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Retomados os horários, rotinas e obrigações é muito usual, e infelizmente muito fácil, a pessoa perder-se nos afazeres mais urgentes e com prazos apertados, acabando por deixar “pendente” todos os projetos que pensou começar no regresso das férias, todos os planos que desenhou para um novo início com a certeza de que desta vez as coisas tomariam um rumo melhor.

O meu alerta para hoje é este:

Não se deixe enganar! Não desta vez.

Não permita que as distrações o mantenham afastado dos seus objetivos.

Não deixe para depois.

Depois do início das aulas; Depois de entrar na rotina; Depois de organizar o que tem em mãos; Depois de resolver os imprevistos e desafios que vão surgindo, uma e outra vez; depois de…

A organização passa por conseguir lidar com tudo o que tem agora em mãos e com tudo o que irá surgir entretanto, sem ter de colocar a sua vida em “pausa” e/ou ter de pagar um preço muito alto, abdicando de coisas essenciais à qualidade da sua vida e ao seu bem-estar.

Num mês onde se sente a urgência por dar início a tudo o que está pendente, e concluir tudo antes do início do próximo ano, nada melhor do que vir aqui relembrá-lo das suas resoluções.

Comece.

Não espere pelo fim de semana.

Não espere pelo próximo mês.

Simplesmente comece. Agora.

E continue, dia após dia.

Verá como estes pequenos passos farão toda a diferença no seu resultado final.

 

Kris Fernandes

Eng. de Gestão Industrial

Coach de Transição Profissional

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A Câmara da Mealhada aprovou, em reunião de Executivo Municipal, um protocolo com a Câmara Municipal de Penacova que permite a utilização conjunta de maquinaria, do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), para salvaguarda do perímetro florestal do Bussaco.

A parceria entre os dois municípios – com a participação do ICNF – traduz-se na utilização de um trator, e respetivas alfaias, que vai aumentar, significativamente, a capacidade de intervenção das equipas de sapadores florestais. O objetivo é contribuir para a redução da perigosidade de incêndio rural no perímetro Florestal do Bussaco”, cujos limites tocam nos Municípios da Mealhada, de Penacova e de Mortágua, refere o protocolo.

“Tratou-se aqui de encontrarmos uma solução para um problema comum. Estes meios mecanizados são primordiais em determinados tipos de operações dos sapadores florestais e só com a boa vontade da Câmara de Penacova e com a colaboração do ICNF conseguimos chegar esta proposta de partilha de maquinaria”, sublinhou António Jorge Franco, presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

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Um homem de 48 anos detido pela alegada prática de vários crimes de burla com a venda de falsos telemóveis, principalmente no distrito de Aveiro, vai aguardar o julgamento em prisão preventiva, informou na quarta-feira a GNR.

Em comunicado, a GNR refere que o suspeito, residente no concelho de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, foi presente a primeiro interrogatório judicial, na terça-feira, no Tribunal Judicial de Aveiro, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

“No âmbito de uma investigação por burla, os militares da Guarda apuraram que um grupo de suspeitos abordava pessoas na via pública, exibindo-lhes telemóveis topo de gama, a baixo preço, acabando por lhes entregar uma bolsa que no seu interior continha um pedaço de cerâmica”, refere a mesma nota.

A Guarda adianta que no seguimento da ação policial, foram cumpridos três mandados de busca domiciliária e três mandados de busca não domiciliária em viatura, culminando na apreensão de seis telemóveis, duas máquinas de corte de cerâmica, diverso material cerâmico e 865 euros em dinheiro.

No seguimento da ação foi ainda constituído arguido um homem de 30 anos e identificados dois homens de 30 e 60 anos.

Esta ação contou com o reforço dos Núcleos de Investigação Criminal (NIC) dos Destacamentos Territoriais de Águeda, Anadia, Aveiro, Oliveira de Azeméis, Ovar e Santa Maria da Feira e com o apoio da PSP.

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A Biblioteca Municipal de Anadia, vai acolher amanhã, sábado, a sessão de lançamento do livro “O Quadro Mágico no Sótão da Avó”, da autoria da bairradina Inês Nepomuceno.

Este livro conta a história do menino Rodrigo, que é obrigado a passar férias longe de casa, dos seus amigos e das tecnologias que tanto aprecia. O que parecia ser um verdadeiro tédio tornou-se numa fantástica aventura.

A sessão está agendada para as 15h.

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O contrato para a nova Comunidade de Energia Renovável (CER) da Paróquia da Mealhada foi ontem assinado, em sessão pública, no Salão Paroquial da Igreja da Mealhada. Este é um projeto pioneiro no concelho, mas também para a empresa promotora, Cleanwatts, que lança assim a sua primeira CER numa paróquia. Assim que a instalação estiver concluída, segue-se a fase de angariação de novos membros para a Comunidade, pois “o objetivo é que a Comunidade de Energia beneficie o maior número de pessoas”, avançam os promotores. A CER da Paróquia da Mealhada arrancará com 68.1 kWp de potência instalada.

“Estamos muito satisfeitos com a criação desta Comunidade de Energia, até porque se trata de um projeto pioneiro para a Cleanwatts. É a nossa primeira CER com uma paróquia”, frisa Maria João Benquerença, diretora de Comunidades de Energia da Cleanwatts, acrescentando que “esta CER está muito alinhada com aquilo que pretendemos que as CER sejam, até na sua vertente social. Sabemos que a Paróquia da Mealhada vai dar muito bom uso ao excedente de energia produzida, ajudando as família mais carenciadas da região e contribuindo, assim, para combater a pobreza energética, que é um dos principais objetivos das Comunidades de Energia”.

Rodolfo Leite, Pároco da Mealhada, também se mostrou muito satisfeito com este projeto pelo potencial que ele tem de apoio aos mais desfavorecidos: “A pobreza energética é uma realidade que afeta muitas famílias da nossa paróquia e, com a chegada do Inverno e os aumentos muito significativos do preço da eletricidade, esta realidade torna-se ainda mais preocupante e urgente”.

“Infelizmente, temos muitos pedidos de auxílio vindos de pessoas que não consegue pagar as contas de luz e que, no inverno, sofrem com o frio dentro de suas casas e é nossa convicção que a criação desta Comunidade de Energia vai dar um importante contributo na ajuda a estas pessoas”, afirma o Padre Rodolfo, recordando: “o bem-estar e a melhoria de vida – espiritual, mas não só – da nossa comunidade é a razão de ser do nosso trabalho. Também não ignoramos o tempo e o mundo em que vivemos e a importância, nos dias que correm, de salvaguardar a saúde do nosso planeta, diminuindo a nossa pegada ecológica e garantindo um futuro melhor para as gerações vindouras”.

A criação da CER da Paróquia da Mealhada tem três objetivos principais: “poder, a própria instituição, beneficiar de condições mais vantajosas relativamente à energia que consome; proporcionar aos párocos, que queiram aderir a esta comunidade, a possibilidade beneficiarem de condições mais vantajosas; inovar e contribuir para o compromisso ambiental e social da Paróquia”.

A CER da Paróquia da Mealhada insere-se no projeto “100 Aldeias”, projeto central da Cleanwatts – que consiste no desenvolvimento de Comunidades de Energia, onde são integrados diversos membros, como entidades locais, empresas, juntas de freguesia, IPSS, municípios, coletividades e cidadãos, incluindo famílias economicamente vulneráveis, que usufruem de um ecossistema energético. Quem participa pode ter acesso a energia limpa, com isenção de parte das tarifas de acesso à rede. Este projeto permite aumentar o conforto térmico, diminuir os custos energéticos em cerca de 30%, reduzir a pegada ecológica das comunidades e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nas aldeias de Portugal.

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O Município de Oliveira do Bairro já eliminou, desde o início do ano, cerca de 120 ninhos de vespa velutina, ou asiática.
De acordo com Susana Martins, Vereadora da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e responsável por esta área, “temos demonstrado uma crescente capacidade de intervenção e de dar resposta célere aos pedidos dos munícipes neste âmbito, o que revela a preocupação clara deste executivo em minimizar os efeitos deste fenómeno, que apresenta perigos para a biodiversidade e saúde pública”.
A autarca bairradina assegurou ainda que “estamos com um tempo de resposta inferior a 48 horas, sendo que, na maioria dos casos, conseguimos eliminar os ninhos em menos de 24 horas, após a sua sinalização”.
Os ninhos sinalizados no Concelho de Oliveira do Bairro têm sido localizados, na sua maioria, em árvores, no subsolo e em edifícios de várias tipologias.
Susana Martins avançou que, no início do próximo ano, o Município vai proceder à “instalação de mais armadilhas em todo o Concelho, destinadas à captura das vespas fundadoras, com o objetivo de diminuir o impacto que a vespa velutina tem no território e prevenir a sua disseminação”. A distribuição destas armadilhas vai estar sujeita a uma avaliação prévia, “tendo em conta a localização dos ninhos que desativámos anteriormente no concelho”.
Na área do concelho de Oliveira do Bairro, a deteção, ou a suspeita de existência de ninhos, ou de exemplares da vespa velutina deverá ser comunicada à Câmara Municipal, através dos contactos 234 732 139 e geral@cm-olb.pt, ou à Junta de Freguesia.
De acordo com o Instituto da Conservação da Natureza e das Floresta, a vespa velutina “é uma espécie não-indígena, predadora da abelha europeia (Apis mellifera)”. Esta vespa, também conhecida como asiática, “é proveniente de regiões tropicais e subtropicais do norte da India, do leste da China, da Indochina e do arquipélago da Indonésia”.
A velutina distingue-se da espécie europeia vespa crabro pela coloração do abdómen, que é predominantemente de cor preta, ao contrário da “nossa”, onde prevalece a cor amarela. Não sendo mais agressiva que a espécie europeia, a vespa velutina reage de forma bastante agressiva quando sente o seu ninho ameaçado.
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O Município de Anadia deliberou, por unanimidade, na sua reunião de 22 de setembro, isentar do pagamento do consumo correspondente até aos primeiros cinco metros cúbicos (5 mil litros) de água, na fatura do mês de outubro, os clientes afetados pelo problema verificado na rede de abastecimento público de água, proveniente da zona de captação de Anadia. Este desconto comercial representará para o Município de Anadia uma perda de receita estimada em cerca de 27 mil euros.

Esta deliberação do executivo teve em consideração a situação que ocorreu durante o mês de agosto último e que provocou a apresentação de queixas de munícipes, respeitantes à qualidade de água da rede de abastecimento público.

Estão abrangidas por esta isenção as populações dos lugares de Ferreiros, Vale de Boi, Vale da Mó, Junqueira, Amieiro, Fontemanha, Póvoa do Pereiro, Algeriz, Parada, Canelas, Boialvo, Figueira, Candieira, Avelãs de Cima, Cerca, São Pedro, Pereiro, Mata de Cima, Pardieiro, Póvoa do Gago, Ferreirinhos, Corgo de Baixo, São João da Azenha, Póvoa do Salgueiro, Bicaranho, Vidoeiro, Avelãs de Caminho, Mogofores, Vale de Estevão, Anadia, Arcos, Alféloas, Famalicão, Canha, Malaposta, Aguim, Peneireiro, Alpalhão, Grada, Espairo, Outeiro de Baixo/Lezírias, Outeiro de Cima, São Mateus, Tamengos, Mata da Curia, Curia/Espinhal, Casarão Curia, Vendas da Pedreira, Sá, Sangalhos, Vila, Saima, Ribeiro, Paraimo e Fogueira.

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Os grupos do PSD, PS e o deputado único da CDU em Anadia convocaram uma sessão de assembleia extraordinária com o intuito de pedir explicações e perceber quais as estratégias a adotar pela autarquia face aos últimos problemas com a água canalizada e desperdício da mesma.

A iniciar a sessão, da passada segunda-feira, Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, começou por afirmar saber que é uma questão que merece todos os cuidados e zelo. Segundo a própria, Anadia tem várias zonas de abastecimento e a que abrange a cidade de Anadia tem quatro sítios distintos de captação de água, que depois é encaminhada para três reservatórios de água à volta de Anadia e, por conseguinte, abastece várias localidades limítrofes.

O problema surgiu na captação da fonte de Azenha que, por sua vez, encaminha a água para o depósito no Monte Crasto e distribui para vários locais. Ao longo dos anos o furo de água foi descendo e cada vez as captações são mais profundas. Não chovendo, o nível de água fica comprometido.

“Durante o mês de agosto houve um consumo anormal e excessivo de água, somando ao facto de estarmos em seca. Ou seja, os níveis de água não vão sendo repostos. Estavam criadas as condições para alguns microorganismos proliferarem”, explicou a autarca, referindo ainda que as análises à água são feitas regularmente.

Explica que, no final de agosto, detetavam na água uma quantidade de cloro menor, ou seja, que estes organismos estavam a “consumi-lo” em demasia. Foram aumentando o tratamento da água até que, depois de vários relatos de munícipes, perceberam que o problema já não era só este. A entidade de saúde analisou os resultados de agosto e decidiram, a 22 de agosto, depois de avaliada a situação, alertar e comunicar a população.

A autarca explica que haviam dois cenários em cima da mesa: ou havia este alerta de não consumo ou o abastecimento de água às populações teria que ser restringido ou suspenso. Foi a 23 de agosto que o primeiro comunicado saiu apesar de, afiançam, por esta altura, já terem a situação praticamente controlada.

“O alarme, quando o comunicado saiu, foi grande, apesar de ter sido apenas uma parte da população a sentir o problema. No dia 25 de agosto repetimos as análises em vários pontos do concelho e onde havia relatos por parte da população. Havia um parâmetro que ainda não cumpria e, por isso, decidimos manter o alerta”, disse a autarca.

Teresa Cardoso explicou que no fim de semana seguinte o consumo de água foi ainda maior, o que levou a reservatórios com ainda menos água. Aqui encontraram ainda outro problema: a alteração de cor e turvação da água, isto porque o elevado nível de hipoclorito de sódio havia provocado outros problemas na rede.

“À data de hoje está tudo praticamente resolvido e vamos continuar a fazer o que for necessário. A 30 de agosto repetimos novas análises, bem como a 01 e 05 de setembro e, após isto, comunicamos à população que a água estava boa para consumo”, concluiu a edil.

Presente na reunião esteve também Graça Gonçalves, delegada de saúde pública do concelho, que explicou que a função da entidade de saúde é a de vigilância e não de controlo: “Quando há incumprimentos fazemos a gestão de risco para a população e damos o aconselhamento devido”, afirmando que não houve, comprovadamente, nenhum caso de problemas de saúde diretamente relacionados com este problema.

“O facto de a água ter uma cor diferente não quer dizer, por si só, que represente algum problema para a saúde”, alertando para o risco dos fontanários públicos de água, dado que a maior parte não tem análises regulares e a pela falta de placas identificativas desta mesma informação (muitas vezes por vandalismo), deixando a ressalva que a gestão desta água é responsabilidade das respetivas Juntas de Freguesia.

Luis Fonte, da bancada do PSD, entendeu que a comunicação feita pela autarquia às pessoas foi feita tarde demais e pouco difundida. Fernando Barbosa, deputado do PS, reforçou a preocupação da população pela situação e concordou com a falha de comunicação da autarquia. Por sua vez, o deputado pela CDU, Rui Bastos, referiu também a falta de comunicação e criticou o facto de, desde 05 de setembro, não ter havido mais nenhuma informação por parte da Câmara.

O segundo ponto da ordem de trabalhos desta sessão remetia para as estratégias a adotar pela autarquia para que, situações como esta ou idênticas, não se voltassem a repetir. Teresa Cardoso começou por explicar a razão para a discrepância entre a água gasta e a água faturada, dando a nota de que toda a água usada pela autarquia ou pelas infraestruturas municipais não é paga pela Câmara, logo, no que toca a relatórios, é dada como perdida.

“Toda a água que não é paga é dada como perda. Aqui admito que temos falhado, em explicar isto à população. Tem que haver uma maior sensibilização da população para a temática da água. Temos que fazer escolhas: para termos tarifas mais baixas, vamos tendo sempre alguns contratempos. É o preço a pagar por não termos uma água privatizada”, disse.

A autarca enumerou os diversos investimentos feitos pela autarquia desde 2016: cerca de 7 milhões de euros, entre rede, ramais, depósitos de água, furos e sistemas de aferição de qualidade. Além disto, em custos operacionais da rede e pessoal foram gastos mais de 5 milhões de euros. Intervencionaram ramais e reformularam mais de 59 quilómetros de rede.

Em resposta, João Gaspar, deputado pelo PSD, defendeu a criação de uma estratégia a médio/longo para as renovações e investimentos na rede. Marcelino Rasga, do PS, apresentou propostas ao Município de melhoramentos. Rui Bastos, da CDU, quis saber se a estratégia de melhoramentos na rede será semelhante à adotada nos últimos anos.

Teresa Cardoso respondeu explicando que o plano de controlo de perdas ficará operacional ainda este ano, mas que isto não se irá refletir no próximo relatório da ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos), pois este refletirá os números de 2021.

“Com certeza que os próximos dados serão melhores que os anteriores. Já fizemos além do que aquilo que nos era pedido. Apesar de a água ser um bem essencial, não nos podemos nunca esquecer da sustentabilidade dos sistemas e, todos os anos, recebemos recomendações para aumentar as nossas tarifas, apesar de não as acatarmos na totalidade. A meta que eu gostaria de ter, obviamente, era a do desperdício zero”, explicou.

Fernando Barbosa, da bancada do PS, sugeriu ainda que fosse feito, ainda que apenas internamente, um relatório das perdas reais de água, subtraindo aquilo que os contadores assinalam nos edifícios municipais. Questionou, ainda, a existência de fibroamianto nas condutas da água. Teresa Cardoso admitiu que a autarquia tem falhado neste ponto, o de auscultar a água que eles próprio gastam e que esta comunicação tem que ser melhorada.

Luis Fonte, do PSD, levantou ainda a questão sobre a possibilidade de haver contaminação das águas com saneamento ou descargas ilegais. Teresa Cardoso não colocou de parte esta possibilidade, afirmando que, tanto a Câmara Municipal, como o serviço SEPNA da GNR, tentam estar sempre em cima do acontecimento e aplicando coimas sempre que for o caso.

Manuel Pinho, presidente da Assembleia, reconheceu a importância do tema, mas deixou claro que, na sua opinião, havia um empolamento da situação e deixou o alerta a todos, para que possam ajudar a mitigar esta questão, deixando também a ressalva de que poderá, nesta situação haver lugar a aproveitamento político. Teresa Cardoso já havia insinuado isto mesmo, que este pedido de assembleia teve intenção política.

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Manuel António Martins Ferreira

Residente em Candieira – Avelãs de Cima – Com 68 anos

Sua Irmã e restante família vêm por este meio agradecer todo o apoio que lhes tem sido dirigido neste momento de dor pela sua perda. Prestam ainda agradecimento a todos, que de alguma forma, marcaram presença nas suas cerimónias fúnebres que decorreram no dia 24 de setembro de 2022.

Agência Funerária de Famalicão

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António Jorge Oliveira Oliveira

Residente em Anadia – Com 67 anos

Sua Esposa Maria Firmina Vasconcelos Rosadas Oliveira, Seus Filhos Telmo Jorge Vasconcelos Oliveira, Cátia Marisa Vasconcelos Oliveira e restante família vêm por este meio agradecer todo o apoio que lhes tem sido dirigido neste momento de dor pela sua perda. Prestam ainda agradecimento a todos, que de alguma forma, marcaram presença nas suas cerimónias fúnebres que decorreram no dia 23 de setembro de 2022.

Agência Funerária de Famalicão

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