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Salome Dias

Ficámos a saber, na última Assembleia Municipal, que a Petição Pública que a Câmara de Anadia organizou, em Julho de 2023, contra a Linha de Alta Velocidade, nunca chegou a ser entregue a qualquer entidade, ao contrário do que a Câmara prometera; nunca seguiu para a Assembleia da República, nunca seguiu para a Agência Portuguesa do Ambiente, nunca seguiu para as Infraestruturas de Portugal, ou para qualquer titular de órgão político!

Tanto esforço em recolher as assinaturas por todo o concelho (no edifício da Câmara, no Posto de Turismo da Curia, na Biblioteca, nas Piscinas, na Rota da Bairrada, no Velódromo, no Museu do Vinho, na Comissão Vitivinícola, em todas as Juntas de Freguesia), para nada serviu; milhares de assinaturas dos cidadãos anadienses foram desperdiçadas, não lhes sendo dado qualquer uso.

Mobilizaram se cidadãos e serviços. Para quê, afinal? Não cumpriu o documento assinado qualquer objectivo próprio de uma Petição pública…

Claro que se pode perguntar: queria-se mesmo que cumprisse?…

PUBQuem tem acompanhado de perto o discurso da Câmara de Anadia sobre a Linha de Alta Velocidade reconhecerá aqui um problema mais fundo… Há muito que a Autarquia se demitiu da sua função de negociadora e defensora dos concretos interesses do concelho quanto à LAV. Não quis discutir alternativas, contrapor soluções, escolher males menores, trabalhar – no concreto – para reduzir os prejuízos de um projecto de âmbito nacional que não deixaria de avançar só porque a Câmara de Anadia batia o pé. Demitiu-se de agir para se poupar ao risco de desagradar; nada decidiu nem propôs para não ter de responder politicamente por escolha alguma…

Preferiu alimentar a postura de tudo ou nada. Como se Anadia fosse uma irredutível aldeia do Astérix e uma linha ferroviária de âmbito nacional, ao chegar aos limites do concelho, pudesse passar pelo ar ou desaparecer debaixo da terra, sem custos, sem impactos, sem escolhas difíceis para ninguém… Esse caminho nunca foi sério, e a confirmação de que a petição nunca saiu da gaveta é a expressão acabada dessa inconsistência.

Já para não falar na crónica falta de respeito pela população: pois que só se sustenta um discurso infantil, feito de palavras de ordem e protestos sem consequência, quando se presume que às pessoas basta o alarido; que não vão perguntar pelas diligências, pelas alternativas, pelos resultados. Como se os anadienses não fossem capazes de compreender escolhas difíceis e distinguir uma defesa séria do concelho de uma encenação política.

A Câmara não pode continuar a proteger a sua face, à custa da capacidade de intervenção de Anadia. Onde pára, por ex., a proposta de criação de um gabinete municipal de apoio jurídico e social aos anadienses que sejam prejudicados pela LAV? Que apoio está a Câmara Municipal a preparar para as populações? Que alterações de pormenor procurará obter?

Sendo certo que faltam poucas semanas para a adjudicação do troço Oiã-Soure, há que ir pondo os pés a caminho. Quem se demite de influenciar as decisões deixará sempre o concelho à mercê das decisões dos outros.

Joaquim Ramos Pereira – deputado municipal

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O Município da Mealhada distinguiu esta quarta-feira, no Cineteatro Messias, alunos que, ao longo do ano letivo 2024/2025, se destacaram não apenas pelo desempenho académico, mas também pelas suas atitudes, iniciativas e contributo para a comunidade. A cerimónia de entrega dos diplomas da primeira edição do Prémio de Cidadania na Educação do Concelho da Mealhada reuniu alunos, famílias, professores e representantes da comunidade educativa.

A iniciativa distingue duas dimensões complementares: o Mérito Académico, atribuído aos alunos com melhor desempenho escolar, e o Mérito Cívico, que reconhece ações, iniciativas e projetos desenvolvidos por alunos, grupos ou turmas em diferentes áreas com impacto na comunidade.

Nesta primeira edição, relativa ao ano letivo 2024/2025, o Mérito Cívico contemplou seis categorias, distinguindo iniciativas e percursos que se destacaram pelo seu impacto na comunidade e pelos valores demonstrados.

Em Humanidade e Solidariedade, foi distinguido um grupo de alunos do 10.º ano do Agrupamento de Escolas de Mealhada (AEM), pela criação de um projeto de animação dirigido à população idosa. Em Empreendedorismo, o prémio foi atribuído a Tomás Rodrigues, da Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL), pela criação de um reality show. A equipa Sub-14 Feminina de Basquetebol do Centro Recreativo de Antes, do AEM, foi distinguida em Desporto, Saúde e Bem-Estar, pelo 3.º lugar alcançado na Taça Distrital da 2.ª Divisão da Associação de Basquetebol de Aveiro. Em Arte e Cultura, o prémio foi entregue a turmas do Centro Escolar do Luso, pela realização de um concerto solidário com o objetivo de aproximar diferentes gerações. Em Ambiente, a distinção foi para Bruna Marques e Emily Moreira, da EPVL, pela criação, através de desenho e pintura, de um mural assente na sustentabilidade, desenvolvido no âmbito do projeto Eco-Escolas. Em Resiliência e Superação, foi reconhecido Rodrigo Ferreira, do AEM, pelo percurso de superação desenvolvido perante circunstâncias que o impediram de frequentar presencialmente as aulas durante parte do ano letivo. Após retomar as atividades letivas em formato online, regressou à escola no terceiro período, demonstrando coragem, dedicação e capacidade de ultrapassar as dificuldades.

Na vertente de Mérito Académico, foram distinguidos Santiago Bonifácio Ramos, do AEM, e Catarina Gomes Alves, da EPVL. Santiago Bonifácio Ramos concluiu o percurso escolar com uma média de 20 valores e ingressou no curso de Medicina, enquanto Catarina Gomes Alves obteve uma média final de 18 valores.

 

Júri assegurou uma escolha diversificada

A escolha dos distinguidos resultou do trabalho de um júri que reuniu diferentes representantes da comunidade educativa e da sociedade civil, incluindo elementos do AEM, da EPVL, do Conselho Municipal de Educação, do Conselho Municipal da Juventude, associações e estudantes, entre outros. A diversidade da composição do júri permitiu reunir diferentes perspetivas na apreciação das candidaturas.

Ângela Rodrigues, representante do júri e presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do AEM, sublinhou precisamente a exigência desse processo de escolha, destacando o trabalho difícil de selecionar os distinguidos e a qualidade das candidaturas apresentadas. Manifestou, ainda, a expectativa de que o Prémio de Cidadania na Educação tenha continuidade, reforçando o reconhecimento público do trabalho desenvolvido pelos alunos.

Foi neste contexto de valorização do mérito, mas também das atitudes e do envolvimento com os outros, que o presidente da Câmara da Mealhada, António Jorge Franco, deixou uma mensagem aos alunos: “Hoje não estivemos aqui apenas a distinguir bons alunos. Estivemos a distinguir jovens que perceberam que a escola não serve apenas para aprender mais. Serve também para ser melhor”. Para o autarca, ser melhor colega, amigo, pessoa e cidadão traduz-se em comportamentos que não aparecem numa pauta, mas que se revelam “nas atitudes, na forma como tratamos os outros, na disponibilidade para ajudar, na coragem de participar e de fazer a diferença”.

António Jorge Franco destacou que é precisamente essa dimensão que o município pretende valorizar: “Uma comunidade precisa de jovens preparados para o futuro. Mas precisa, acima de tudo, de jovens com valores, com consciência e com vontade de contribuir para o lugar onde vivem”. A mensagem deixada foi também de continuidade e responsabilidade. “Não estamos apenas a premiar aquilo que vocês já conseguiram. Estamos a acreditar naquilo que vocês ainda podem fazer”, sublinhou, incentivando-os a continuar a estudar, participar, questionar e a não ficar indiferentes ao que os rodeia.

Ao longo da cerimónia, foram entregues os diplomas aos alunos e grupos distinguidos, celebrando percursos diferentes, mas unidos pela dedicação, pelo mérito e pela vontade de contribuir para a comunidade. Para além do diploma, cada distinção incluiu também um prémio, que os alunos já tiveram oportunidade de usufruir, sob a forma de experiências de aprendizagem e enriquecimento pessoal. Entre os prémios atribuídos estiveram visitas ao museu imersivo e interativo no Porto, equipamento audiovisual, experiências de natureza desportiva e cinematográfica e a participação numa Universidade de Verão, de acordo com as diferentes categorias e percursos dos distinguidos.

O Prémio de Cidadania na Educação do Concelho da Mealhada assume, assim, uma dupla dimensão: reconhecer aquilo que os alunos alcançaram e, simultaneamente, incentivar aquilo que ainda podem construir enquanto cidadãos.

 

PRÉMIO DE CIDADANIA NA EDUCAÇÃO DO CONCELHO DA MEALHADA

Prémio de Mérito Cívico

Distingue o aluno, grupo de alunos ou turma — do 1.º ao 12.º ano de escolaridade ou equivalente — que frequente estabelecimentos de ensino e formação do concelho da Mealhada e/ou seja residente (ou que um ou mais dos integrantes seja(m) residente(s)) no concelho da Mealhada e se tenha(m) distinguido por ação, iniciativa ou projeto de manifesto interesse público para o concelho da Mealhada, nas seguintes categorias:

  • – Humanidade e Solidariedade, visando distinguir ação, iniciativa ou projeto a que esteja associado benefício social ou comunitário, ou ainda de expressão de solidariedade na Escola ou fora dela;
  • – Empreendedorismo, visando distinguir iniciativa ou projeto de empreendedorismo social que seja inovador e de manifesto valor acrescentado para o mercado, por forma a dar resposta a um problema/ desafio na comunidade e tendo impacto direto na melhoria das condições de vida da mesma;
  • – Desporto, Saúde e Bem-estar, visando distinguir iniciativa ou projeto que incida, nomeadamente, em hábitos saudáveis, saúde mental, alimentação/nutrição, atividade física e desportiva, comportamentos aditivos e/ou sexualidade, fomentando estilos de vida saudáveis e contribuindo para a literacia em saúde na escola, comunidade escolar ou comunidade em geral;
  • – Arte e Cultura, visando distinguir ação, iniciativa ou projeto envolvendo uma ou mais linguagens artísticas (música, teatro, artes visuais, dança, entre coesão social e do território escolar ou concelhio;
  • – Ambiente, visando ação, iniciativa ou projeto que promova a preservação e defesa do património natural, incluindo práticas no âmbito dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, da ONU, promotoras da utilização eficiente dos recursos, a economia circular e a inovação, no domínio ambiental;
  • Resiliência e Superação, visando distinguir alunos, grupos de alunos ou turmas que no final do ano escolar revelaram grande resiliência ou capacidade de trabalho/estudo que se traduziram numa superação das suas dificuldades e/ou assinaláveis progressos nos resultados escolares ou na inclusão na vida em sociedade.
  • Prémio de Mérito Académico: Distingue o aluno com média aritmética mais elevada da classificação interna cumulativa do 10.º e 11.º anos de escolaridade, ou equivalentes, de cada estabelecimento de ensino e formação do concelho da Mealhada, que tenha tido, no ano letivo em questão, um bom desempenho cívico e de cidadania.
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A Dyntra – Dynamic Transparency Index colocou Cantanhede no topo das autarquias mais transparentes de Portugal, pelo cumprimento dos 138 indicadores que constituem a grelha de avaliação. Nesta plataforma, que avalia a transparência da informação pública de várias entidades, a autarquia cantanhedense surge no primeiro lugar, a par dos municípios de Cascais, Ílhavo, Águeda, Maia, Matosinhos, Lousada, Paços de Ferreira, Carregal do Sal e Freixo de Espada à Cinta,

A entrega do prémio decorreu esta segunda-feira, 28 de setembro, durante o IV Congresso Transparência Municipal, que decorreu em Lousada, no qual Cantanhede se fez representar pela presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, pelo chefe da Divisão de Modernização, Inovação e Qualidade, João Machado, e pelo técnico superior Carlos Galhano.

Segundo a líder do executivo camarário, “da parte do Município de Cantanhede tem havido um investimento efetivo nos mecanismos que induzem transparência relativamente à atividade da autarquia e às condições do exercício de funções, facultando aos cidadãos a compreensão dos fundamentos das decisões tomadas, bem como acompanhar a utilização dos recursos públicos e compreender melhor as opções”.

“A disponibilização regular, acessível e organizada da informação contribui para uma maior participação cívica, para o escrutínio da Câmara Municipal nas diversas valências e para uma relação de maior proximidade e confiança entre a administração local e a comunidade”, afirma Helena Teodósio, sublinhando que “receber um prémio atribuído com nota máxima a Cantanhede pelo modo como tem gerido esse processo é naturalmente motivo de grande satisfação e justifica um testemunho de profundo reconhecimento a todos os funcionários, pois é o seu trabalho que está na origem desta honrosa distinção”.

A avaliação da DYNTRA assenta em seis grandes domínios, contemplando, entre outros aspetos, a informação sobre os órgãos autárquicos, organização, normativa, património, planeamento e recursos humanos,  informação e atenção prestadas aos cidadãos, através de mecanismos de participação e acesso à informação pública, transparência económico-financeira, relacionada com o orçamento, execução orçamental, contas municipais e endividamento, contratos, convenções e subvenções, que incide sobre os procedimentos de contratação, relações com fornecedores, contratos, concessões e apoios públicos,  ordenamento do território, gestão urbanística e informação sobre obras e infraestruturas, bem como open data, que considera a disponibilização de dados em formato aberto e a existência de plataformas para o efeito.

A Dyntra – Dynamic Transparency Indice é uma plataforma colaborativa, administrada pela Dyntra ivzw, uma organização internacional sem fins lucrativos com sede em Bruxelas (Bélgica), que tem como objetivos corporizar o movimento social para a transparência dinâmica e o governo aberto, desenvolvendo índices para medir a informação pública de governos, administrações públicas, partidos políticos, governantes eleitos e os diferentes atores sociais de forma dinâmica, eficiente, transparente e aberta.

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A Associação Desportiva e Cultural de Vila Nova de Monsarros realizou, no domingo, 27 de setembro, a abertura oficial da época desportiva 2026/2027, num dia marcado pela apresentação das várias equipas do clube, pela realização de jogos de preparação e pelo convívio entre atletas, dirigentes, sócios e adeptos, no Pavilhão Municipal de Vila Nova de Monsarros.

O programa arrancou durante a manhã com os escalões de formação, com os Traquinas a defrontarem a AD Travassô, seguindo-se o encontro dos Infantis frente ao mesmo adversário. Durante a tarde, os Juniores mediram forças com o Fiães e os Seniores encerraram o dia diante da equipa B da União 1919.

Para João Rodrigues, responsável do clube, a nova temporada representa mais um passo no trabalho desenvolvido junto dos jovens atletas. “Estamos a começar mais uma época e mais uma etapa de responsabilidade com os miúdos. Queremos continuar a acolher todos aqueles que queiram praticar desporto connosco, sem descurar a vertente social”, afirmou.

Atualmente, a ADC Vila Nova de Monsarros conta com cerca de 60 jovens atletas distribuídos pelos diferentes escalões de futsal. Os Traquinas iniciam este ano a participação oficial nos campeonatos distritais de Aveiro, enquanto os Infantis procuram dar continuidade ao percurso positivo das últimas épocas, marcado pela presença em fases finais distritais.

No que diz respeito à equipa sénior, o objetivo passa por voltar a lutar pelos lugares cimeiros e tentar alcançar a subida à 1.ª Divisão Distrital. “Essa é a nossa ambição. Vamos trabalhar para disputar novamente o acesso à primeira divisão”, sublinhou João Rodrigues.

Além da vertente desportiva, o clube tem apostado na valorização do espaço envolvente e na melhoria das condições oferecidas a atletas e adeptos. A atual direção promoveu várias intervenções no pavilhão, destacando a colocação de novas telas decorativas com os símbolos do clube e das entidades parceiras, a personalização das balizas com as cores azul e branca e a criação de espaços de maior visibilidade para patrocinadores.

Estas alterações, segundo o dirigente, procuram tornar o recinto mais acolhedor e reforçar o sentimento de pertença de todos os que acompanham a modalidade. O ambiente vivido durante a apresentação das equipas, com uma forte presença de público nas bancadas, confirmou a ligação da comunidade ao clube e o entusiasmo para a nova temporada.

Entretanto, a ADC Vila Nova de Monsarros informa que o pagamento das quotas de sócio relativas à época 2026/2027 e a entrega dos novos cartões de associado já se encontram a decorrer através dos canais habituais do clube.

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Há 25 anos, Tânia Ferraz e Ana Dias começaram juntas uma caminhada na Papelaria Lita, em Anadia. Tinham 18 e 17 anos, respetivamente, quando entraram no espaço que viria a fazer parte das suas vidas até hoje.

Tânia, filha dos fundadores da papelaria, juntou-se ao negócio da família depois de terminar os estudos. Ana começou por trabalhar durante as férias de verão, mas a experiência acabou por se prolongar. “Viemos ao mesmo tempo, começámos as duas juntas”, recorda Tânia.

Desde então, foram muitos os desafios. Um dos primeiros foi a adaptação à informática, numa altura em que os computadores ainda eram uma novidade para as duas. Mais recentemente, a pandemia de Covid-19 foi outro dos momentos mais exigentes. Considerada serviço prioritário, a Papelaria Lita manteve-se aberta, com Tânia e Ana sempre presentes.

Ao longo destes 25 anos, a relação entre as duas também se foi consolidando. “A gente complementa-se muito”, explica Tânia. Hoje, brincam que já nem precisam de falar para se entenderem. “Já não falamos, só olhamos”, dizem entre risos.

A ligação à comunidade é outra das marcas da papelaria. Muitos clientes habituais conhecem-nas pelo nome e o balcão acaba por ser também lugar de conversa e proximidade. “Somos psicólogas lá também”, brinca Ana.

Mas a Lita tem acompanhado as mudanças dos tempos. O espaço foi remodelado em 2020 e, atualmente, a equipa aposta também nas redes sociais e na diversificação dos serviços, com soluções de impressão, digitalização, serviços postais, transportadoras e ponto CTT.

Aos 25 anos de trabalho conjunto, Tânia e Ana continuam, assim, a fazer parte da história da Papelaria Lita — duas pessoas que chegaram ainda muito jovens e que, duas décadas e meia depois, continuam a construir juntas o futuro da casa.

“De resto, tem sido uma aventura”, resume Tânia.

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A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro vai promover a 19.ª edição do Concurso de Leitura em Voz Alta “Ouvir Ler… Que Prazer!”, dirigido a todos os alunos do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro (AEOB) e do Instituto Profissional da Bairrada (IPB).

Este concurso vai desenrolar-se em duas fases: a escolar, até 31 de janeiro do próximo ano, nas instalações do AEOB e do IPB e sob a orientação das professoras bibliotecárias dos estabelecimentos de ensino, e a final concelhia, que se vai realizar no Quartel das Artes Dr. Alípio Sol, em Oliveira do Bairro, no dia 5 de março, às 21h00.

Posteriormente, os primeiros classificados de cada ciclo de ensino, apurados na final concelhia, vão disputar a Final Intermunicipal, em representação do concelho de Oliveira do Bairro, juntamente com os alunos apurados nas finais concelhias dos restantes dez Municípios da CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

As obras selecionadas para compreensão e leitura, em cada um dos quatro ciclos de ensino em prova, serão preferencialmente de autores de língua portuguesa e recomendadas pelo PNL – Plano Nacional de Leitura. A avaliação de cada uma das provas será feita por um júri que vai atribuir a pontuação de acordo com parâmetros previamente estabelecidos.

As inscrições no Concurso de Leitura em Voz Alta “Ouvir Ler… Que Prazer!” estão a decorrer durante todo o mês de outubro, podendo ser feitas pelos alunos diretamente nas suas escolas, ou mediante o preenchimento de um formulário de inscrição disponível no site do Município de Oliveira do Bairro, em www.cm-olb.pt.

A iniciativa “Ouvir Ler… Que Prazer!”, implementada pela RBOB – Rede de Bibliotecas de Oliveira do Bairro, tem como objetivo promover o gosto pelo livro e pela leitura entre os jovens, incentivar o contacto e o conhecimento de obras de autores de língua portuguesa, promover o convívio e a salutar competitividade entre os participantes e promover o espírito de cidadania.

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Decorreu, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a cerimónia de assinatura dos contratos-programa de apoio às 19 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho de Anadia, num montante global de 163 mil euros.

Este apoio tem como objetivo reconhecer e valorizar o trabalho desenvolvido pelas instituições, incentivando a continuidade da sua ação junto das comunidades locais, em estreita articulação e coordenação com a Rede Social de Anadia.

Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Anadia, Jorge Sampaio, expressou o seu reconhecimento pelo “importante trabalho” desenvolvido pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) em prol das comunidades onde se encontram inseridas. “Vocês substituem aquilo que é uma responsabilidade do Estado, ajudando os mais desfavorecidos e as pessoas mais velhas”, afirmou, acrescentando que “hoje, Anadia é tida como um exemplo na Ação Social junto da Segurança Social de Aveiro, e isso deve-se ao trabalho em equipa que têm vindo a desenvolver ao longo de todos estes anos”.

O autarca deu ainda nota da aprovação, pela Assembleia Municipal, do novo Regulamento de Apoio ao Associativismo, que visa tornar mais objetivos os critérios de atribuição dos apoios às associações. “Tentou-se objetivar mais os apoios que são concedidos às associações”, explicou, sublinhando que “queremos ser os mais justos possíveis na atribuição dos apoios, indo ao encontro das vossas pretensões”.

Jorge Sampaio revelou, por fim, que o Município está a “estudar a hipótese de reforçar” o apoio às IPSS que têm em curso um volume significativo de obras, tanto de manutenção como de ampliação das suas instalações.

Relativamente aos apoios, os valores atribuídos tiveram em conta diversos critérios, nomeadamente as respostas sociais, o respetivo número de utentes, assim como a sua participação nos vários projetos promovidos pela autarquia, bem como a colaboração prestada à Câmara Municipal no desenvolvimento de competências que lhe estão legalmente atribuídas na área da ação social escolar e em outras intervenções.

PUBCom este apoio, o Município de Anadia reafirma o seu compromisso com a área social e com o fortalecimento da parceria com as instituições do concelho, contribuindo para que estas possam prosseguir a sua missão e assegurar respostas de qualidade às pessoas e famílias que delas necessitam.

 

Instituições contempladas:

– APPACDM de Anadia

– Associação Social de Avelãs de Caminho

– Casa do Povo de Amoreira da Gândara

– Centro Social, Cultural e Recreativo da Poutena

– Centro de Apoio Social de Vila Nova de Monsarros

– Centro de Bem-Estar Social de Tamengos

– Centro Social, Cultural e Recreativo de Avelãs de Cima

– Centro Social, Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro

– Centro Social de Anadia

– Centro Social e Cultural Nossa Senhora do Ó de Aguim

– Centro Social Maria Auxiliadora de Mogofores

– Centro Social e Paroquial da Moita

– Centro Social, Recreativo e Cultural da Pedralva

– Santa Casa da Misericórdia de Anadia

– Misericórdia de Sangalhos

– Club Ancas

– Obra de Promoção Social da Sagrada Família – Casa Imaculada Conceição

– Centro Social São José de Cluny

– Associação de Voluntários de Ferreiros

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O Município da Mealhada promove, a 24 de outubro, no Pavilhão Municipal do Luso, mais uma edição da Convenção Soul Fitness Zona 231, que vai reunir, num só dia, diferentes modalidades de exercício físico, dança e bem-estar. A grande novidade deste ano é a estreia do Ergathlon, uma prova inclusiva aberta a participantes dos 8 aos 80 anos.

Com início às 9h e atividades ao longo de todo o dia, a Convenção Soul Fitness propõe uma programação dirigida a diferentes idades e níveis de experiência, distribuída pelo palco principal e pelos espaços Soul Dance, Soul Wellness e Soul Stimulus.

No palco, os participantes poderão experimentar modalidades como Stepdance, Zumba, Tabata, Aerodance, Dance Fusion Fit, Commercial e YourFit Fight. O espaço Soul Dance apresenta propostas como Choreography, Amapiano, Dança Adaptada, Jazz e Hip Hop, enquanto o Soul Wellness é dedicado a atividades orientadas para o equilíbrio e o bem-estar, com sessões de Yoga, Body&Soul Dance, Pilates Clínico e FlowFit. O programa inclui, ainda, uma sessão de eletroestimulação muscular, no espaço Soul Stimulus.

A programação integra também diferentes propostas de recuperação e bem-estar. Ao longo da Convenção haverá um espaço de massagens, com o apoio do CEFAD – Formação Profissional, de Coimbra, disponível para os participantes do evento.

 

Ergathlon estreia-se na Soul Fitness

A edição de 2026 destaca-se pela estreia do Ergathlon by Soul Fitness, uma prova realizada em parceria com o ginásio Cross Company, que decorrerá entre as 9h e as 18h, no interior do pavilhão e no parque exterior. Pensado como uma prova inclusiva, o Ergathlon é aberto a participantes dos 8 aos 80 anos, independentemente do seu nível de preparação física. A competição combina três equipamentos — Ski Erg, Bike Erg e Row Erg — com segmentos de corrida ou caminhada, com percursos diferenciados para vários escalões etários. Estão previstos os percursos Sub 25, Sub 35, Sub 45 e Sub 55, além das categorias Kids, Teen e +55. Está contemplada uma versão adaptada, definida individualmente em função das limitações de cada participante.

A nova prova reforça a dimensão participativa da Convenção, criando uma oportunidade para diferentes gerações partilharem uma experiência desportiva e participarem de acordo com as suas características e nível de preparação.

“Queremos que a Soul Fitness continue a ser uma iniciativa para todos, com propostas diferentes que permitam a cada pessoa participar à sua maneira. O Ergathlon vem reforçar precisamente essa dimensão, ao juntar diferentes gerações numa prova concebida para vários níveis de preparação física e com possibilidade de adaptação às características de cada participante”, afirma Nuno Veiga, vereador da Juventude da Câmara da Mealhada.

Associada à prova estará uma zona de recuperação assegurada pela Statherapy Fisioterapia, dedicada à recuperação muscular pós-prova, com alongamentos assistidos e técnicas de libertação de tensões, disponível para os participantes do Ergathlon.

A Convenção tem também uma componente de valorização profissional. Esta edição voltou a merecer a aprovação do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), com a atribuição de 1,8 créditos para efeitos de renovação de títulos profissionais. Esta acreditação constitui mais um fator de valorização do evento, permitindo aos participantes obter créditos para a revalidação do respetivo título profissional.

 

Uma iniciativa construída com os jovens

A Convenção Soul Fitness resulta da conjugação das áreas da Juventude e do Desporto do Município da Mealhada e tem origem na auscultação realizada aos jovens no âmbito do “Comunica-te Jovem!”. Na primeira edição deste projeto, foi manifestado interesse em atividades relacionadas com a dança e a atividade física, contributos que estiveram na origem da criação da Convenção e que continuam a orientar a sua programação.

Ao longo das diferentes edições, a Soul Fitness tem vindo a afirmar-se como um espaço de experimentação e participação, aproximando a comunidade de diferentes modalidades e promovendo a prática de atividade física num ambiente acessível e descontraído.

A edição de 2026 mantém esta aposta numa programação diversificada e acrescenta o desafio do Ergathlon, num dia que pretende juntar diferentes gerações em torno do movimento, da dança, do exercício e do bem-estar.

As inscrições estão a decorrer na plataforma https://participacaopublica.cm-mealhada.pt/soulfitness/

 

Programa

Masters – Palco

9h – Stepdance: Débora Abreu e Marco Aurélio

10h – Zumba: Vítor Silva

11h – Tabata: Ivo Fraga

12h – Aerodance: Fitness & Friends

14h – Dance Fusion Fit: Nuno Carvalho

15h – Commercial: Jojo

16h – Yourfit Fight: Serafim Ventura

17h – Zumba: Yennifer Campos

18h – Entrega de prémios: Ergathlon by Soul Fitness

 

Soul Stimulus – espaço

15h – Eletroestimulação: João e Bruno Rosas

 

Soul Dance – estúdio

9h – Choreography: António Máximo

10h30 – Amapiano: Diogo Barros

11h30 – Dança Adaptada: Mariana Luís

14h – Jazz: Carolina Piedade

16h30 – Hip Hop: Bárbara Duarte

 

Soul Wellness – estúdio

9h – Yoga: Filipa Mesquita

10h – Bodysoul Dance: Sara Santos

15h30 – Pilates clínico: Ana Xabregas

16h30 – Flowfit: Mariana Luís

 

9h – 18h ­– Ergathlon by Soul Fitness

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O Município de Anadia celebrou, no passado dia 27 de setembro, o Dia Mundial do Turismo com duas atividades que registaram uma participação muito positiva e proporcionaram momentos de descoberta, partilha e valorização do território.

A manhã ficou marcada pela realização da “Caminhada Fotográfica” na Curia, com início na Rota da Bairrada. Ao longo do percurso, os participantes tiveram a oportunidade de captar a beleza paisagística, arquitetónica e natural deste emblemático destino turístico, explorando diferentes perspetivas e enquadramentos através da fotografia.

No período da tarde, o Museu do Vinho Bairrada recebeu o workshop “O Novo Turista Digital”, uma sessão dedicada à evolução dos comportamentos e tendências do turismo na era digital. A iniciativa permitiu aos participantes aprofundar conhecimentos sobre as novas ferramentas, plataformas e desafios que influenciam atualmente a forma como os destinos turísticos são procurados, escolhidos e partilhados.

As duas iniciativas decorreram com grande sucesso, destacando-se o entusiasmo e o envolvimento dos participantes, que contribuíram para um dia de celebração do turismo, da cultura e da promoção do território.

O Município de Anadia deixa um agradecimento público a todos os que participaram nestas atividades e se associaram à comemoração desta efeméride, reforçando a importância do turismo enquanto motor de valorização e desenvolvimento local.

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Relaxar ou cuidar da saúde nas termas não tem de começar apenas quando aparecem os primeiros sinais de stress ou uma doença. Pode começar muito antes, como uma forma privilegiada de melhorar a qualidade de vida e de reservar tempo para recompensar o corpo e a mente, em todas as idades.

É essa mudança de perceção que as Termas Centro de Portugal querem promover com o conceito “Entra em Modo Termal” – uma nova forma de apresentar e viver o termalismo, alinhada com o modo de vida contemporâneo e pensada para chegar a públicos de todas as idades, mantendo a água mineral natural e a saúde no centro da experiência.

A nova abordagem parte daquilo que distingue as termas de outras experiências de bem-estar: a água mineral natural, as suas características específicas e a sua utilização para fins terapêuticos e de bem-estar. A proposta é alargar a perceção do termalismo sem alterar a sua essência, mostrando que as termas podem ser procuradas tanto no contexto de tratamento como numa lógica de prevenção, recuperação e melhoria da qualidade de vida.

Para dar corpo ao conceito, as Termas Centro de Portugal têm em marcha uma campanha que já está presente em outdoors em vários pontos do país e que será reforçada no digital, incluindo um novo website e uma presença mais ativa nas redes sociais. Com mensagens como “Dá descanso ao scroll” ou “Põe o stress de molho”, a campanha adota uma linguagem mais contemporânea, procurando contrariar a associação do termalismo exclusivamente a públicos menos jovens ou a estadias prolongadas.

Artur Salvador, coordenador executivo da Inov@termas, entidade que lidera a estratégia PROVERE – Agenda para a Valorização dos Territórios Termais do Centro, explica que o objetivo é alterar uma perceção ainda muito instalada sobre o setor. “Durante muito tempo, o termalismo ficou associado sobretudo a uma determinada idade ou ao momento em que surge um problema de saúde. Mas o termalismo não deve começar quando aparece o problema. Deve entrar mais cedo na vida das pessoas, como aliado da prevenção, da saúde ativa e do bem-estar. Queremos ganhar anos de vida com qualidade”, sublinha.

“Hoje, nem todas as pessoas conseguem parar 14 ou 21 dias, mas isso não significa que devam deixar as termas para mais tarde. Pode ser um fim de semana, três dias ou uma pausa regular ao longo do ano. O importante é criar o hábito de parar antes de o corpo nos obrigar a parar”, acrescenta Artur Salvador.

Vítor Proença, presidente da Direção da Inov@termas, salienta que a nova proposta procura valorizar um recurso que distingue profundamente a Região Centro. “Temos um património termal extraordinário, construído em torno de águas com características próprias e de territórios muito diferentes entre si. O desafio é preservar essa identidade e, ao mesmo tempo, mostrar às novas gerações que este património continua atual e deve ter um papel cada vez mais importante na promoção da saúde e da qualidade de vida”, considera.

A água como ponto de partida

A nova proposta mantém a água mineral natural como elemento central das Termas Centro de Portugal. Afinal, são as características das águas e a sua utilização termal que diferenciam o termalismo de outras experiências de bem-estar e sustentam a tradição de tratamentos para diferentes indicações terapêuticas.

A água é também o ponto de partida para descobrir os territórios. Natureza, património, gastronomia, cultura e alojamento complementam a experiência termal, transformando uma ida às termas numa oportunidade para permanecer e conhecer melhor cada destino.

É esta relação entre água, saúde, bem-estar e território que as Termas Centro de Portugal querem reforçar, tanto junto dos públicos tradicionais como de novas gerações que procuram experiências associadas à prevenção, ao equilíbrio e à qualidade de vida.

 

Termas Centro de Portugal despertaram interesse na Termatalia

A valorização da água e das diferentes formas de viver a experiência termal esteve também em evidência na recente participação das Termas Centro de Portugal na Termatalia – Feira Internacional de Turismo Termal, Saúde e Bem-Estar, evento especializado que decorreu em Ourense, Espanha.

A presença, resultante de uma parceria entre a Inov@termas e a Turismo Centro de Portugal, teve como um dos momentos de destaque a “Thermal Water Experience”, uma prova de águas comentada conduzida por Ricardo Machado, sommelier de água das Termas de Monfortinho.

Na componente termal, estiveram em prova águas das Termas de Vale da Mó, Curia, Piedade e Monfortinho. Entre as águas minerais engarrafadas estiveram representadas Monfortinho, Vimeiro, Caramulo e Luso.

A participação incluiu ainda workshops de turismo e bem-estar e vários contactos com operadores e profissionais especializados.

“Tivemos oportunidade de realizar muitos contactos profissionais e percebemos também, pela reação dos visitantes, que existe uma grande curiosidade em conhecer melhor as nossas águas e as experiências que lhes estão associadas. A Termatalia mostrou-nos que existe espaço para apresentarmos o termalismo do Centro a públicos muito diferentes e para trabalharmos cada vez mais a sua dimensão internacional”, sublinha Artur Salvador.

 

Sobre as Termas Centro de Portugal

A rede Termas Centro de Portugal, cujo promotor líder é a Inov@termas – Centro de Inovação e Qualificação, é um projeto cofinanciado pelos programas operacionais Centro 2030, Portugal 2030 e pela União Europeia, no âmbito da Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE (Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos).

A rede reúne atualmente 20 estâncias termais: Águas–Penamacor, Alcafache, Almeida–Fonte Santa, Bicanho, Caldas da Felgueira, Caldas da Rainha, Carvalhal, Cró, Curia, Ladeira de Envendos, Longroiva, Luso, Manteigas, Monfortinho (em manutenção), Piedade, Sangemil, São Pedro do Sul, Unhais da Serra, Vale da Mó e Vimeiro (em manutenção).

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