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Salome Dias

A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro vai apoiar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro (AHBVOB) na aquisição de 60 botas destinadas ao combate a incêndios urbanos e industriais, operações de desencarceramento e corte de árvores, num investimento de 18.221,40 euros.

Segundo Duarte Novo, Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, a comparticipação municipal corresponde à “totalidade do valor apresentado pela associação”, constituindo “um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido diariamente pela corporação em prol da segurança e proteção das populações”.

O novo equipamento permitirá reforçar as condições de segurança e de proteção individual dos operacionais, contribuindo para uma resposta mais eficaz nas diferentes missões desempenhadas pelos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro.

O apoio foi aprovado por unanimidade na última Reunião de Câmara, realizada no passado dia 9 de julho.
Para além deste investimento, a autarquia celebrou este ano com a AHBVOB um contrato-programa no valor de 75 mil euros, destinado a apoiar a atividade regular da associação ao longo de 2026.

Em dezembro do ano passado, o executivo oliveirense aprovou também um apoio financeiro de 78.702,88 euros, para ajudar a associação a adquirir um novo Veículo Tanque Tático Florestal, que vai melhorar a capacidade de intervenção e de resposta operacional das suas equipas, particularmente no combate a incêndios florestais e na gestão de ocorrências de maior complexidade.

 

Para o autarca, “o apoio aos Bombeiros Voluntários é uma prioridade permanente do Município, porque investir na sua segurança, na melhoria dos seus equipamentos e na sua capacidade operacional é investir diretamente na proteção das pessoas e do território”.

Duarte Novo refere ainda que “a Câmara Municipal mantém uma relação de estreita colaboração com a direção da associação, procurando responder às necessidades identificadas e criar as melhores condições para que os nossos bombeiros possam desempenhar a sua missão com maior segurança, eficácia e dignidade”.

Além do apoio à atividade regular e aos investimentos realizados pela corporação, o Município assegura os seguros do corpo de bombeiros e comparticipa, em parceria com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, os encargos com as remunerações das duas Equipas de Intervenção Permanente da corporação.

Os Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro beneficiam ainda de um conjunto de medidas previstas no Regulamento Municipal de Atribuição de Apoios e Benefícios, que incluem a redução de taxas urbanísticas, a compensação do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) liquidado, um desconto de 20% no acesso a eventos municipais e entrada gratuita nas Piscinas Municipais.

O regulamento prevê igualmente uma comparticipação financeira anual equivalente ao Escalão A da Ação Social Escolar para os filhos e dependentes dos bombeiros que frequentem o ensino pré-escolar, as Atividades de Animação e de Apoio à Família (AAAF) e o 1.º ciclo do ensino básico em estabelecimentos de ensino do concelho, até ao limite de 25% do salário mínimo nacional.

Refira-se ainda a realização da Caminhada Solidária Noturna, iniciativa promovida anualmente pelo Município e pela AHBVOB, cuja receita reverte integralmente a favor da associação.

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O programa de animação “Luso Verão 2026”, que arrancou com o Meajazz prolonga-se até setembro, para as Comemorações da Batalha do Bussaco, mas até lá vai reunir dezenas de iniciativas para viver na vila termal do concelho da Mealhada.

O Luso prepara-se para viver um verão intenso, marcado por uma programação diversificada que promete afirmar a vila termal como um dos principais destinos turísticos da região Centro. Entre julho e setembro, o programa “Luso Verão 2026” reúne dezenas de iniciativas que cruzam música, cultura, património, gastronomia, natureza, tradição e animação de rua, proporcionando experiências para todas as idades.

Depois do arranque em grande com o MeaJazz – Jazz, Blues & Wine Fest, que voltou a encher o Lago do Luso de música, ambiente e visitantes, a programação prolonga-se ao longo de todo o verão, culminando no final de setembro com as emblemáticas Comemorações da Batalha do Bussaco, um dos momentos mais marcantes da história do concelho.

Ao longo de três meses, o Luso transforma-se num verdadeiro palco ao ar livre. As visitas guiadas dão a conhecer a riqueza histórica e patrimonial da vila, as propostas de turismo literário convidam a descobrir novos olhares sobre o território, enquanto concertos, espetáculos de circo, folclore, samba, cinema ao ar livre, animação infantil, caminhadas, exposições e eventos culturais dão vida aos espaços mais emblemáticos da vila, como o Lago do Luso, a Alameda do Casino, a Fonte de São João e o Posto de Turismo Luso-Bussaco.

A programação – organizada pelo Município da Mealhada e em parceria com a Junta de Freguesia do Luso, Fundação Luso e Fundação Mata do Bussaco – integra ainda iniciativas já consolidadas, como a FAU – Feira de Artesanato Urbano, a Feira de Velharias, a Feira do Mel e do Pão, o Festival de Estátuas Vivas, o CineLuso, as festas populares da Venda Nova e de Nossa Senhora da Natividade, sem esquecer o Rally Legends, que voltará a colocar o Luso no mapa dos grandes eventos desportivos e turísticos nacionais.

Para Filomena Pinheiro, vice-presidente da Câmara da Mealhada, com os pelouros da Cultura e Turismo, esta programação representa muito mais do que uma sucessão de eventos.

“Queremos que quem procure o Luso encontre uma vila viva, dinâmica e acolhedora, onde a natureza, a cultura, a história e a identidade caminham lado a lado. Esta programação foi pensada para qualificar a oferta turística, valorizar o nosso património, dinamizar a economia e proporcionar experiências memoráveis aos turistas, visitantes mas também a quem aqui vive. O Luso tem todas as condições para continuar a afirmar-se como um destino turístico de excelência durante todo o ano, e o verão é, naturalmente, uma das melhores montras desse potencial”, destaca.

O programa aposta numa oferta diversificada e distribuída ao longo de três meses, incentivando visitantes e turistas a permanecer mais tempo no território e a descobrir a riqueza patrimonial, paisagística e cultural da vila termal. Para além de completar a excelência da oferta de saúde e bem-estar, reforça a atividade económica local, envolvendo diversos parceiros, públicos e privados, na construção de uma programação que alia tradição e inovação.

Com dezenas de iniciativas previstas até ao final de setembro, o “Luso Verão 2026” convida residentes e visitantes a viver um verão repleto de cultura, lazer e experiências autênticas, culminando com as históricas recriações das Comemorações da Batalha do Bussaco, que todos os anos transportam o público para um dos episódios mais relevantes da História de Portugal.

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O ciclista Carlos Carvalho, da APPACDM de Anadia, conquistou a medalha de bronze na prova de contrarrelógio por equipas dos Jogos Europeus de Verão VIRTUS 2026, que decorrem em Bydgoszcz, na Polónia. O atleta competiu ao lado de José Azevedo, sob orientação do treinador Carlos Silva, também da instituição anadiense.

A participação integra a comitiva da ANDDI Portugal, que representa o país nestes jogos por delegação de competências da Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência (FPDD). A missão portuguesa é composta por 62 elementos, incluindo 41 atletas, distribuídos por cinco modalidades: Andebol, Atletismo, Basquetebol (5×5 e 3×3), Ciclismo e Ténis de Mesa.

Ao longo dos três dias de competição, a equipa portuguesa de ciclismo teve prestações consistentes. No primeiro dia, na prova de estrada, Carlos Carvalho terminou os 57 quilómetros com uma média de 34,16 km/h, classificando-se em 9.º lugar, enquanto José Azevedo foi 4.º classificado, com uma média de 39,13 km/h. A corrida terminou ao sprint, com três ciclistas franceses a ocuparem os primeiros lugares, ficando o atleta português a dois segundos do vencedor e a um segundo do pódio.

No segundo dia, dedicado ao contrarrelógio individual, as condições climatéricas adversas e o desgaste da véspera influenciaram o desempenho. Carlos Carvalho foi 10.º classificado, com uma média de 35,21 km/h, e José Azevedo terminou em 5.º lugar, com 38,88 km/h. Nesta prova, os quatro primeiros lugares voltaram a ser ocupados por atletas franceses.

O melhor resultado surgiu no terceiro e último dia, na prova de contrarrelógio por equipas. Com uma estratégia bem definida, a dupla portuguesa alcançou o 3.º lugar, garantindo a medalha de bronze, com ambos os atletas a registarem uma média de 39,38 km/h.

O treinador Carlos Silva destacou a dedicação dos atletas, atribuindo-lhes o mérito pelo resultado alcançado, que representa mais um pódio europeu para Portugal. O responsável sublinhou ainda a importância do desporto como instrumento de inclusão.

A Virtus é a organização internacional que regula e promove o desporto de elite para atletas com deficiência intelectual, sendo reconhecida como entidade responsável pela elegibilidade e enquadramento competitivo destes atletas.

Carlos Carvalho terminou a sua participação com um 9.º lugar na prova de estrada (55 km), um 10.º lugar no contrarrelógio individual e o 3.º lugar no contrarrelógio por equipas, que lhe valeu a medalha de bronze.

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A Farmácia Central promove, no próximo dia 1 de agosto, a segunda edição da caminhada solidária em benefício da APPACDM de Anadia, uma iniciativa que alia a promoção da saúde à angariação de fundos para a instituição. A organização espera reunir cerca de mil participantes, mais do dobro das inscrições registadas na edição de estreia.

Depois do sucesso alcançado em 2025, quando a caminhada reuniu cerca de 450 inscritos, a Farmácia Central decidiu voltar a associar-se à APPACDM. Segundo Vanessa Peralta, responsável pela Farmácia Central, a intenção inicial era apoiar uma instituição diferente em cada edição, mas a forte adesão da comunidade à causa levou a organização a manter o apoio este ano.

“A APPACDM está numa fase de crescimento e continua a precisar de apoio. No ano passado tivemos muitas pessoas a participar também por ser esta a instituição beneficiária e acreditamos que este ano conseguiremos mobilizar ainda mais participantes”, explica.

A caminhada terá partida e chegada no Parque Urbano de Anadia, com início marcado para as 19h30. O percurso, com cerca de seis quilómetros, será semelhante ao da edição anterior, mas contará com várias novidades ao longo do trajeto. Entre elas, estão momentos de animação com pó de cor, bolhas de sabão, confetes, uma aula de zumba e outras atividades dinamizadas por diversos parceiros da iniciativa.

Este ano, a organização reforçou igualmente a rede de entidades envolvidas. Entre os parceiros encontram-se o EL Fitness, Pão de Deus, Opticália, Cross Company, Ibervita, Castoral, Electromoitense, Joalharia Almeida e a própria Farmácia Central, contando ainda com o apoio da Câmara Municipal de Anadia, da Bravu, responsável pelo marketing e design de comunicação, e da Saca Trilhos, que assegura a logística e o acompanhamento do percurso.

Por se tratar de uma caminhada noturna, a organização preparou ainda um momento de convívio no final da atividade. À chegada ao Parque Urbano haverá uma zona de comes e bebes, com propostas como pernil, kebab, cachorros, tripas, tapiocas e bebidas, cujas receitas revertem igualmente para a APPACDM.

As inscrições permanecem abertas até ao dia da caminhada e podem ser efetuadas nos estabelecimentos parceiros ou através do formulário disponibilizado nas redes sociais da iniciativa. Os kits de participação serão entregues no próprio dia 1 de agosto, a partir das 14h00, no Parque Urbano de Anadia. A organização aconselha, no entanto, os interessados a inscreverem-se com antecedência, uma vez que a disponibilidade dos tamanhos das t-shirts está sujeita ao stock existente.

Vanessa Peralta deixa um apelo à participação da comunidade: “Quanto mais pessoas participarem, maior será a ajuda que conseguimos dar à instituição. É uma causa muito bonita e esperamos que a população se junte a nós.”

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A Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL), da Mealhada, garantiu um lugar na final nacional do Apps for Good, um dos mais prestigiados programas educativos de inovação tecnológica do país, ao qualificar o projeto “SOS – Safety on Sight”, uma aplicação criada para responder ao problema do bullying escolar.

A escola participou no Encontro Regional Norte com quatro projetos desenvolvidos pelos seus alunos e conquistou um dos lugares de acesso à final nacional, que decorrerá no próximo dia 18 de setembro, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, reunindo os melhores projetos tecnológicos desenvolvidos por jovens de todo o país.

Na final regional, realizada na Maia, estiveram em competição 30 escolas e 64 projetos, tendo sido apresentados 17 projetos do distrito de Aveiro. Entre eles, destacou-se o trabalho da EPVL pela inovação, criatividade e a aplicação da tecnologia ao serviço da sociedade.

O projeto “SOS – Safety on Sight” consiste numa aplicação de segurança direcionada para o combate ao bullying em contexto escolar. A solução permite alertar contactos de confiança e entidades competentes, partilhar a localização em tempo real e disponibilizar medidas de proteção, promovendo uma resposta rápida em situações de risco e contribuindo para ambientes escolares mais seguros.

Esta é a 12.ª edição do Apps for Good, programa educativo que desafia alunos do 5.º ao 12.º ano e professores a desenvolver aplicações capazes de dar resposta a problemas concretos das comunidades, estimulando competências tecnológicas, criatividade, trabalho colaborativo e cidadania.

Para o Município da Mealhada, a presença da EPVL na final nacional representa “um motivo de orgulho para a comunidade educativa e para o concelho, refletindo a qualidade do ensino profissional e o talento dos seus jovens na construção de soluções que fazem a diferença”, refere o vereador da Educação, Nuno Veiga.

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A Assembleia Municipal de Cantanhede aprovou, sob proposta do executivo camarário, o Regulamento de Isenções de Impostos Municipais, cujo enunciado estabelece os critérios e condições para o reconhecimento de isenções totais ou parciais, objetivas ou subjetivas, relativamente ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), ao Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e à Derrama.

Os benefícios fiscais que a autarquia concede configuram vários tipos de apoios e incentivos, designadamente para promover a fixação de população no concelho, aliviar encargos das famílias, incentivar a reabilitação urbana, premiar comportamentos ambientalmente responsáveis, valorizar o património local e estimular a atividade económica.

A merecer destaque estão as vantagens proporcionadas aos jovens proprietários, que passam a poder usufruir de uma isenção de IMI da sua habitação própria e permanente durante três anos, com possibilidade de renovação, desde que tenham entre 18 e 35 anos ou que, no que diz respeito a casais, pelo menos um dos cônjuges esteja nessa faixa etária. Abrangendo imóveis com valor patrimonial até 250 mil euros e agregados com rendimento bruto anual até 153.300 euros, a medida procura facilitar a compra de casa a esse segmento da população, no sentido de incentivar a fixação no concelho, nesta altura em que o acesso à habitação continua a ser uma das suas maiores dificuldades.

Também contempladas no novo regulamento estão as famílias economicamente fragilizadas, para as quais está prevista uma isenção de IMI por três anos, sem renovação, nas situações em que o rendimento coletável, do agregado tenha sofrido uma quebra mínima de 25%. Nestes casos, o rendimento anual não poderá ultrapassar 44.315 euros e o imóvel terá de destinar-se exclusivamente a habitação própria e permanente. O propósito é dar resposta a situações excecionais de vulnerabilidade económica, através de uma almofada fiscal a quem enfrenta perdas significativas de rendimento.

PUBNo plano territorial, o Município de Cantanhede aposta também na reabilitação urbana, pois o regulamento consagra reduções do IMI até 25%, em freguesias ou zonas delimitadas que venham a ser definidas para operações de reabilitação e revitalização. Além disso, imóveis reabilitados poderão beneficiar de renovação da isenção desse imposto por mais cinco anos, quando estejam afetos a arrendamento para habitação própria e permanente. O objetivo é duplo: recuperar edificado e tornar mais atrativas áreas que precisam de nova dinâmica residencial e urbana.

Outra vertente do documento é a sustentabilidade ambiental, traduzida numa diminuição de até 20% da taxa de IMI durante cinco anos para os imóveis com classe energética igual ou superior a B, edifícios que melhorem pelo menos duas classes após obras, ou naqueles que aproveitem águas pluviais ou residuais tratadas.

O regulamento reserva ainda incentivos para associações sem fins lucrativos, com isenção de IMI e IMT para imóveis diretamente afetos às suas atividades recreativas, culturais e desportivas, bem como para património de interesse público, cultural ou social local, incluindo lojas de reconhecido valor histórico.

O novo regulamento incorpora também outros apoios e incentivos já existentes, designadamente a redução do IMI para agregados com dependentes a cargo, mantendo-se as taxas aplicáveis em função do número de dependentes, e a isenção total de derrama para pessoas coletivas de qualquer setor com volume de negócios até 150 mil euros, num sinal de apoio às pequenas empresas e ao desenvolvimento local.

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O Município de Anadia aprovou a atribuição de um apoio financeiro aos quatro agrupamentos de escuteiros do concelho (Anadia, Sangalhos, Avelãs de Cima e São Lourenço do Bairro) e às duas associações de dadores de sangue, ADABEM (Mogofores) e ADASFES (Sangalhos), no valor global de 13.500,00€.

Cada agrupamento de escuteiros será contemplado com um apoio de 2.500,00€ cada, enquanto que as associações de dadores de sangue receberão 1.750,00€ cada, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento da sua atividade regular.

No caso dos agrupamentos de escuteiros, este apoio reflete o reconhecimento do Município pela relevância das atividades que desenvolvem e pelo contributo que prestam à comunidade, destacando-se a sua permanente disponibilidade e participação em diversas iniciativas promovidas pela Autarquia, pelas freguesias e por várias associações do concelho, nos domínios social, cultural, recreativo e desportivo.

Relativamente às associações de dadores de sangue, a Câmara Municipal reconhece o papel fundamental que desempenham na promoção da dádiva de sangue, através da organização regular de campanhas de recolha e de ações de sensibilização para a captação de novos dadores, contribuindo assim para assegurar a disponibilidade deste recurso essencial à prestação de cuidados de saúde.

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A expansão da rede de fibra ótica às chamadas “áreas brancas” vai abranger várias freguesias do concelho de Anadia, nomeadamente Avelãs de Cima, Moita e Vila Nova de Monsarros, no âmbito de um investimento integrado na estratégia nacional para assegurar cobertura digital em todo o território até 2030.

A informação foi avançada através de um comunicado do PSD Anadia, que dá conta da assinatura dos contratos que permitem avançar com esta infraestrutura, representando um passo importante para estas localidades, que há vários anos aguardavam melhorias ao nível das comunicações. O objetivo passa por garantir acesso a redes de elevada capacidade, promovendo maior equidade no acesso a serviços digitais, bem como melhores condições para residentes, empresas e atividades económicas.

A necessidade de alargar a cobertura de fibra ótica a estas freguesias tem vindo a ser apontada como prioritária por diferentes entidades locais, tendo em conta o impacto direto na qualidade de vida das populações, na fixação de habitantes e na competitividade do tecido empresarial.

Em declarações, o presidente da Câmara Municipal de Anadia, Jorge Sampaio, destacou a importância deste avanço para o território, sublinhando que a chegada da fibra ótica “vai representar muito mais do que uma melhoria das telecomunicações”, constituindo um investimento na igualdade de oportunidades, na modernização da economia local e na valorização do concelho.

Também o PSD Anadia reagiu ao desenvolvimento, considerando tratar-se da concretização de uma reivindicação antiga no concelho, destacando o avanço do processo que permitirá alargar o acesso a infraestruturas digitais consideradas essenciais para o desenvolvimento económico e social.

A implementação da rede deverá abranger um número significativo de edifícios nestas freguesias, contribuindo para reduzir assimetrias e reforçar a coesão territorial dentro do concelho.

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O MeaJazz – Jazz, Blues & Wine Fest voltou a afirmar-se como um dos festivais de jazz mais relevantes da região e uma referência crescente no panorama nacional. A edição de 2026, realizada nos dias 3 e 4 de julho, no Lago do Luso, registou um aumento significativo de público e confirmou a maturidade de um evento que continua a crescer sem perder a sua identidade.

Ao longo dos dois dias, centenas de pessoas passaram pelo recinto para assistir aos concertos, desfrutar da beleza natural do Lago do Luso e viver um ambiente descontraído, onde a música se cruzou com a gastronomia, os vinhos Bairrada e a hospitalidade característica da Mealhada.

Uma das novidades desta edição foi o reforço da praça de restauração. A aposta numa oferta diversificada revelou-se um sucesso, proporcionando aos visitantes uma experiência mais completa e tornando o recinto um espaço de convívio durante todo o festival.

Também o Espaço Bairrada, em parceria com a Rota da Bairrada, voltou a ser um dos pontos de maior procura. Nesta componente de wine fest, dezenas de visitantes tiveram oportunidade de conhecer e degustar os vinhos da região, numa iniciativa que reforça a ligação do festival ao território e aos seus produtores, promovendo a Bairrada junto de públicos cada vez mais diversificados.

O cartaz da edição de 2026 voltou a ser um dos grandes trunfos do MeaJazz, reunindo artistas nacionais e internacionais de reconhecida qualidade, como Luís Martelo & His Band, Peter Storm & The Blues Society, Tó Trips & Fake Latinos, Cabrita, Mirla Riomar e Frankie Chavez. Ao longo dos dois dias, os concertos conquistaram o público e confirmaram a aposta da organização numa programação eclética e diferenciadora.

Também os artistas deixaram palavras de apreço pela envolvente natural do Lago do Luso, pela proximidade criada com o público e pela organização do festival, reconhecendo no MeaJazz uma identidade própria e um lugar cada vez mais relevante no circuito nacional dos festivais de jazz, blues e músicas de raiz.

O modelo do festival recolheu elogios, também, de quem o visitou, exatamente pela localização privilegiada e pela dimensão intimista do recinto, apontadas como fatores diferenciadores, contribuindo para uma experiência única.

Para Filomena Pinheiro, vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada e responsável pelo pelouro da Cultura, “o MeaJazz chegou a um momento de clara consolidação. O crescimento do público demonstra que o festival ganhou notoriedade e conquistou o seu espaço no calendário cultural português. Mais do que um evento de música, é uma experiência que valoriza o território, promove a Bairrada e reforça a atratividade turística do concelho.”

A autarca acrescenta que “este crescimento é o resultado de um trabalho consistente, feito ao longo dos anos, sempre com a preocupação de oferecer qualidade artística e uma experiência diferenciadora. Hoje, a Mealhada é cada vez mais reconhecida pela diversidade da sua programação cultural, e o MeaJazz é uma das marcas desse posicionamento.”

Com um público crescente, uma oferta complementar reforçada e um reconhecimento cada vez mais alargado, o MeaJazz encerra mais uma edição deixando o sinal claro de que continua a afirmar-se como um dos projetos culturais mais sólidos da região e um importante embaixador da Mealhada no mapa nacional dos festivais de jazz.

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A Câmara Municipal de Águeda formalizou, na última semana, a assinatura dos contratos com 52 associações culturais, recreativas e juvenis do concelho, numa cerimónia realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, concretizando a atribuição de um apoio global de mais de 404 mil euros para o desenvolvimento de 315 projetos ao longo de 2026.

Estes projetos foram apresentados, no âmbito do Programa de Apoio às Associações Culturais, Recreativas e Juvenis, integrado no Código Regulamentar do Município de Águeda (CRMA).

A cerimónia assinalou mais uma etapa do compromisso do Município com o movimento associativo, reconhecendo o papel determinante que estas coletividades desempenham na dinamização cultural, recreativa, social e comunitária das freguesias e de todo o concelho.

Para o presidente da Câmara Municipal de Águeda, Jorge Almeida, este investimento representa, acima de tudo, um reconhecimento do trabalho desenvolvido diariamente pelas associações e pelos seus dirigentes.

“As nossas associações fazem um trabalho notável em todas as freguesias do concelho. São pessoas que deixam o conforto da sua casa para se dedicarem aos outros, à sua terra e à sua comunidade. Esse espírito de voluntariado e de serviço merece o nosso profundo reconhecimento e apoio”, disse, sublinhando que o movimento associativo é um dos pilares da identidade do concelho e da sua capacidade de afirmação.

“Recebemos 357 candidaturas e conseguimos aprovar 315. É um esforço financeiro significativo, mas, acima de tudo, é um ato de justiça para com quem contribui diariamente para que Águeda seja um concelho mais dinâmico, mais participado e mais reconhecido”, declarou Jorge Almeida, salientando o Município gostaria “sempre de poder fazer mais, porque sabemos o valor do trabalho que desenvolvem”.

O Edil destaca ainda que o dinamismo das associações é uma das razões pelas quais Águeda é hoje uma referência nacional. “Águeda cresce porque tem pessoas que acreditam na sua terra e trabalham por ela. O reconhecimento que o concelho tem conquistado resulta também da dedicação das associações e dos seus voluntários, que são uma parte muito importante deste percurso”, atestou.

Também Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda e responsável pelo pelouro da Cultura, enalteceu o papel das coletividades na vitalidade do concelho.

“Agradecemos profundamente todo o trabalho que as associações desenvolvem ao longo do ano”, afirmou, sublinhando que o movimento associativo é determinante para a projeção de Águeda. “A dinâmica cultural do nosso concelho é hoje reconhecida e elogiada dentro e fora do país. Sempre que recebemos esse reconhecimento, ele pertence também às associações e aos seus dirigentes, que trabalham de forma voluntária, com enorme dedicação e sentido de missão”, defendeu.

Edson Santos reforça ainda o compromisso da Câmara Municipal em continuar a apoiar o movimento associativo, seja cultural, desportivo, social ou recreativo, porque “um concelho sem associações não é um concelho vivo. Compete-nos estar ao vosso lado, apoiar-vos e criar condições para que continuem a desenvolver o extraordinário trabalho que realizam em benefício de toda a comunidade”.

Sobre os apoios atribuídos às coletividades, Edson Santos regista que “muitas apresentaram mais do que uma candidatura e procurámos responder às suas necessidades dentro das possibilidades do Município”, disse, salientando que “sem o vosso empenho e dedicação, nada disto seria possível”.

Para este ano, foram submetidas 357 candidaturas, distribuídas por diferentes tipologias de apoio: execução dos planos anuais de atividades, escolas artísticas, aquisição e manutenção de instrumentos, trajes e acessórios musicais, edição de publicações, aquisição de viaturas e equipamentos, aquisição de terrenos, realização de obras e desenvolvimento de iniciativas de caráter extraordinário.

As candidaturas foram analisadas e da sua avaliação resultou a aprovação de 315 pedidos, correspondendo a um investimento municipal de 404.252,92 euros, repartido da seguinte forma:

– 219 apoios para execução do plano anual de atividades;

– 25 apoios às escolas artísticas;

– 40 apoios para aquisição e manutenção de instrumentos, trajes, fardamentos e acessórios musicais;

– 5 apoios à edição de publicações;

– 6 apoios para aquisição e manutenção de viaturas e equipamentos;

– 3 apoios para aquisição de terrenos;

– 11 apoios para execução de obras;

– 6 apoios para iniciativas de caráter extraordinário.

Com este investimento, a Câmara Municipal de Águeda reafirma o seu compromisso com o fortalecimento do tecido associativo local, promovendo uma política de apoio assente na transparência, no rigor e na valorização do papel insubstituível que as associações desempenham na construção de um concelho mais participativo, coeso e culturalmente dinâmico.

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