O Executivo Municipal da Mealhada aprovou, por unanimidade a 1.ª Revisão Orçamental de 2026, que integra no Orçamento Municipal o saldo do exercício de 2025, no montante de 5,2 milhões de euros.
Com esta revisão, aprovada em reunião ordinária de Câmara, o Município passa a dispor de condições para reforçar o investimento em diversas rubricas das Grandes Opções do Plano, nomeadamente em obras já em curso e em intervenções previstas para arrancar ainda durante o presente ano, permitindo uma execução mais célere do que inicialmente previsto.
Entre os investimentos reforçados destacam-se o apoio às associações e às Juntas de Freguesia, os campos de ténis do Luso, o edifício do Turismo e o Cineteatro Avenida, ambos na Freguesia do Luso, entre outras obras. A revisão orçamental permite ainda a reprogramação financeira de várias empreitadas, designadamente a Requalificação Urbana da Zona Central da Antes – Prolongamento da Rua da Portaria, a Requalificação da Zona Central de Barcouço, a Requalificação da Pampilhosa Baixa – Fase 1 e a Expansão da Zona Industrial da Pedrulha e Beneficiação da Zona Industrial Existente.
Após aprovação pela Assembleia Municipal, a verba poderá ser utilizada tanto em despesas correntes como em despesas de capital, permitindo dar continuidade às opções políticas e de gestão e cumprir compromissos já assumidos pelo atual Executivo.


A integração deste saldo resulta de uma boa execução das receitas municipais e de uma gestão financeira rigorosa. Em 2025, o Município atingiu uma taxa de execução das despesas de capital de 87%, uma das mais elevadas dos últimos 15 anos, com um investimento superior a 12 milhões de euros, valor significativamente acima do registado em 2024, que já tinha sido o melhor resultado da última década e meia.
“Estes indicadores confirmam uma clara inversão de tendência e demonstram que o rigor orçamental, aliado ao planeamento e à capacidade de decisão, permitem transformar recursos disponíveis em investimento efetivo, obra feita e melhores respostas para o concelho. A leitura das contas públicas, com responsabilidade, deve, por isso, atender não apenas a análises parcelares, mas sobretudo à capacidade de execução e concretização que garante resultados reais para os munícipes”, concluiu o autarca.

