Home » Archives for Salome Dias » Page 19
Author

Salome Dias

O 231 Fest – Festival da Juventude reuniu milhares de jovens e visitantes, nos dias 24 e 25 de julho, na Quinta do Murtal, na Mealhada, confirmando o crescimento do evento e a sua afirmação como uma referência regional, numa edição marcada pela forte adesão, pela energia do público e pela diversidade do cartaz.

Os primeiros indicadores apontam para uma edição muito participada, confirmando o crescimento sustentado do evento e a sua afirmação como uma referência regional entre os festivais dirigidos ao público jovem.

A Quinta do Murtal foi novamente o ponto de encontro não só da juventude, mas também de muitos visitantes que se deslocaram ao concelho para assistir ao festival. Para além da forte presença de jovens da Mealhada e de outros concelhos, o festival contou também com a participação de várias famílias, que acompanharam os seus filhos e partilharam esta experiência.

Ao longo dos dois dias, o 231 Fest reuniu música, convívio e partilha, num ambiente marcado pela alegria, pelo respeito e pelo sentido de comunidade. O cartaz destacou-se pela diversidade, conjugando artistas nacionais de renome, como ProfJam, Zanova e Wet Bed Gang, com talentos locais e emergentes, numa aposta clara na valorização da música e da criação artística em diferentes dimensões.

A realização do festival representou o culminar de cerca de sete meses de preparação, envolvendo dezenas de reuniões e muitas horas de planeamento, organização e trabalho por parte das várias equipas e entidades envolvidas, com destaque para a Zona 231, estrutura que mobiliza e envolve diretamente os jovens neste processo.

A Zona 231 tem assumido um papel central na política municipal de juventude, procurando dar voz aos jovens, ouvir as suas propostas e promover a sua participação ativa na construção das decisões que lhes dizem respeito. É neste enquadramento que o 231 Fest se afirma como um projeto construído com e para os jovens do concelho, uma visão que tem sido reforçada pelo executivo municipal.

“Quando assumi este pelouro, o compromisso foi dar continuidade a um projeto que já constituía uma referência e continuar a acreditar que as políticas de juventude devem ser construídas com os jovens e não apenas para os jovens. O sucesso desta edição demonstra que estamos no caminho certo”, afirma Nuno Veiga, vereador da Câmara da Mealhada.

Segundo o responsável pelo pelouro da Juventude, “a maior recompensa foi ver milhares de jovens viverem o festival com alegria, respeito e sentido de comunidade, assim como verificar a presença de muitas famílias, acompanhando os seus filhos e participando neste ambiente de festa”.

Também para os voluntários, o festival assume um significado especial, conforme destaca Joana Mariano, voluntária da Zona 231: “Concluímos mais uma edição do 231 Fest, um festival que voltou a trazer grandes artistas nacionais ao nosso palco e que reflete o caminho que temos vindo a construir. Para nós, voluntários, este é, sem dúvida, um dos momentos mais importantes do ano. É nestas noites que nos reencontramos, trabalhamos lado a lado e damos o nosso melhor por um objetivo comum. O 231 Fest é feito por todos nós, porque cada um contribui para a sua criação, crescimento e evolução”.

O Município da Mealhada agradece o empenho dos trabalhadores municipais, dos jovens voluntários da Zona 231, dos artistas e parceiros, bem como das equipas de segurança privada, dos Bombeiros Voluntários da Mealhada e da Pampilhosa, da Guarda Nacional Republicana, da delegação da Cruz Vermelha do Concelho da Mealhada e de todas as entidades que contribuíram para que a edição decorresse com organização, qualidade e responsabilidade.

A edição de 2026 encerra com o olhar já posto em 2027, reforçando o compromisso de continuar a afirmar o 231 Fest – Festival da Juventude como um espaço de encontro, expressão e participação jovem.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

O programa Adota+, promovido pela Câmara Municipal de Cantanhede, já permitiu a adoção de 70 animais de companhia desde o início deste ano, um número que praticamente iguala o total de 78 adoções registadas durante todo o ano anterior, confirmando o impacto crescente da iniciativa na promoção da adoção responsável dos animais acolhidos no Centro de Recolha Animal de Cantanhede (CRAC).

Desde o início do ano foram adotados 70 animais, 42 cães e 28 gatos, estando neste momento para adoção 60 cães e 24 gatos.

A divulgação dos animais disponíveis para adoção é feita através do Facebook do CRAC, de visitas a este Centro pelos adotantes, ou pela sua abertura em períodos fora do horário normal, por exemplo ‘open days’ e algumas visitas agendadas.

Os titulares de animais adotados têm um conjunto de vantagens, nomeadamente descontos e ofertas, mediante a apresentação do documento comprovativo no momento da compra.

Os interessados em adotar têm de preencher um questionário informal sobre o alojamento do animal e ainda assinar um termo de responsabilidade.

Estas etapas visam garantir que os animais sejam entregues a famílias preparadas e conscientes.

O Adota + permite um acompanhamento contínuo dos animais adotados, facilitando a atualização de dados no sistema de identificação eletrónica (SIAC) e incentivando a adoção responsável e duradoura.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

O Município de Anadia levou a efeito, durante o mês de julho, mais uma edição do “Cinema em Rede na Nossa Terra”, no âmbito do Plano de Ação da Rede Social para o ano de 2026, e que decorreu no Cineteatro Anadia.

A iniciativa contou com duas sessões, uma, no dia 10 de julho, com a projeção do filme “Toy Story 5”, e uma segunda, no dia 24 de julho, com o filme “Mininos e Monstros”, nas quais participaram os utentes da área da infância de IPSS do concelho, bem como algumas famílias acompanhadas pelo SAAS, e ainda as crianças/jovens do “Projeto Ser + em Anadia” e as que frequentam as “Férias Desportivas e Culturais” promovidas pelo Município de Anadia, num total de cerca de 450 crianças em cada sessão.

A atividade teve como intuito promover momentos lúdicos e de lazer, assim como integrar agregados familiares mais desfavorecidos, proporcionando-lhes uma experiência divertida e enriquecedora.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

O tenista anadiense Carlos Neves venceu o escalão de +55 anos no 3.º torneio Grand Slam de veteranos, que decorreu entre os dias 25 e 26 de julho, nos courts de piso rápido do Clube de Ténis de Ovar. A prova, de nível C e disputada sob a égide da Federação Portuguesa de Ténis, contou com a participação de 22 atletas distribuídos pelos escalões de +35, +45 e +55 anos masculinos.

Na final, Carlos Neves, atual número 37 do ranking nacional e primeiro cabeça de série, levou a melhor sobre Terry Kao, jogador japonês radicado em Vila Nova de Gaia e número 193 do ranking. O encontro, o mais longo do torneio, prolongou-se por 2 horas e 50 minutos, terminando com os parciais de 7-5 e 7-5, num duelo marcado pelo equilíbrio.

A representar o Grupo Desportivo e Cultural da CIRES, de Estarreja, o atleta de Anadia confirmou o favoritismo ao longo da competição. Nas meias-finais, havia já ultrapassado outro adversário japonês residente em Portugal, Le Jenn Jia, do Clube de Ténis de Guimarães, com um triunfo em dois sets (6-1 e 7-5), após 1 hora e 50 minutos de jogo.

Este foi o segundo momento de destaque para Carlos Neves no mês de julho, depois de ter atingido a final do Torneio de Verão, realizado a 19 de julho, no Clube de Ténis de Paços de Brandão. Nessa ocasião, o anadiense saiu derrotado frente a André Prata, atleta do Estrela Vigorosa e número 91 do ranking nacional, com os parciais de 6-2 e 7-5, num encontro com a duração de 2 horas e 20 minutos.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

O AgitÁgueda encerrou, no passado dia 26 de julho, mais uma edição de enorme sucesso, confirmando o seu estatuto como um dos mais emblemáticos festivais de verão de Portugal e uma das maiores marcas de promoção territorial do concelho. Durante 24 dias, Águeda voltou a transformar-se num grande palco a céu aberto, onde a música, a arte urbana, a criatividade, a cultura e a animação de rua deram vida a uma programação diversificada que atraiu milhares de visitantes de todo o país e do estrangeiro.

A edição de 2026 terminou da melhor forma, com um memorável concerto da artista norte-americana LP, seguido de um espetáculo de fogo de artifício que encerrou um mês de experiências, emoções e muitos momentos partilhados. Apesar do encerramento da programação, as emblemáticas instalações artísticas do festival, incluindo a multicor dos guarda-chuvas, permanecerão até 30 de setembro, continuando a atrair visitantes e a promover Águeda durante os próximos meses.

Para Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, o crescimento do AgitÁgueda representa um caso exemplar de transformação urbana e de afirmação territorial, através da cultura e do dinamismo turístico.

“O AgitÁgueda ultrapassou as fronteiras e, hoje, é um marco e uma imagem também do nosso país. Se tivéssemos de escolher um evento que tivesse transformado uma terra, o AgitÁgueda seria um exemplo perfeito disso”, declarou, salientando que Águeda tem assistido, nos últmos anos, a um crescimento acelerado do evento, visível pela quantidade de pessoas que visitam o concelho, “ criando riqueza para o concelho e dinamizando toda a economia local”.

O Edil sublinha que “as imagens coloridas dos chapéus, bem como depois do Pai Natal gigante e dos chapéus iluminados no inverno, são marcantes e ficam na retina das pessoas, despertam curiosidade e fazem com que regressem, ano após ano”.

Também Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda e responsável pela organização, faz um balanço muito positivo desta edição, destacando o envolvimento das pessoas e o impacto do festival. “Foram 24 dias fantásticos, que nos deixam profundamente orgulhosos, de todos, da equipa, que apesar de pequena fez um trabalho extraordinário, e por vermos milhares de pessoas a celebrar connosco até ao último momento”.

Para o também Vereador da Cultura e da Promoção do Território, o maior sucesso do AgitÁgueda continua a medir-se pela felicidade de quem o vive. “O que mais vi durante estes dias foi o sorriso das pessoas. Isso é o mais recompensador. O AgitÁgueda é original e vale a pena porque cria memórias”, reforçou.

Edson Santos recorda ainda a profunda transformação que o festival provocou na cidade ao longo das últimas duas décadas, salientando que o que iniciou por ser um evento de Águeda, transformou-se num festival da região e uma referência nacional. “Há um antes e um depois do AgitÁgueda. Antes, muitos jovens saíam de Águeda durante o verão; hoje ficam, trazem os amigos e mostram-lhes aquilo que a cidade tem para oferecer, onde em cada canto acontece alguma coisa: um concerto, uma performance, literatura, instalações artísticas. É verdadeiramente um festival de rua”.

PUBCultura, criatividade e experiências para todos

A edição de 2026 voltou a apresentar uma programação abrangente e transversal, reunindo alguns dos maiores nomes da música nacional e internacional. Pelo palco principal passaram artistas como Mariza, Dillaz, Gipsy Kings, Gente de Zona, Inner Circle, LP, Nuno Ribeiro, Carolina de Deus, Marisa Liz, Santamaria, The Legendary Tigerman e Paulo de Carvalho, entre muitos outros, bem como projetos emergentes, DJs e programação after hours.

Mas o AgitÁgueda continua a afirmar-se muito para além da música e dos concertos. Ao longo do mês de julho, as ruas da cidade acolheram dezenas de iniciativas de arte urbana, performances, animação, literatura, gastronomia, atividades desportivas e propostas dirigidas às famílias, criando um ambiente único onde residentes e visitantes viveram a cidade de forma permanente.

Entre os momentos mais marcantes destacaram-se o Carnaval Fora d’Horas e o Color Day, o Moto Parade, o Encontro de Estátuas Vivas, a Feira de Artesanato, as tradicionais tasquinhas, o Agita Kids e a piscina fluvial. A Festa no Parque e o Festival i “conduziram” artistas, escritores e performers no Parque Municipal de Alta Vila, atraindo visitantes e curiosos.

Uma das novidades desta edição foi o Palco 2, dedicado aos projetos emergentes e ao movimento associativo local, que rapidamente conquistou público e participantes.

 

Arte urbana continua a crescer

O AgitÁgueda voltou igualmente a reforçar a posição de Águeda como referência nacional na arte urbana. No arranque do festival foi inaugurado um novo mural da autoria de Francisco Fonseca, inspirado na memória arquitetónica da cidade. A obra integra agora o roteiro de arte urbana do concelho e estabelece um diálogo entre a transformação urbana e a preservação da memória coletiva, evocando edifícios que marcaram a identidade de Águeda e que o tempo foi alterando ou fazendo desaparecer.

A criatividade e a participação estiveram igualmente presentes com o lançamento do Águeda Impact Fashion, projeto desenvolvido pela Impact Models Agency em parceria com o Município de Águeda.

Mais do que um desfile de moda, esta iniciativa pretende promover a inclusão, a valorização das pessoas e a participação comunitária, envolvendo cidadãos de todas as idades num percurso que continuará ao longo dos próximos meses através de castings, workshops, ações junto das IPSS, comércio local e diversas atividades, culminando num grande desfile no Centro de Artes de Águeda, em janeiro de 2027.

 

Um festival que conquista artistas e visitantes

A dimensão do AgitÁgueda continua igualmente a refletir-se nas reações de quem passa pelo festival. No final do concerto de encerramento, LP destacou a forma como foi recebida em Portugal, sublinhando o ambiente acolhedor vivido em Águeda. Também Paulo de Carvalho, que foi “a voz” de um dos três espetáculos que juntou artistas renomados ao lado das Bandas Filarmónicas do concelho, deixou palavras de apreço pelo festival, considerando importante esta ligação com as bandas que contribui para incentivar as novas gerações de músicos.

“É sempre muito bom voltar aqui, que é um palco grande para muita gente”, disse Marisa Liz, que atuou também ao lado de uma banda do concelho, sublinhando que no palco do AgitÁgueda foi “juntar corações por uma coisa que gostamos de fazer, que é música”.

Entre os visitantes, multiplicaram-se os testemunhos de entusiasmo. Um viajante da Coreia do Sul, que se encontrava a realizar um documentário sobre Portugal, descreveu os guarda-chuvas coloridos como “uma sensação muito intensa”. Já uma turista colombiana explicou que decidiu visitar Águeda precisamente por causa do festival e das instalações artísticas, destacando a beleza das ruas, das paisagens e das cores da cidade.

Nas redes sociais sucederam-se igualmente centenas de mensagens elogiosas, entre as quais “Foi brutal, espetacular! Obrigada por marcar a diferença”, “Obrigada AgitÁgueda, até para o ano” ou “Dos melhores concertos de sempre do AgitÁgueda”, numa referência ao espetáculo de encerramento.

 

Rumo aos 20 anos

Com o encerramento da edição de 2026, o Município de Águeda inicia já a preparação da próxima edição, que decorrerá entre 3 e 25 de julho de 2027, ano em que o AgitÁgueda celebrará duas décadas de existência.

Edson Santos garante que a edição comemorativa trará novidades. “Está na altura de criar coisas diferentes. No próximo ano teremos um AgitÁgueda ainda melhor, ainda mais criativo e diferente de tudo o que existe à nossa volta. Queremos que quem venha a Águeda leve consigo uma memória que só aqui consegue criar”.

Vinte anos depois, o AgitÁgueda continua a afirmar-se como muito mais do que um festival. É hoje uma marca identitária de Águeda, um motor de dinamização económica, cultural e turística e um projeto que transformou a cidade, reforçou a sua projeção internacional e consolidou um modelo assente na criatividade e na capacidade de criar experiências únicas e memórias duradouras.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A Câmara da Mealhada tem abertas, até ao dia 15 de setembro, as candidaturas ao apoio financeiro destinado às associações culturais e recreativas do concelho, no âmbito do Programa de Apoio ao Associativismo Cultural e Recreativo (PAACR).

As candidaturas decorrem exclusivamente em formato digital, através do Portal das Associações Culturais e Recreativas da Mealhada, uma plataforma criada em 2024 com o objetivo de simplificar procedimentos, promover a desburocratização administrativa e reforçar a participação do movimento associativo. Através deste portal, é possível efetuar o Registo Municipal das Associações (RMA) e submeter as candidaturas aos apoios anuais. Todas as informações relativas ao programa serão igualmente enviadas por correio eletrónico às associações inscritas no RMA.

As candidaturas devem ser acompanhadas da cópia do relatório de atividades do ano anterior, aprovado em Assembleia Geral, da respetiva ata de aprovação, de fotocópia do Cartão de Pessoa Coletiva válido e de fotocópia dos Estatutos, conforme previsto nas normas do PAACR, disponíveis no referido portal e no sítio do Município.

O Setor da Cultura da autarquia prestará apoio técnico na utilização da plataforma, sempre que solicitado, devendo os processos ser previamente preparados e devidamente instruídos pelos candidatos.

O PAACR visa apoiar o movimento associativo local, reconhecendo o seu papel na dinamização cultural e social do concelho, bem como no reforço da coesão comunitária e do desenvolvimento local.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

O Município de Anadia emitiu parecer desfavorável ao pedido, formulado pela empresa Aldeia S.A., de atribuição de uma área destinada à prospeção e pesquisa de depósitos minerais de areias siliciosas e argilas especiais, para uma área superior a 150 hectares, designada de “Toutedo N2”, abrangendo as freguesias de Vila Nova de Monsarros e da União de Freguesias de Tamengos, Aguim e Óis do Bairro. Esta tomada de posição foi aprovada na reunião de Câmara realizada no passado dia 23 de julho.

A área abrangida pela prospeção desenvolve-se a sul do aglomerado de Monsarros e da Zona Industrial Almas das Domingas e acompanha o curso do Rio da Serra e a Estrada Municipal 235 até à entrada no aglomerado de Vila Nova de Monsarros. Nesta área a ocupação do solo é predominantemente florestal, apresentando ainda, pequenas áreas de ocupação agrícola.

O Município alerta para um previsível impacto no abastecimento de água, uma vez que, pelo PDM em vigor, a zona abrangida colide com uma conduta em alta, assim como com um reservatório. Acresce a este facto, a área adjacente culminar com o lado esquerdo do rio da Serra, assim como apanha toda a sua bacia hidrográfica e um reservatório. O Município de Anadia tem, a jusante, mais duas captações que dependem desta origem e abastecem, essencialmente, a zona urbana da cidade, hospital, IPSS e demais entidades.

No documento aprovado, o Município manifesta-se preocupado, também, para os impactos que este tipo de exploração pode causar nas populações e no ambiente, salientando que “enfrentam desafios diretos à sua qualidade de vida”, sublinhando que “a exposição a partículas em suspensão e águas contaminadas aumenta a incidência de doenças respiratórias, dermatológicas e intoxicações, por metais pesados. A própria libertação de poeiras, gases de escape de maquinaria pesada e o ruído de explosões afetam, igualmente, a fauna local, tal como as populações vizinhas, o que prevalece neste caso, pela proximidade às localidades de Monsarros, Vila Nova de Monsarros, Grada e Aguim”.

O parecer refere ainda que a prospeção de inertes pode levar “à destruição de uma das mais importantes fontes de matéria-prima, no setor florestal, com forte impacto nos resultados do complexo agroflorestal, uma vez que 95% da área está classificada como Espaço Florestal de Produção”.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

Na passada semana, a SUNO – Movimento Pela Imagem deu continuidade ao projeto Lugar Aberto_Curia, através da realização de uma série de retratos fotográficos dedicados às pessoas mais idosas que vivem na Curia.

Ao longo de três dias, a equipa do projeto percorreu a vila para conhecer e fotografar alguns dos seus habitantes, estabelecendo momentos de conversa e partilha que deram origem a retratos realizados nas suas casas, nos locais onde ainda desenvolvem a sua atividade ou em espaços emblemáticos da Curia. Mais do que um registo fotográfico, esta iniciativa procurou valorizar as memórias, os percursos de vida e a identidade de uma comunidade profundamente ligada ao território.

No passado domingo, e assinalando o Dia dos Avós, a associação promoveu também uma oficina intergeracional de Fotografia Pinhole, no Posto de Turismo da Curia. Avós e netos construíram câmaras fotográficas a partir de desperdícios de bambu, experimentaram a fotografia analógica em papel fotográfico preto e branco e revelaram manualmente as suas imagens numa câmara escura improvisada para o efeito.

O projeto Lugar Aberto_Curia pretende aproximar a fotografia da comunidade através de processos fotográficos históricos e experimentais, criando momentos de encontro, aprendizagem e criação partilhada entre diferentes gerações.

A realização destas iniciativas contou também com o envolvimento de parceiros locais: a Curia & Tradição assegurou os momentos de pausa da oficina intergeracional, a Clínica de Saúde Provida proporcionou uma sessão de fisioterapia a cada uma das pessoas retratadas, num gesto de reconhecimento e cuidado para com os participantes do projeto, e o Alojamento Local Torres da Vila cedeu o bambu utilizado na construção das câmaras pinhole, reforçando um espírito de proximidade, colaboração e valorização dos recursos locais.

Os retratos realizados durante esta residência artística serão apresentados ao público numa exposição a inaugurar em outubro, no Posto de Turismo da Curia, em data a anunciar. O projeto terá ainda continuidade em setembro, com a realização de uma nova oficina de Fotografia Pinhole, desta vez aberta ao público em geral.

O projeto é apoiado pela CCDR Centro e conta com a parceria do Município de Anadia e da bam•bu bicycles, demonstrando como a colaboração entre instituições, empresas e comunidade pode contribuir para a valorização do património humano e cultural da Curia.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A Praia Fluvial dos Olhos da Fervença, na freguesia de Cadima, no concelho de Cantanhede, voltou a receber o evento cultural “Curtição do Tremoço”, num evento que vai já na sua quarta edição e que este ano foi parte integrante da programação geral da “Animação de Verão 2026” do Município de Cantanhede.

As “Matinés Sunset” foram realizadas entre 19 de Julho e 26 de julho, com vários espetáculos e performances de áreas artísticas em ascensão, sem esquecer as tradições da região, mais propriamente a conservação, valorização e (re) interpretação o seu património material e imaterial.

Segundo a organização, “a adesão e participação ativa do público foi muito positiva, provando mais uma vez que é possível enraizar hábitos na agenda, envolver públicos e usufruir dos espetáculos com uma valorização ambiental da área envolvente, tendo em conta que o espelho de água, as zonas de areia, as esplanadas nos terraços, as bancadas relvadas em socalco dão a este espaço uma funcionalidade de anfiteatro natural que nos apaixona”.

PUBAinda segundo a organização, “a filosofia base desta abordagem cultural, social e ambiental continua a ser a de criar pontes entre tradição e inovação, bem patente no duplo significado do título o projeto, havendo ainda todo um caminho aliciante a percorrer de rentabilização de recursos locais e regionais”. Como destaques da edição deste ano, referem a boa receção e envolvimento do público em espetáculos como “as performances teatrais itinerantes do Grupo de Teatro da ACDC, os dj sets da Lúcia-Lima Som Sistema, do projeto “Marulho” e da All Together Now, o teatro musical infantil “Pirata Grau & Friends”, os discos pedidos com dedicatórias, a Rádio canta Nhede, as entrevistas sobre a história do Vespa Clube Paperinos, entre outros”. A edição de 2027 já começa a ser projetada, sendo que, segundo a organização, “as expetativas são naturalmente altas, no que respeita às novidades que poderemos apresentar, o que nos deixa sempre motivados”.

A “Curtição do Tremoço” voltou assim a afirmar-se como um dos eventos de verão mais singulares da região, conjugando património, natureza e criação artística contemporânea. O objetivo primordial da iniciativa passa por contribuir significativamente para a promoção do conhecimento, turismo e prestígio mediático deste espaço a nível local, regional e nacional, proporcionando experiências culturalmente construtivas, artisticamente diferenciadoras e socialmente marcantes aos visitantes.

A organização envolve várias associações da freguesia de Cadima em parceria. tais como a Lúcia Lima Associação Cultural, a Associação Cultural e Desportiva do Casal, o Vespa Clube Paperinos, para além do Bar Olhos, contando com o apoio do Município de Cantanhede e da Junta de Freguesia de Cadima.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A Blackjack-Bairrada voltou a destacar-se, desta vez em território nacional, ao encerrar o 36.º Grande Prémio do Minho com uma prestação de excelência. A vitória de Guilherme Santos na 4.ª e última etapa permitiu-lhe conquistar a Classificação Geral Individual e por Pontos, enquanto a consistência e o forte espírito coletivo demonstrados pela equipa ao longo dos quatro dias de competição garantiram também a conquista da Classificação Geral por Equipas. Em destaque esteve ainda Gustavo Oliveira, venceu a Classificação Geral dos Sprints Especiais.

A prova, disputada entre os dias 16 e 19 de julho, contou com a participação de André Jarmela, Guilherme Santos, Gustavo Oliveira, Martim Campos, Rodrigo Conceição e Vasco Silva. Ao longo de quatro exigentes etapas, os corredores percorreram um total de 363,70 quilómetros pelas estradas da região minhota.

Na etapa inaugural, entre Braga e Felgueiras, com 79,2 quilómetros, Martim Campos foi o melhor corredor da Blackjack-Bairrada ao cortar a linha de meta na 3.ª posição. Na 2.ª etapa, disputada num percurso de 94,1 quilómetros, com partida e chegada em Melgaço, Guilherme Santos foi o melhor corredor da estrutura bairradina, terminando na 6.ª posição. Na 3.ª etapa, disputada entre Vila Nova de Famalicão e Oliveira de Santa Maria, ao longo de 96,6 quilómetros, Guilherme Santos voltou a ser o melhor classificado da equipa ao terminar na 2.ª posição.

A competição terminou no domingo com a etapa rainha, um exigente percurso de 96,3 quilómetros com partida em Campo de São Mamede (Guimarães) e chegada à Montanha da Penha. Guilherme Santos impôs-se na tirada decisiva, conquistando uma brilhante vitória que lhe garantiu a vitória classificação geral individual e classificação meta 5kms.

No balanço final, a Blackjack-Bairrada sagrou-se vencedora da Classificação Geral por Equipas, enquanto Guilherme Santos conquistou a classificação geral individual, a classificação geral por pontos, a meta 5kms e a vitória na 4.ª etapa. Gustavo Oliveira arrecadou a classificação geral dos sprints especiais, completanto um excelente desempenho da estrutura bairradina numa das mais prestigiadas provas do calendário júnior português.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Aceito Ler mais