Reabilitação e ampliação da Casa Verde em Oliveira do Bairro está em fase de projeto

O Projeto de Execução da Reabilitação e Ampliação da Casa Verde, em Oliveira do Bairro, já se encontra em fase de elaboração. Recorde-se que o edifício albergava o Tribunal de Família e Menores que, entretanto, foi instalado temporariamente no segundo piso do edifício dos Paços do Concelho de Oliveira do Bairro.

De acordo com Duarte Novo, Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, “o objetivo é que o Tribunal de Família e Menores regresse à Casa Verde, que contará com melhores condições de utilização, quer para quem ali trabalha, quer para a população em geral”. “Acreditamos que a empreitada possa iniciar-se ainda no primeiro semestre de 2023”, acrescentou o autarca.

A elaboração do Projeto de Reabilitação e Ampliação da Casa Verde foi adjudicado pelo valor de 40 mil euros (acrescidos de IVA). Relativamente à execução da empreitada, Duarte Novo referiu que a previsão era de um valor abaixo de um milhão de euros, em investimento próprio do Município, “que poderá ter que ser revisto em alta, face à inflação que também atinge o setor da construção”.

A intervenção vai centrar-se na execução de obras de reabilitação e ampliação do edifício existente, no sentido de melhorar significativamente as condições de utilização.

A área de ampliação do edifício vai contar com um espaço de Arquivo com 100 m2, Secretaria, Sala de Testemunhas, Sala de Audiências de 60 m2, Sala de Mandatários, área de acolhimento de crianças, sala para técnicos que permita a visualização da área de acolhimento, quatro gabinetes e instalações sanitárias.

A área do edifício que será reabilitada contará com uma Sala de Espera para o público, Sala de Reuniões, Sala de Videoconferência, Sala Polivalente, Gabinete de Secretário, Secretaria, Atendimento, Copa e Arrumos.

Nas especificações técnicas definidas pelo Município para a elaboração do projeto de execução, são referidos os parâmetros a privilegiar, nomeadamente a incorporação de estratégias construtivas e técnicas, numa lógica de arquitetura sustentável, revestindo-se de uma natureza mais ecológica; a facilidade de manutenção, nomeadamente ao nível da escolha de tecnologias construtivas e materiais de acabamento que garantam, pelas suas características, a máxima eficiência e durabilidade em função das ações a que virão a ser sujeitas; e a otimização do consumo de água, recorrendo a sistemas de energias alternativas, como seja a recolha e utilização da água da chuva para rega dos espaços verdes e descargas de sanitas, e na utilização de recursos energéticos renováveis, como o aproveitamento da energia solar/geotérmica, seja para utilização na rede de água quente, seja para o conforto térmico dos espaços interiores.

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