A Praça Marquês de Marialvas foi, no início do mês, o epicentro de um conjunto de iniciativas, todas com elevada afluência de pessoas da região. Depois de dois anos de interrupção devido à pandemia da Covid-19, as Feiras d’Outono voltaram em força, com a realização da Feira de Reduções, Feira do Mel, Feira do Artesanato e Feira das Antiguidades e Velharias. A estas juntou-se o espetáculo de criação artística sociocomunitária “Thalassos”, com duas sessões junto aos Paços do Concelho, ambas com lotação esgotada.
“Já todos tínhamos saudades de ver esta praça central da cidade com tanta vivacidade. Estas iniciativas cumprem uma dupla função: por um lado proporcionar momentos de lazer à população, por outro, ajudar os produtores e comerciantes a escoarem os seus produtos“, explica a presidente da Câmara Municipal.
“Regozijo-me, igualmente, com a vitalidade do nosso movimento associativo, que assume um papel preponderante na dinâmica e afirmação nestas iniciativas“, acrescentou.
Ao longo da praça, a população teve à disposição um conjunto variado de artigos de vestuário, calçado, bijutaria, artigos para lar, doçaria, entre outros. A estas dinâmicas associou-se um Street Food Festival.
Com um contributo decisivo para a elevada adesão às Feiras d’Outono, o espetáculo de criação artística sociocomunitária “Thalassos” teve as duas sessões esgotadas. A peça surge no âmbito da programação cultural em rede “O Mar que Nos Une”, com exibições dos municípios de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira, e desenvolve uma narrativa em torno deste emblemático elemento que tem acompanhado a evolução das comunidades ao longo de todos os tempos – o mar.
As Feiras d’Outono tiveram organização partilhada entre o Município de Cantanhede e a Associação Empresarial de Cantanhede, com o apoio da União das Freguesias de Cantanhede e Pocariça.