É em janeiro que começam a preparar o ano letivo seguinte ou, muitas vezes, até mais cedo. A Escola Profissional de Anadia, dirigida por Adriano Aires, tem anos de história e provas dadas em matéria de educação.
“Este ano letivo, até agora, correu bem. Não houve sobressaltos e, apesar de ainda sentirmos os efeitos da pandemia, esta já não mexeu com o nosso dia-a-dia. Foram tempos difíceis, principalmente para os cursos mais práticos e dependentes de materiais. O acompanhamento em casa também faz a diferença e, como sabemos, não é igual em todas as famílias”, explicou-nos o diretor. Adriano Aires confessa que estão ainda a ganhar o ritmo que tinham antes da pandemia.
Para o ano letivo 2023/24 vão apresentar a mesma oferta formativa. Adriano Aires acredita que as escolas têm que se especializar em determinadas áreas e esta rotina de formação permite ter recursos humanos com mais estabilidade e equipamentos melhores.


O diretor diz-nos ainda que gostava de ter uma ponte maior para a sociedade, de fazer dias abertos para sensibilizar para áreas que nunca tinham pensado, terem a possibilidade de trazer as empresas à escola, para que a sinergia entre a escola e empresas fosse cada vez maior. Entende que a cozinha e restauração deviam ser mais exploradas e que a escola podia ser lugar para um fórum de discussão.
“A escola, mais do que um lugar de aprendizagens, tem que ser um local de troca de experiências”, refere.
A Escola Profissional de Anadia tem neste ano letivo 275 alunos de várias nacionalidades. Sobre o futuro, Adriano Aires ainda não tem a decisão tomada, mas esta esta está pendente da aprovação, ou não, do Centro Tecnológico, que será conhecida em setembro.

