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Salome Dias

O Auditório do Museu do Vinho Bairrada recebe, no próximo dia 23 de outubro, a 5ª edição das “Conferências Outono” subordinada ao tema “Administração Inteligente: IA, Tecnologia e Eficiência na Transformação das Organizações”, numa organização do Município de Anadia, em parceria com a FNWAY Consulting & Innovation. A participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória em https://forms.gle/gEvdwxNsovL3kj1h8.

Num contexto de acelerada transformação tecnológica, pretende-se explorar de que forma a Inteligência Artificial e as novas ferramentas digitais podem contribuir para melhorar processos, aumentar a eficiência, transformar modelos organizacionais e promover uma Administração Pública mais inovadora, ágil e orientada para as necessidades dos cidadãos.

A programação é organizada em torno de dois painéis temáticos complementares, ambos em formato de mesa-redonda. O primeiro abordará a transformação interna das organizações, enquanto que o segundo centrar-se-á na relação entre as organizações públicas, os serviços digitais e o cidadão.

O Município de Anadia pretende, com esta iniciativa, promover uma reflexão qualificada sobre o impacto da Inteligência Artificial e da transformação digital nas organizações, debatendo as oportunidades que a tecnologia oferece para melhorar a eficiência, otimizar processos e transformar modelos de trabalho. A iniciativa visa ainda abordar os desafios associados à segurança da informação, à privacidade, à proteção de dados e à propriedade intelectual, bem como refletir sobre a evolução dos serviços públicos digitais e a melhoria da experiência do cidadão. Paralelamente, pretende cruzar perspetivas empresariais, tecnológicas, académicas e institucionais, incentivando a partilha de experiências e boas práticas, assim como a identificação de oportunidades de cooperação.

PUBPROGRAMA:

09h00 | Receção dos participantes

09h30 | Sessão de abertura

Jorge Sampaio [Câmara Municipal de Anadia]

Paulo Ramos [FNWAY]

09h45 | Painel 1: “A Transformação por Dentro: IA e Eficiência Organizacional”

Moderador: Miguel Frasquilho [FNWAY]

Oradores: Catarina Chaves [EY Portugal], Graça Canto Moniz [Deloitte Legal TELLES] e Michael Seufeurt [SEG Automotive]

11h00 | Painel 2: “A Transformação para Fora: os Serviços Públicos Digitais e o Cidadão”

Moderador: João Mendes Borga [Venture Lab]

Oradores: Paulo Dimas [Center for Responsible AI], Clara Gonçalves [Tekever] e João Dias [Universidade Nova de Lisboa]

12h15 | Sessão de Encerramento

Gonçalo Matias [Ministro Adjunto e da Reforma do Estado]

 

Coordenação: Miguel Frasquilho, João Mendes Borga, Luís Mira Amaral, João Neves e José Manuel Ribeiro

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O Hu’Morde-me – Festival de Humor de Oliveira do Bairro está de regresso ao Quartel das Artes Dr. Alípio Sol, para a sua 9.ª edição, que decorre entre os dias 6 e 14 de novembro. Ao longo de dois fins de semana, o festival apresenta quatro espetáculos que prometem trazer muitas gargalhadas ao público.

Assumindo-se como um dos principais festivais de humor da região Centro, o Hu’Morde-me 2026 apresenta um cartaz que reúne alguns dos nomes mais relevantes da nova geração da comédia portuguesa: Hugo Sousa, Joana Miranda, Mariana Rosária, Madalena Malveiro, Vítor Sá e Diogo Batáguas.

A programação arranca no dia 6 de novembro, com Hugo Sousa, que apresenta o seu novo espetáculo, “Aqui Entre Nós”. Conhecido pela capacidade de transformar situações do quotidiano em momentos de puro entretenimento, o comediante leva a palco um espetáculo onde revisita diferentes episódios da sua vida e situações comuns a todos, sempre com muito humor.

No dia seguinte, 7 de novembro, o palco do Quartel das Artes recebe “Rumor”, um espetáculo que reúne Joana Miranda, Mariana Rosária e Madalena Malveiro, três das vozes que se têm destacado na nova geração da comédia portuguesa.

A programação regressa no dia 13 de novembro, com Vítor Sá e o espetáculo “Arraial”. Depois de passar por algumas das mais emblemáticas salas do país, como o Teatro Sá da Bandeira, o Tivoli BBVA e a Super Bock Arena, o comediante chega a Oliveira do Bairro com um espetáculo de registo irreverente e descontraído, construído a partir de histórias, situações inesperadas e experiências vividas em arraiais.

PUBA fechar a 9.ª edição do festival, no dia 14 de novembro, estará Diogo Batáguas, que regressa a Oliveira do Bairro com o seu mais recente espetáculo, “Optimista Céptico”, o quarto solo de stand-up da sua carreira.

Com um percurso na comédia iniciado em 2012 e vários projetos de sucesso, Diogo Batáguas apresenta neste espetáculo uma visão simultaneamente otimista e céptica sobre o futuro, antecipando os desafios que poderão esperar as crianças e os animais que fazem parte da sua vida. Um futuro que tanto pode correr pelo melhor como pelo pior.

Os bilhetes apresentam preços distintos consoante o espetáculo e podem ser adquiridos na receção do Quartel das Artes Dr. Alípio Sol, em Oliveira do Bairro, ou através do site da Ticketline, mediante pesquisa pelo nome do evento. Todos os espetáculos têm início às 21h30.

Ao longo das suas edições anteriores, o Hu’Morde-me – Festival de Humor de Oliveira do Bairro tem trazido ao concelho alguns dos maiores nomes da comédia portuguesa, entre os quais Bruno Nogueira, Herman José, António Raminhos, Luana do Bem, Eduardo Madeira, Fernando Alvim, Nuno Markl, Vasco Palmeirim, Salvador Martinha, Fernando Rocha, Ana Garcia Martins (A Pipoca Mais Doce), Pedro Teixeira da Mota, Bruno Aleixo, Francisco Menezes, Guilherme Duarte, Luís Franco-Bastos, Rouxinol Faduncho e Miguel 7Estacas, entre muitos outros.

Com um percurso consolidado, o festival afirma-se, assim, como um dos eventos de humor de referência da região Centro, contribuindo para a dinamização cultural do concelho de Oliveira do Bairro e para a aproximação do público à comédia nacional.

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O Município de Anadia promoveu, na Incubadora de Empresas do Curia Tecnoparque, um “Café Partilhado” com os empreendedores e empresas atualmente instalados neste espaço, numa iniciativa que pretende reforçar a proximidade e a partilha de experiências. O encontro contou com a presença de vereadores da Câmara Municipal e da Chefe de Divisão do Desenvolvimento Económico e Empreendedorismo.

A vereadora Cristina Azevedo, com o Pelouro do Empreendedorismo e Inovação, referiu que a iniciativa tem como propósito “proporcionar um momento informal de convívio e de diálogo, permitindo aos participantes partilhar ideias, experiências, desafios e oportunidades”.

A autarca sublinhou ainda que “a intenção do Município é acompanhar de perto o desenvolvimento dos projetos, conhecer as suas necessidades e contribuir para a criação de um ecossistema favorável ao empreendedorismo e à inovação no concelho”.

Uma das pretensões do Município de Anadia é que o “Café Partilhado” passe a realizar-se mensalmente, assumindo-se como um momento regular de encontro entre os empresários e empreendedores instalados na Incubadora de Empresas do Curia Tecnoparque e o Município.

No âmbito desta iniciativa, foram ainda assinados três novos contratos de apoio ao empreendedorismo com três empresas que recentemente se instalaram na Incubadora de Empresas do Curia Tecnoparque, reforçando o compromisso do Município em apoiar a criação, instalação e crescimento de novos negócios no concelho.

As novas empresas são a “Basalto Systems – Engenharia de Software, Unipessoal, Lda” que se dedica à criação de plataformas B2B para empresas, bem como, soluções seguras com inteligência artificial em conformidade com AI Act, bem como serviços de consultadoria para outras empresas e soluções de automação digital.

A “Transponder Consultores, Lda” atua na área da consultoria em sistemas de gestão, com um percurso sustentado numa resposta personalizada e criteriosa às solicitações dos clientes. A sua atividade da divide-se pelas quatro áreas de maior interesse para as empresas: consultoria, formação, auditoria e outsourcing.

Por sua vez, a “Temas e Critérios, Lda” desenvolve atividades fotográficas, incluindo microfilmagens de documentos e digitalização 3d; atividades de design gráfico e de comunicação visual; impressão gráfica e impressão de grandes formatos; preparação de ficheiros de dados para aplicações multimédia e conceção de produtos de impressão; criação de websites; programação informática, designadamente conceção, desenvolvimento e criação de páginas web e interfaces para a internet.

A incubadora do Curia Tecnoparque afirma-se como uma infraestrutura estratégica para o desenvolvimento económico do concelho de Anadia e da região da Bairrada, promovendo a criação e consolidação de novos projetos empresariais.

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Águeda conta com 20 Eco-Escolas galardoadas com a Bandeira Verde Eco-Escolas, tendo todas as escolas do concelho inscritas no programa em 2025/2026 alcançado esta distinção nacional, a que se juntam dois Eco-Agrupamentos: Agrupamento de Escolas de Águeda e Agrupamento de Escolas de Valongo do Vouga. Os galardões foram entregues numa cerimónia que decorreu em Sintra.

Na edição 2025/2026, o programa teve como principais temas “Ação Climática”, “Espaços Exteriores” e “Biodiversidade: Preservar e Regenerar”, incentivando as escolas a desenvolver projetos e iniciativas concretas em torno da sustentabilidade e da proteção do ambiente.

O Município de Águeda é parceiro deste programa, assegurando recursos humanos, materiais e financeiros para apoiar a implementação das atividades e projetos das escolas.

Para Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda, “este resultado demonstra o compromisso das nossas escolas com a sustentabilidade, num ano particularmente especial, em que Águeda é cidade verde europeia – European Green Leaf. Ter todas as escolas inscritas distinguidas é motivo de orgulho e confirma a importância do trabalho conjunto entre o Município, as escolas, em particular os professores, os alunos, as famílias e toda a comunidade, num verdadeiro espírito de embaixadores verdes”.

 

20 escolas distinguidas

As escolas de Águeda galardoadas com a Bandeira Verde Eco-Escolas 2025/2026 são:

– Escola Básica de Aguada de Cima

– Escola EB António Graça – Barrô

– Escola EB Assequins

– Escola EB da Trofa

– Escola EB de Valongo do Vouga

– Escola EB Fernando Caldeira

– Escola EB/JI da Borralha

– Escola EB1/JI de Recardães

– Escola EB1 de Macinhata do Vouga

– Escola EB1 de Travassô

– Escola EB1/JI de Águeda

– Escola EB1/S Marques Castilho

– Escola Professor Artur Nunes Vidal

– Escola Secundária de Adolfo Portela

– Instituto Duarte de Lemos

– Jardim de Infância da Giesteira

– Jardim de Infância de Castanheira do Vouga

– Os Pioneiros – Instituição Particular de Solidariedade Social

– Patronato de Nossa Senhora das Dores

– Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda

 

O Município de Águeda congratula ainda a Escola EB1 de Travassô pelo trabalho desenvolvido no âmbito do desafio “Natal Amarelo”, que foi distinguido com um prémio ex aequo, no 1.º escalão, que integra jardins de infância e escolas do 1.º Ciclo. A iniciativa, promovida no âmbito do programa Eco-Escolas, desafiou as escolas a criar uma árvore de Natal através da reutilização de materiais, promovendo a sustentabilidade e a economia circular.

Esta é uma distinção da Bandeira Verde, atribuída anualmente pela ABAAE – Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação, que reconhece e valoriza o trabalho desenvolvido pelos alunos, docentes e restante comunidade escolar na promoção da educação e sensibilização ambiental.

Refira-se que as inscrições para o programa Eco-Escolas no presente ano letivo (2026/2027) encontram-se abertas até ao final de outubro.

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Margarida Briosa Neves, António Carrinho e Carlos Neves representaram o concelho de Anadia no Campeonato Nacional Individual de Veteranos, que decorreu nos courts da Vale do Lobo Tennis Academy, da Vilamoura Tennis & Padel Academy e do Clube de Ténis de Loulé.

A competição, que terminou no passado dia 5 de outubro, reuniu 315 jogadores, distribuídos por 17 escalões masculinos e femininos, num total de 32 provas. Os três tenistas anadienses integraram a comitiva da região de Aveiro, composta por 26 atletas de vários escalões etários.

No setor feminino, a sangalhense Margarida Briosa Neves, número nove do ranking nacional de mais de 70 anos e representante do Ténis Clube do Choupal, de Coimbra, participou no quadro principal de singulares. A atleta foi afastada na primeira ronda por Margarida Araújo, número três do ranking e representante do Clube Internacional de Foot-Ball, de Lisboa, pelos parciais de 6-0 e 6-2.

Na prova de pares femininos, Margarida Briosa Neves fez dupla com a colega de clube Estrela Seiça. As duas tenistas chegaram às meias-finais, onde perderam frente a Maria José Ignácio, do Clube Escola de Ténis de Leiria, e Marília Pinto, do Clube de Ténis do Estoril, por 6-2 e 6-4.

Margarida Briosa Neves participou ainda nos pares mistos de mais de 55 anos, ao lado de Carlos Neves. A dupla anadiense foi eliminada na primeira ronda do quadro principal por Susana Baeta e António Figueiredo, do Clube Nacional de Ginástica, com um duplo 6-2. Margarida Briosa Neves e Carlos Neves apresentaram o maior somatório de idades entre as duplas desta prova, totalizando 130 anos.

António Carrinho, número nove do ranking nacional de mais de 60 anos e representante do Grupo Desportivo e Cultural da CIRES, de Estarreja, também disputou o quadro principal de singulares. O tenista anadiense foi afastado na primeira ronda por Rui Claro, do Clube de Ténis de Loulé, com um duplo 6-3.

Nos pares masculinos, António Carrinho formou dupla com o colega de clube Abílio Maia, número 14 do ranking do mesmo escalão. Os dois jogadores chegaram aos quartos de final, onde perderam frente a Pedro Martins, da Beloura Tennis Academy, e Rui Claro, por 7-5 e 6-3.

Carlos Neves, número 24 do ranking nacional de mais de 55 anos e também representante do Grupo Desportivo e Cultural da CIRES, ultrapassou a fase de qualificação com duas vitórias. Já no quadro principal de singulares, foi eliminado na primeira ronda por Miguel Cruz, número 11 do ranking, pelos parciais de 6-4 e 6-1.

Na competição de pares masculinos, Carlos Neves jogou ao lado do lisboeta Carlos Guimarães, número 21 do ranking e representante do Belcamp Ténis Clube. A dupla foi afastada na primeira ronda por Alexandre Saraiva e Pedro Guimarães, do Clube de Ténis do Porto, com um duplo 6-1.

 

Região de Aveiro conquistou vários títulos

A participação da região de Aveiro ficou ainda marcada pela conquista de vários títulos e lugares de vice-campeão nacional.

Patrícia Couto sagrou-se campeã nacional em singulares e pares femininos no escalão de mais de 35 anos. Mauri Gomez venceu a prova de singulares de mais de 40 anos, enquanto Deolinda Duarte conquistou os títulos de pares mistos de mais de 55 anos e pares femininos de mais de 60 anos.

António Moreira sagrou-se campeão nacional em pares mistos de mais de 55 anos e Rui Marques venceu os pares masculinos de mais de 70 anos.

Entre os vice-campeões nacionais da região encontram-se Patrícia Couto, em pares mistos de mais de 40 anos; Ricardo Ibrahim e Diogo Henriques, em pares masculinos de mais de 40 anos; Mauri Gomez, em pares masculinos de mais de 45 anos; e Célia Sá, em singulares de mais de 45 anos e pares mistos de mais de 55 anos.

Deolinda Duarte foi vice-campeã em singulares de mais de 55 anos, enquanto Pedro Martins alcançou o segundo lugar em pares masculinos e pares mistos de mais de 60 anos. José Alberto Pereira completou a lista com o título de vice-campeão nacional em pares masculinos de mais de 65 anos.

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O Município de Águeda conquistou oito Prémios de Excelência Autárquica, atribuídos pela Cidade Social, tornando-se um dos municípios portugueses com maior número de distinções na edição deste ano.

O reconhecimento, que projeta Águeda como um Município exemplar a nível nacional, traduz-se em quatro prémios Diamante e quatro Ouro, atribuídos a projetos municipais nas áreas do Desporto, Juventude, Cultura, Saúde, Ação Social, Turismo e Ambiente, que se distinguem pela inovação, impacto social e pelo contributo para a qualidade de vida da população.

A conquista de oito Prémios de Excelência Autárquica, em áreas tão distintas da intervenção municipal, traduz um reconhecimento nacional do trabalho do Município de Águeda ao desenvolver e implementar projetos inovadores, com impacto na população e que constituem boas práticas que podem ser replicadas por outros municípios.

As distinções foram entregues durante o IV Congresso da Cidade Social, realizado na quinta e sexta-feira passada, no Centro de Congressos de Lagoa, em Portimão, numa iniciativa que reuniu autarquias, especialistas, parceiros e empresas de todo o país para a partilha de experiências, a valorização de boas práticas e o reconhecimento de projetos de referência na administração local.

Entre os projetos distinguidos encontram-se o “Pedal in Águeda” e o “Desporto para Todos – Desporto Adaptado, na área do Desporto; o projeto de Promoção de Atividade Física e Hábitos Alimentares Saudáveis nas Escolas, na Saúde; o Conselho Intercultural da Juventude, na área da Juventude; e o MALA – Projeto Educativo e Cultural do Município de Águeda, na Cultura.

Na área da Ação Social, foi distinguido o Radar Social, projeto de intervenção de proximidade junto de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade.

O “Águeda é Natal” foi reconhecido na área do Turismo, pelo impacto na dinamização do comércio e da economia local, na atração de visitantes e na promoção externa do território.

Na categoria Livre, o prémio foi atribuído ao Centro de Interpretação do Rio (C-Rio), equipamento dedicado à educação ambiental e à valorização do património natural do concelho, que já recebeu mais de 5.000 visitantes desde a sua inauguração, em junho de 2025.

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As Conferências de Outono estão de regresso a Anadia. O Auditório do Museu do Vinho Bairrada recebe no próximo dia 23 de outubro a 5ª edição, este ano subordinada ao tema “Administração Inteligente: IA, Tecnologia e Eficiência na Transformação das Organizações”.

Esta iniciativa pretende constituir-se como um espaço de reflexão, debate e partilha de conhecimento sobre o impacto da Inteligência Artificial, da tecnologia e da transformação digital na modernização das organizações.

Num contexto de acelerada transformação tecnológica, pretende-se explorar de que forma a Inteligência Artificial e as novas ferramentas digitais podem contribuir para melhorar processos, aumentar a eficiência, transformar modelos organizacionais e promover uma Administração Pública mais inovadora, ágil e orientada para as necessidades dos cidadãos.

A programação será organizada em torno de dois painéis temáticos complementares, ambos em formato de mesa-redonda. O primeiro abordará a transformação interna das organizações. O segundo centrar-se-á na relação entre as organizações públicas, os serviços digitais e o cidadão.

Pretende-se, desta forma, promover uma reflexão qualificada sobre o impacto da Inteligência Artificial e da transformação digital nas organizações; debater oportunidades de melhoria da eficiência, dos processos e dos modelos de trabalho através da tecnologia; explorar os desafios de segurança da informação, privacidade, proteção de dados e propriedade intelectual; refletir sobre a evolução dos serviços públicos digitais e a experiência do cidadão; cruzar perspetivas empresariais, tecnológicas, académicas e institucionais; e estimular a partilha de experiências, boas práticas e oportunidades de cooperação.

A participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória em https://forms.gle/gEvdwxNsovL3kj1h8

 

PROGRAMA:

09h00 | Receção dos participantes

09h30 | Sessão de abertura

Jorge Sampaio [Câmara Municipal de Anadia]

Paulo Ramos [FNWAY]

09h45 | Painel 1 (mesa-redonda): “A Transformação por Dentro: IA e Eficiência Organizacional”

Moderador: Miguel Frasquilho [FNWAY]

Oradores: Catarina Chaves [EY Portugal], Graça Canto Moniz [Deloitte Legal TELLES] e Michael Seufeurt [SEG Automotive]

 

11h00 | Painel 2 (mesa-redonda): “A Transformação para Fora: os Serviços Públicos Digitais e o Cidadão”

Moderador: João Mendes Borga [Venture Lab]

Oradores: Paulo Dimas [Center for Responsible AI], Clara Gonçalves [Tekever] e João Dias [Universidade Nova de Lisboa]

12h15 | Sessão de Encerramento

Gonçalo Matias [Ministro Adjunto e da Reforma do Estado]

 

Coordenação: Miguel Frasquilho, João Mendes Borga, Luís Mira Amaral, João Neves e José Manuel Ribeiro

Organização: Município de Anadia e FNWAY Consulting & Innovation

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O Centro Municipal de Marcha e Corrida de Águeda (CMMCA) foi distinguido com o Selo Prata do Programa Nacional de Marcha e Corrida (PNMC), uma iniciativa da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) e do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), que reconhece o trabalho desenvolvido pelos Centros de Marcha e Corrida em todo o país.

A distinção foi entregue no âmbito do Encontro Nacional dos Centros de Marcha e Corrida, realizado no passado sábado, dia 3 de outubro, em Oliveira do Bairro, que reuniu mais de 350 participantes, entre praticantes e técnicos de diferentes Centros de todo o país.

O encontro nacional proporcionou um dia dedicado à atividade física, ao convívio e à partilha de experiências, incluindo uma caminhada/mini trail e um almoço-convívio. Durante a tarde, decorreram diversas atividades entre os participantes, culminando com a cerimónia de entrega dos Selos de Ouro e de Prata.

Para Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda, “este Selo Prata representa o reconhecimento de um trabalho que tem sido desenvolvido ao longo de 12 anos de atividade do CMMC de Águeda e que tem mobilizado a nossa população, promovendo saúde, bem-estar e qualidade de vida para todos”.

O responsável pela área do Desporto sublinha que “mais do que os números, que demonstram bem a dimensão que o projeto atingiu, importa destacar a proximidade às pessoas e a capacidade de levar a atividade física a diferentes freguesias do concelho”. “Queremos que cada vez mais pessoas encontrem neste programa uma forma simples, acessível e regular de cuidar da sua saúde e de melhorar a sua qualidade de vida”, acrescenta.

O reconhecimento acontece num momento de crescimento do PNMC, que registou um aumento de 32% no último ano, contando atualmente com 65 Centros em todo o país. Para a época 2026/2027, a expectativa é de continuidade deste crescimento, destacando-se ainda a possibilidade de os atletas federados se inscreverem no PNMC sem custos.

PUB12 anos a promover atividade física e estilos de vida saudáveis

O CMMC de Águeda assinalou, em abril deste ano, 12 anos de atividade, período durante o qual tem vindo a afirmar-se como uma resposta municipal de promoção da atividade física, da saúde e do bem-estar. Atualmente, o CMMCA conta com 725 pessoas inscritas e mais de 1000 utilizadores, mantendo uma presença regular em nove freguesias do concelho, numa lógica de proximidade e de incentivo à adoção de estilos de vida ativos.

Entre as iniciativas promovidas, destaca-se o programa “Caminhar pela Natureza”, uma das ações com maior adesão, que contempla etapas realizadas em diferentes locais do concelho, proporcionando aos participantes a prática de atividade física em contacto com a natureza e contribuindo, simultaneamente, para a valorização do território e do património natural de Águeda.

As caminhadas temáticas e solidárias, bem como as avaliações físicas gratuitas, integram igualmente o conjunto de ações desenvolvidas pelo Centro, procurando responder a diferentes públicos e promover uma prática desportiva acessível e regular.

Em 2026, o CMMCA reforçou ainda a sua intervenção na área da saúde, passando a disponibilizar aconselhamento nutricional aos participantes. Esta nova valência pretende complementar a prática de exercício físico com um acompanhamento mais abrangente, reforçando a importância da alimentação e de hábitos de vida saudáveis para o bem-estar e a qualidade de vida.

O reconhecimento do CMMCA integra-se numa estratégia municipal mais ampla de promoção da atividade física e do desporto enquanto instrumentos de saúde, inclusão e qualidade de vida.

Este percurso tem sido acompanhado por diversos reconhecimentos externos ao trabalho desenvolvido pelo Município de Águeda na área do desporto, incluindo a distinção de Município Amigo do Desporto, bem como o reconhecimento de projetos como o “Desporto para Todos” e o “Pedal in Águeda”, distinguidos no âmbito do Prémio de Excelência Autárquica.

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A memória não é um arquivo, porque um arquivo conserva aquilo que nele foi depositado, ao passo que a memória escolhe, altera e, por vezes, esquece. Recordamos umas coisas com nitidez e outras de modo incerto; algumas permanecem em nós porque nos são agradáveis, outras porque nos feriram e outras ainda desapareceram porque deixaram de servir à ideia que fazemos de nós próprios (faz, em certa medida, lembrar o fado Chuva escrito por Jorge Fernando, que diz “As coisas vulgares que há na vida não deixam saudades: só as lembranças que doem ou fazem sorrir”). Assim, aquilo a que chamamos passado é, muitas vezes, o passado tal como hoje somos capazes de o recordar.

Julian Barnes explora esta dificuldade no livro “O sentido do fim”. O problema, diz Barnes, não apenas em esquecermos: está sobretudo em recordarmos demasiado bem aquilo que talvez nunca tenha acontecido exatamente como o recordamos. Isto sucede porque a memória não restitui simplesmente o que foi: restitui-o já ordenado pelo juízo presente. Com o tempo, os acontecimentos dispõem-se numa ordem, as intenções tornam-se mais claras e as nossas decisões parecem nascer de razões que talvez só mais tarde tenhamos descoberto.

Cada homem é, por isso, em alguma medida, historiador da sua própria vida, escolhendo o que merece ser contado, estabelecendo causas, atribuindo propósitos aos atos e procurando dar unidade àquilo que, quando aconteceu, talvez fosse confuso e contraditório. Não há necessariamente dolo nesse trabalho. De facto, a maior parte das pessoas não mente a si própria de maneira consciente. Pelo contrário, faz algo mais simples e muito mais humano: organiza a memória de modo a poder viver com ela. É precisamente aqui que surge uma dificuldade maior: depois de ordenarmos o passado de modo a poder viver com ele, facilmente esquecemos que essa ordem foi, em parte, obra nossa. Enquanto reconhecemos uma lembrança como lembrança, admitimos que pode ser incompleta ou até enganadora. Quando, porém, a tomamos por certeza, deixamos de perguntar se as coisas se passaram realmente como as contamos.

O passado, contudo, não se altera por termos mudado de opinião a seu respeito. Aquilo que aconteceu, aconteceu: o que muda é o juízo. Um ato que na juventude julgámos corajoso pode parecer-nos, mais tarde, imprudente. De modo similar, uma ofensa que durante muito tempo atribuímos inteiramente a outro pode revelar uma parcela de responsabilidade nossa. Não foi o acontecimento que se transformou: mudou o modo como o julgamos. Muitas vezes, é o tempo que torna possível essa mudança. É próprio dele produzir esta espécie de correção, não porque torne necessariamente os homens mais sábios, mas porque lhes permite observar à distância aquilo que antes viveram demasiado perto. Só mais tarde conseguimos reconhecer aquilo que, no momento, não estávamos dispostos a admitir.

Daqui não se segue que a verdade seja impossível. Seria um erro concluir que, por a memória ser falível, todas as versões do passado têm o mesmo valor. Se assim fosse, nenhuma investigação seria possível e seria impossível distinguir uma mentira de um engano. Existem factos que não dependem da nossa vontade: datas, cartas, documentos, atos, consequências. Existem também outras pessoas, cuja recordação pode contrariar a nossa e obrigar-nos a reconsiderar aquilo que julgávamos certo. Talvez este seja um sinal de maturidade: aceitar que a realidade tenha autoridade sobre a história que contamos acerca de nós mesmos.

O que sucede ao indivíduo sucede também às comunidades. Os povos recordam e esquecem, conservam determinados acontecimentos, dão especial importância a alguns homens, celebram certas vitórias e deixam outros episódios num lugar menos visível. Fazem-no porque nenhuma comunidade vive sem alguma representação do seu passado e é pela memória que um povo reconhece continuidade entre os mortos, os vivos e aqueles que ainda hão de nascer. Contudo, a memória coletiva e a História não são a mesma coisa: a primeira procura frequentemente conservar uma identidade enquanto a segunda deve procurar saber o que aconteceu. Por isso, a História exige disciplina, confronto de fontes, exame dos testemunhos, atenção às contradições e disposição para corrigir aquilo que antes se julgava verdadeiro. Onde falta esse exame, a memória começa facilmente a servir a vaidade de quem recorda. Quando isso acontece, o passado deixa de ser interrogado e passa apenas a confirmar aquilo em que já se queria acreditar. Uma comunidade que só aceita do passado aquilo que a favorece comporta-se como um homem que apenas recorda as suas virtudes, podendo manter uma boa opinião de si mesma, mas dificilmente chegará a conhecer-se.

A memória tem, portanto, uma utilidade própria, na medida em que nos permite viver com o que fomos, reconhecer continuidade na nossa existência e dar algum sentido ao que passou. A História, porém, tem uma obrigação diferente: impedir que essa necessidade de sentido se transforme em posse. O problema começa quando queremos que o passado confirme aquilo que pensamos de nós próprios. É aí que o erro se torna difícil de reconhecer, na medida em que quem esquece sabe, ao menos algumas vezes, que já não sabe. Mais difícil é desconfiar de uma lembrança em que acreditamos inteiramente, sobretudo quando ela foi, pouco a pouco, tomando a forma de que precisávamos. Talvez porque seja mais fácil ficar com a versão que nos favorece do que reconhecer aquilo que a põe em causa.

 

por Carlos Vinhal Silva

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Treze escolas do concelho da Mealhada foram distinguidas com a Bandeira Verde Eco-Escolas 2025-26, um reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo na promoção da educação ambiental e do desenvolvimento sustentável.

As distinções foram entregues na quarta-feira, 8 de outubro, em Sintra, no Dia das Bandeiras Verdes – Galardão Eco-Escolas 2026, que decorreu na Base Aérea N.º 1, reunindo escolas e municípios de todo o país.

A Mealhada esteve representada por uma comitiva de 40 elementos, constituída por alunos de quatro estabelecimentos de ensino, em representação das 13 escolas galardoadas, numa iniciativa que evidencia o compromisso do concelho com a educação ambiental e com a construção de uma comunidade mais consciente e sustentável.

Entre os estabelecimentos distinguidos estão os jardins de infância de Antes, Carqueijo, Canedo, Pampilhosa e Quinta do Valongo, o Jardim de Infância de Sant’Ana, a EB1 de Antes, a EB1 de Casal Comba, o Centro Escolar da Mealhada, o Centro Escolar do Luso, o Centro Escolar da Pampilhosa, a EB2 da Mealhada e o Centro de Assistência Paroquial da Pampilhosa.

Para o Município da Mealhada, o Programa Eco-Escolas assume particular importância enquanto ferramenta de educação e participação, permitindo que crianças e jovens não sejam apenas destinatários das políticas ambientais, mas também participantes ativos na sua construção. “É essencial envolver os jovens na construção de uma escola e de uma comunidade mais sustentáveis. Para isso, é imprescindível garantir a participação das crianças e jovens na tomada de decisões e neste tipo de programas”, destaca o Vereador dos Pelouros do Ambiente e da Educação, Nuno Veiga.

“Mais do que uma distinção, a Bandeira Verde representa, para a autarquia, o resultado de um trabalho continuado e uma responsabilidade para continuar a aprofundar práticas sustentáveis, envolvendo toda a comunidade educativa”, concluiu o autarca.

O Programa Eco-Escolas é promovido internacionalmente pela Foundation for Environmental Education e está presente em 82 países. Em Portugal, é coordenado pela Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação (ABAAE), que considera a Bandeira Verde o símbolo do compromisso assumido por cada escola em prol da educação para o desenvolvimento sustentável.

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