Crónica de jogo por Plácido Silva: Azenha 0 x Sanguedo 2

Crónica do jogo Azenha-Sanguedo, disputado no dia 16 e que terminou com o resultado de 0-2
As equipas que alinharam e marcaram:
Azenha: Ricardo Dinis, Micael, Diogo André, Ruben Roseiro, Adriano (Diogo Marques/72), Ricardo Oliveira, Leandro Marques (Jorge Tomas/65), Francisco Costa (Roger/45), Miguel Silva, Tiago Melo (Danilo/45) e Luís Ribeiro (Capt). Treinador: Leal
Sanguedo: António, Mika-Gonçalo (capt), Amorim, Gomes, Brito, Sandro (Joel/45), Ruben, Pedro Ramalho (Rafael Ramalho/60), Bruno e Pedro Fontes (Tiago/60). Treinador: José Neves
Resultado ao intervalo 0-0, na final 0-2
Marcou: Rafael Ramalho aos 86 e 92 do Sanguedo
Arbitragem:  Fábio Miranda-Rafael Pereira e Paulo Alves
Disciplina: Amarelos para Micael/30, Leandro Marques/58, Diogo André/83 e Diogo Marques/35 do Azenha. Vermelhos para: Ricardo Oliveira/25 e Lampadinha/97, do Azenha.
Amarelos para Sandro/6-Gomes/45-Pedro Fontes\/53-Rafael Ramalho/68-Amorim/79 e Tiago/98, do Sanguedo.
O jogo de Taça normalmente é uma festa para todos os participantes, incluindo o público. Mas na tarde de domingo isso não aconteceu, também por culpa do árbitro, que não conseguiu estar na sua melhor tarde. Foi um acumular de erros, que se transmitiram aos jogadores e que fizeram faltas em catadupa, umas vezes eram sancionadas e outras não. Mesmo assim mostrou o cartão amarelo por 10 vezes. Melhores tardes virão.
Jogo onde se utilizou mais vezes o contacto físico em vez de se jogar à bola. Logo aos 6 minutos, com a amostragem do cartão amarelo, o árbitro tentou demonstrar que não deixava de sancionar as entradas mais duras.
Com a expulsão de Ricardo Oliveira aos 25, o jogo para o Azenha ficava mais complicado. Ao maior poder físico e atlético do Sanguedo, respondeu o Azenha com muita garra e não foi fácil aguentar a toada mais ofensiva do visitante (do pontapé para a frente). Com menos uma unidade o Azenha aguentou-se muito bem e só numa desatenção deixou que só aos 88 minutos, num cruzamento do lado direito, Ricardo não conseguiu deter uma cabeçada.
Outro golo surgiu aos 94′, numa jogada confusa dentro da área do Azenha e o mesmo jogador bisou. Trabalho heroico dos jogadores do Azenha, perante um adversário que, nesta tarde, lhes foi superior no poder da luta do corpo a corpo, pois que futebol viu-se pouco, para uma equipa que anda numa divisão acima.
Domingo regressa o campeonato, em que o Azenha recebe o Bom Sucesso.
Plácido Santos Silva
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