Noble, Ruy de Carvalho, Virgílio Castelo, Márcia e Dan Livingstone em programação na Mealhada

Entre janeiro e junho deste ano, o Cineteatro Messias vai continuar a celebrar a cultura em toda a sua diversidade. Pelo seu palco vão passar grandes nomes da música, do teatro, da comédia e da dança como João Baião, Luís Franco-Bastos, Noble, Ruy de Carvalho, Luís Osório, Teresa Guilherme, Virgílio Castelo, Teresa Salgueiro, Márcia e Dan Livingstone.

“A aposta na Cultura, aqui no Cineteatro e, em geral, no Município, é um dos eixos estruturantes do nosso programa. É um bom investimento e uma mais-valia para o concelho. E é com enorme satisfação que ouvimos referir a Mealhada, fora do município, como um importante dinamizador cultural, seja com artistas de âmbito nacional – e até internacional como é o caso da digressão de Dan Livingston – seja com a abertura às nossas coletividades”, sublinhou António Jorge Franco, presidente da Câmara da Mealhada, na conferência de imprensa de apresentação da programação para o primeiro semestre, realizada no Cineteatro Messias.

Este semestre segue a linha programática do último ano: diversidade de espetáculos – do canto à música, da dança ao teatro, da comédia ao musical infantil ou à stand-up comedy -, com múltiplos registos capazes de agradar a diferentes públicos. “Apraz-nos muito dizer que o Cineteatro Messias adquiriu já uma centralidade em termos regionais. Esta é uma casa de cultura, com uma enorme diversidade de propostas, das comerciais às mais experimentais, procurada por grandes artistas nacionais e que alberga também as produções das nossas coletividades”, salientou Gil Ferreira, vereador da Cultura.

Em janeiro, o público conta, no dia 20, com a peça “A Aia”, da companhia de teatro Caixa de Palco, adaptada do conto de Eça de Queirós, e, a 28, com um espetáculo de dança de Vanessa Cunha, que terá, na primeira parte, a participação das duas escolas de dança do concelho – Academia de Dança do Hóquei Clube da Mealhada e Dance With Heart. A Caixa de Palco volta ao Cineteatro Messias, no dia 3 de fevereiro, com a peça de teatro “O Príncipe Nabo”, criada a partir da obra de Ilse Losa, e, a 26 de março, integra, juntamente com as companhias de teatro do concelho Aguarela de Memórias, Grupo Cénico de Santa Cristina e Oficina de Teatro do Cértima, o espetáculo de comemoração do Dia Mundial do Teatro “Uma lenda nunca vem só”.

 

Teatro com Ruy de Carvalho, Virgílio Castelo e Teresa Guilherme

Um dos grandes destaques na área do teatro é Ruy de Carvalho, que sobe ao palco a 18 de março. Depois de ter integrado a peça “A Ratoeira”, que esteve em cena no Cineteatro Messias em fevereiro deste ano com casa esgotada, aquele que é considerado a figura máxima do teatro em Portugal vai abrir o seu coração e contar histórias inéditas da sua longa e inspiradora carreira. No mesmo registo a solo, Teresa Guilherme apresentará um espetáculo, no dia 29 de abril, sobre o fascinante mundo das mulheres, depois do tremendo sucesso de “Os Monólogos da Vagina”, que passou igualmente por esta casa de espetáculos, em 2021, com três sessões esgotadas. Ainda em abril, no dia 15, o Cineteatro Messias acolhe “Ficheiros Secretos”, de Luís Osório, considerada a proposta cultural mais surpreendente dos últimos anos. No espetáculo concebido a partir do livro com o mesmo nome, que escreveu há um ano, o jornalista e escritor irá convocar para palco fantasmas e memórias de personagens que marcaram a história recente de Portugal e desencadear no público motivos para rir e chorar, para se comover e indignar. Em maio, a 13, o ator, autor e encenador Virgílio Castelo, ao lado da jornalista e escritora Maria Elisa Domingues, dará vida à peça de teatro “Love Letters”, que retrata uma história de amor.

Música com Márcia, Teresa Salgueiro, Noble e Dan Livingstone

Na música, logo no dia 4 de fevereiro, chega um espetáculo de homenagem a uma das bandas mais emblemáticas de sempre – os Dire Straits – onde serão recriadas as músicas que a voz e guitarra de Mark Knopfler tornaram inesquecíveis. Segue-se, no dia 25, Noble, um dos artistas mais proeminentes em território nacional, como comprovam os êxitos alcançados com “Honey”, que atingiu o primeiro lugar da tabela dos temas mais tocados nas rádios, ou “Beautiful”. Depois, é a vez do artista internacional Dan Livingstone, um guitarrista de topo vindo do Canadá, que irá transportar o público por uma viagem no tempo, passando pelo ragtime, swing, blues e folk mais tradicional. Na primeira parte do seu concerto, atuará PAMA, músico residente na Mealhada.

No primeiro dia de abril, Teresa Salgueiro, ex-vocalista dos Madredeus e uma das vozes mais prestigiadas da música portuguesa, pisará o palco do Cineteatro Messias para um concerto que refletirá a influência de compositores e intérpretes que marcaram o nascimento da democracia em Portugal. No dia 20 de maio, Márcia, cantora já considerada um dos maiores talentos da composição em língua portuguesa, brindará o público com um concerto emotivo, íntimo e ao mesmo tempo impactante, onde apresentará o seu disco novo “Picos e Vales”.

 

Musicais infantis e espetáculo de stand-up comedy

A programação do primeiro semestre de 2023 também promete diversão para todas as idades. No dia 11 de fevereiro, há stand-up comedy, com Luís Franco-Bastos. Em “Diogo”, um relato e uma desconstrução de experiências, memórias e questões íntimas e familiares, o humorista promete virar o espetáculo para si próprio como nunca o fez.

Um mês depois, a animação estará garantida para os mais novos com o musical infantil “Os Três Porquinhos”, uma história não só de família e amor, mas também de aprendizagens. A 28 de maio, na semana em que se comemora o Dia Mundial da Criança, haverá novo espetáculo infantil com “Pinóquio – Uma aventura musical”, no qual, além do nariz desta personagem, vão crescer muitos sorrisos, gargalhadas e suspiros.

“A programação aqui apresentada – com 20 grandes espetáculos até final de maio – reflete a política cultural seguida no último ano e que queremos que perdure em 2023: multiplicidade de registos artísticos, uns mais mainstream, com uma e duas lotações esgotadas, outros de públicos mais restritos, mas importantíssimos para garantia de uma heterogeneidade cultural”, sintetizou Gil Ferreira, vereador da Cultura, sublinhando a abertura à comunidade e às associações artísticas locais.

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