referência nacional.

Para o Município, esta distinção representa o compromisso de Anadia na valorização da juventude, reconhecendo o papel fundamental dos jovens no desenvolvimento social, cultural e económico do concelho, bem como o reconhecimento das políticas de juventude que têm vindo a ser implementadas.

O Encontro Nacional reuniu todos os municípios que integram a Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude. Para além da cerimónia de entrega das distinções, o programa contemplou momentos de reflexão e partilha em torno do tema “Retrato de práticas e iniciativas municipais na área da Juventude”, bem como dos “Instrumentos estratégicos de participação jovem”. O encontro proporcionou ainda a apresentação e divulgação de boas práticas municipais, promovendo assim a troca de experiências.

A Rede, fundada em 2020 pela FNAJ, e que conta com mais de 150 Municípios, é uma plataforma de contacto que pretende impulsionar a implementação de políticas de juventude estruturantes, sustentáveis e articuladas com a estratégia e visão dos e das jovens. Esta rede, é pioneira na sua conceção e encontra-se assente em três eixos: estratégias de políticas de juventude, boas práticas municipais e sinergias de políticas locais de juventude.

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Afonso Marques, aluno da Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro, venceu o escalão do 3.º Ciclo do Concurso Intermunicipal de Leitura da Região de Aveiro.

A final da competição, promovida pela Rede de Bibliotecas da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (RBCIRA), realizou-se no passado dia 23 de maio, na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré.

Nesta 13.ª edição do CIL participaram 41 alunos, previamente selecionados na fase municipal, representando os municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos.

O aluno do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro já tinha vencido o mesmo ciclo de ensino do Concurso de Leitura em Voz Alta “Ouvir Ler… Que Prazer!”, que apurou os representantes do concelho para a competição intermunicipal.

Para além de Afonso Marques, os restantes representantes de Oliveira do Bairro foram Íris Carvalho (1.º Ciclo – EB do Troviscal), Maria João Ramisote (2.º Ciclo – EB Dr. Acácio de Azevedo) e Carolina Ferreira (Escola Secundária de Oliveira do Bairro).

Para chegar à final intermunicipal, os alunos de Oliveira do Bairro passaram por uma fase escolar, sob a orientação das professoras bibliotecárias dos estabelecimentos de ensino do concelho, e pela final concelhia, onde tiveram que ler um excerto retirado de um livro escolhido para a prova de compreensão, perante um júri.

O Concurso Intermunicipal de Leitura da Região de Aveiro tem-se assumido como uma iniciativa de valorização da leitura, da oralidade e do encontro entre leitores, fomentando, ao longo de todo o ano, o envolvimento de escolas, bibliotecas e comunidades educativas.

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O Município da Mealhada festejou, no passado domingo, o Dia Mundial da Criança, com a realização de um vasto conjunto de atividades no Parque da Cidade, numa iniciativa que reuniu milhares de participantes, entre crianças, famílias, visitantes e elementos envolvidos na organização, animação, segurança e apoio ao evento.

Ao longo do dia, o recinto acolheu um programa diversificado e dinâmico, pensado para diferentes faixas etárias, proporcionando experiências lúdicas e pedagógicas. A iniciativa registou uma elevada adesão das famílias e uma participação contínua, com especial afluência durante o período da tarde.

Entre as atividades com maior destaque estiveram a festa da espuma, os insufláveis e as piscinas de bolas, que se revelaram as mais procuradas pelos mais pequenos. As pinturas faciais e os espetáculos de animação infantil, magia e teatro foram igualmente muito participados, contribuindo para um ambiente de grande entusiasmo e animação ao longo de todo o dia. O evento destacou-se, ainda, pela forte componente de convivência familiar, com muitas famílias a optarem por realizar piqueniques e a permanecerem no recinto durante várias horas, usufruindo do espaço de forma plena, num ambiente acolhedor e inclusivo.

“É com grande satisfação que constatamos a forte adesão das famílias a esta iniciativa, que superou as nossas expectativas. Este foi um dia verdadeiramente especial, marcado pela alegria das nossas crianças e pelo envolvimento da comunidade. Agradecemos a todos os que contribuíram para o sucesso deste evento, reafirmando o nosso compromisso em continuar a promover atividades que valorizem a infância e reforcem os laços comunitários”, refere Nuno Veiga, vereador da Educação da Câmara da Mealhada.

Para além da vertente lúdica, o programa evidenciou uma forte dimensão educativa e social, promovendo valores como a inclusão, a sustentabilidade e a importância do brincar no desenvolvimento infantil, contribuindo simultaneamente para a dinamização da comunidade local.

A realização desta iniciativa contou com o envolvimento de diversas entidades e parceiros, nomeadamente Água de Luso, Cruz Vermelha Portuguesa, GNR e Bombeiros Voluntários da Mealhada e da Pampilhosa, cujo contributo foi essencial para assegurar o seu bom funcionamento. Destaca-se, também, a participação dos artesãos locais, que enriqueceram estas comemorações através da promoção do artesanato, da criatividade e da valorização dos saberes e tradições locais.

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A seleção portuguesa de futebol dos vitivinicultores concluiu a sua participação no “Vino Euro 2026”, competição europeia que decorreu entre os dias 2 e 6 de junho, na região da Toscânia, em Itália, após ter realizado o último treino de preparação no Estádio Municipal Eng.º Sílvio Cerveira, em Anadia.

A sessão, que teve lugar a 16 de maio, serviu também para a apresentação oficial da equipa das quinas, numa iniciativa promovida pela direção da Associação de Futebol dos Vitivinicultores de Portugal, presidida por Pedro Guilherme Andrade.

A comitiva portuguesa foi constituída por 30 elementos, incluindo 28 jogadores, um treinador e um elemento de staff. A equipa reúne profissionais ligados à viticultura, que partilham a paixão pelo futebol.

Durante a apresentação em Anadia, foi ainda revelado o equipamento oficial da seleção para a competição, com chancela da marca Macron.

Já em Itália, a equipa portuguesa instalou o seu quartel-general na cidade de Cecina, integrando o Grupo A, juntamente com as seleções da Roménia, França, Chequia e a anfitriã Itália. No Grupo B estiveram presentes Suíça, Eslovénia, Alemanha, Áustria e Hungria, campeã em título.

O torneio foi disputado em vários municípios da Toscânia, nomeadamente Cecina, Castagneto Carducci, Bibbona, Suvereto e Venturina Terme, com um formato competitivo que incluiu jornadas duplas na fase de grupos, com jogos realizados durante a manhã e a tarde nos primeiros dias.

Portugal defrontou, na fase de grupos, as seleções da França, Itália, Chequia e Roménia, num calendário concentrado ao longo dos dias 3 e 4 de junho.

A competição incluiu ainda jogos de classificação e meias-finais no dia 5 de junho, culminando com a final e o encontro de atribuição do 3.º e 4.º lugares no dia 6.

A participação portuguesa nesta prova europeia surge na sequência de um projeto que alia o desporto ao setor vitivinícola, promovendo o convívio e a representação internacional de profissionais da área.

A cerimónia de boas-vindas às equipas decorreu no dia 2 de junho, ao final da tarde, dando início a vários dias de competição e convívio entre as seleções participantes.

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O Município de Anadia, em comunicado enviado ao Ministro das Infraestruturas e Habitação, manifestou, uma vez mais, a sua “preocupação”, relativamente às várias reclamações apresentadas por munícipes do concelho, relacionadas com a inexistência ou manifesta insuficiência de cobertura de rede de comunicações em determinadas zonas do território municipal, nomeadamente nas Freguesias mais serranas,  Avelãs de Cima, Vila Nova de Monsarros e Moita.

No documento, o presidente da Câmara Municipal, Jorge Sampaio, refere que “têm vindo a ser reportadas situações de ausência de sinal móvel e dificuldades significativas no acesso a serviços de comunicações eletrónicas, circunstâncias que condicionam o quotidiano das populações, comprometem o acesso a serviços essenciais e afetam a qualidade de vida dos residentes”.

O autarca considera que esta realidade representa “um constrangimento relevante” para as populações e para o desenvolvimento equilibrado do concelho, sobretudo, numa altura “em que o acesso às comunicações digitais assume um papel fundamental em áreas como a segurança, a saúde, a educação, a atividade económica e a coesão territorial”.

PUBNa missiva, é ainda referido que, em alguns casos, “os munícipes têm vindo a imputar à Câmara Municipal a responsabilidade pela inexistência de cobertura nas respetivas áreas de residência”, situação que, segundo Jorge Sampaio, “preocupa o Município, atendendo a que a competência relativa à instalação, gestão e operacionalização das redes de comunicações pertence às entidades reguladoras e operadores do setor”.

Neste contexto e com o objetivo de sensibilizar as entidades competentes para esta problemática, o Município de Anadia apela “à avaliação” das situações reportadas e a adoção das medidas consideradas adequadas, “no sentido de assegurar melhores condições de cobertura e acessibilidade às redes de comunicações eletrónicas em todo o território do concelho”.

O Município de Anadia manifesta ainda total disponibilidade para colaborar institucionalmente na identificação das zonas mais afetadas e na procura de soluções que permitam responder às legítimas expectativas da população.

Para além do Ministro das Infraestruturas e Habitação, foi também dado conhecimento da situação ao Presidente da República, ao Primeiro-Ministro, à ANACOM e às operadoras de comunicações.

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Desde 30 de março, o mercado acionista, medido pelo S&P 500 (norte-americano), tem subido mais de 15%. A razão apontada pelos media financeiros foi que o mercado caiu vítima da guerra entre os EUA e o Irão e das incertezas que as guerras trazem às economias globais e aos seus mercados, tornando-o ainda mais sensível com conflitos nessa parte do mundo.

Mas a verdade é que, desde outubro — muito antes de a guerra iniciar em fevereiro — o S&P 500 estava a andar de lado, criando o que, para mim, parecia ser um processo de “topping”, confirmado com a queda de 10% que vimos em março.

A queda do mercado em março foi profunda e muito rápida, criando assim uma condição de “oversold”, ou sobrevendido. Ao atingir o fundo desta condição, o mercado fica tão estendido que, quando finalmente toca no fundo, qualquer sinal de boas notícias — neste caso, o cessar-fogo no Irão — faz disparar o mercado de forma violenta para níveis mais elevados.

Como uma fisga ou uma bola debaixo de água: quanto mais se estica a fisga para trás ou mais fundo se coloca a bola debaixo de água, maior é a força e a velocidade quando se largam. Isto leva-nos a uma recuperação em forma de V. Como se pode ver no gráfico do S&P 500, a recuperação forma-se como a letra V.

O segredo do investimento nesta situação não é tentar encontrar o fundo do mercado durante uma queda. O segredo é perceber que o mercado está numa queda insustentável e que estamos a chegar perto do fim. Tal como aconteceu em abril de 2025, março de 2020, dezembro de 2018, março de 2009 e março de 2002. Em todas estas situações, o prudente era ir investindo enquanto o mercado estava em queda, construindo posições aos poucos e não tudo de uma vez. Esse é o ingrediente do sucesso.

Os meus indicadores técnicos, que utilizo tal como um navegador usa uma bússola, indicam um bom próximo ano para o S&P 500. Em abril, um dos indicadores mais confiáveis registou um sinal de compra no mercado acionista. Em média, quando este indicador regista um sinal de compra, o rendimento no mercado atinge quase 30% em 18 meses, e nunca registou um rendimento negativo 12 ou 18 meses depois. É um muito bom sinal, mas, ainda assim, não há garantias nos mercados acionistas. Existem probabilidades — e devemos investir com base nas melhores probabilidades.

Espero que tenham gostado deste artigo. Nada do que aqui partilho constitui aconselhamento financeiro; para isso, deve consultar um consultor de investimentos ou broker. Partilho apenas o que sei, com base numa experiência de mais de 30 anos nos mercados financeiros, com altos e baixos.

Sou duas vezes campeão português de trading (2007 e 2011) e estou constantemente no topo da tabela dos Campeonatos de Investimento dos EUA, uma competição global. Se procuram mais informação, podem encontrar-me nas redes sociais, como no Instagram e no X (Twitter), sob o nome @corkyinvestor. No YouTube, tenho também um podcast em português, na página @corkyinvestor.

Bons investimentos e até ao próximo artigo.

 

John ‘Paulo’ Rodrigues

@corkyinvestor

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O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, elogiou a forma como Cantanhede conjuga “tradição com ambição”, o que torna o Município “um exemplo para o país” no que diz respeito ao poder local.

Ao intervir numa sessão de boas-vindas à comitiva de Cantanhede, que decorreu na quinta-feira, 28 de maio, no claustro do Palácio de São Bento, o líder do Parlamento deu conta que “mais do que uma cerimónia simbólica, o Dia dos Municípios visa aproximar os cidadãos da democracia”.

Uma democracia mais forte faz-se com os municípios e, por isso, valorizar as autarquias, é valorizar a força de Portugal”, enfatizou.

Também a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, destacou a importância do poder local, nomeadamente o “papel insubstituível” que tem na construção de “um país mais desenvolvido, mais resiliente e socialmente mais coeso”.

O poder local tem sido um dos pilares fundamentais da transformação de Portugal nas últimas décadas. Os municípios são entidades públicas de proximidade, de inovação e de construção de confiança entre os cidadãos e as instituições”, complementou.

PUBNuma breve caracterização do concelho, a autarca deu conta dos “aspetos distintivos de um processo de desenvolvimento gerador de novas dinâmicas económicas e empresariais num território competitivo, atrativo e aberto ao conhecimento”, mas também falou dos desafios decorrentes da transferência de competências do Estado para as autarquias locais, “o que em Cantanhede está a concretizado com um forte esforço de investimento público, aproveitando da melhor forma as oportunidades de financiamento disponíveis, em particular no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência”.

A terminar, Helena Teodósio deixou um convite ao presidente da Assembleia da República e aos deputados para usufruírem da diversidade turística que o concelho tem para oferecer, seja num dos 30 festivais gastronómicos, nas zonas balneares de excelência, no roteiro museológico diferenciador, com o Museu de Arte e do Colecionismo, o Museu da Pedra, e o Load ZX, ou numa visita à Expofacic – cuja 34.ª edição decorre entre 30 de julho e 9 de agosto.

Na ocasião, José Pedro Aguiar-Branco recebeu também o convite institucional para estar presente na sessão solene do feriado municipal, a 25 de julho.

Para além de uma expressiva comitiva de Cantanhede, a ação promocional que decorreu no claustro do Palácio de São Bento contou com a presença de líderes das bancadas parlamentares e de deputados, do ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, e do eurodeputado Sebastião Bugalho – que desafiou Helena Teodósio a promover ação semelhante no Parlamento Europeu.

Seguiu-se um momento de degustação de produtos locais e de vinhos selecionados de produtores de Cantanhede, servidos por alunos da Escola Técnico Profissional de Cantanhede.

Os momentos musicais estiveram a cargo do grupo GAND’RA.

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