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José da Silva Amaral “Zé Comprido”

Residente em Alféloas Com 89 anos

Viúvo de Maria Elisa Teles Pereira

Seus Filhos António José Teles Pereira, Maria de Lurdes Mendes Amaral de Andrade, José Manuel Mendes Amaral (Já Falecido), Helena Paula Mendes Amaral Gomes, Francisco João Mendes Amaral, Amadeu Augusto Mendes Amaral, Suas Noras, Seus Genros, Seus Netos, Seus Bisnetos e restante família vêm por este meio agradecer todo o apoio que lhes tem sido dirigido neste momento de dor pela sua perda. Prestam ainda agradecimento a todos, que de alguma forma, marcaram presença nas suas cerimónias fúnebres que decorreram no dia 26 de julho de 2022.

Agência Funerária de Famalicão

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José Alves Cerveira “Camélias”

Residente em Espairo Com 75 anos

Viúvo de Lucília Abrantes Moniz

Seus Filhos José António Moniz Alves Cerveira, Susana Maria Moniz Alves Cerveira e restante família vêm por
este meio agradecer todo o apoio que lhes tem sido dirigido neste momento de dor pela sua perda. Prestam ainda agradecimento a todos, que de alguma forma, marcaram presença nas suas cerimónias fúnebres que decorreram no dia 24 de julho de 2022.

Agência Funerária de Famalicão

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Albertina Alves Varandas Ramalheira

Residente em Mogofores – Com 93 anos

Viúva de Antero Fernandes Neto

Seus Filhos António Neto, Albina Neto e restante família vêm por este meio agradecer todo o apoio que lhes tem
sido dirigido neste momento de dor pela sua perda. Prestam ainda agradecimento a todos, que de alguma forma, marcaram presença nas suas cerimónias fúnebres que decorreram no dia 23 de julho de 2022.

Agência Funerária de Famalicão

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Dorinda Matos Dias

Residente na Moita – Com 86 anos

Seu Marido Manuel Luis de Sousa, Seus Filhos Helena Sousa Dias, Fernando Sousa Dias e restante família vêm
por este meio agradecer todo o apoio que lhes tem sido dirigido neste momento de dor pela sua perda. Prestam
ainda agradecimento a todos, que de alguma forma, marcaram presença nas suas cerimónias fúnebres que
decorreram no dia 20 de julho de 2022.

Agência Funerária de Famalicão

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A Câmara Municipal de Águeda volta a apostar na realização da Campanha “Compre em Águeda” (3.ª edição), como forma de dinamizar e promover o comércio local, investindo 30 mil euros, que serão traduzidos em vales para serem descontados em compras nos estabelecimentos aderentes.

“As campanhas que realizámos nos últimos dois anos evidenciam não só a pertinência como a importância e o impacto que esta medida tem no estímulo ao comércio do nosso concelho, sendo um sério contributo para a retoma deste setor e para a sustentabilidade económica do nosso território”, disse Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, anunciando a continuidade desta medida este ano.

A campanha, que decorrerá entre dia 1 de setembro e 30 de novembro (data limite para gastar os vales), destina-se aos estabelecimentos do comércio local do Concelho de Águeda, designadamente os que detêm os seguintes Classificação das Atividades Económicas (CAE): 9602; 93130; 95230; 96010; 96091; 7911; 7912; os iniciados em 55, 56 e os iniciados em 47 (com exceção do CAE 47111 – Comércio a retalho em supermercados e hipermercados e 47300 – Comércio a retalho de combustível para veículos a motor, em estabelecimentos especializados).

Nas compras efetuadas nos estabelecimentos aderentes durante o mês de setembro, o cliente terá direito a cupões de participação consoante o valor das suas compras, que, depois de devidamente preenchidos, terão de ser colocados na tômbola que estará disponibilizada no Posto de Turismo de Águeda até ao dia 3 de outubro. O sorteio realizar-se-á nesse mesmo dia e local, pelas 18 horas.

Serão atribuídos 250 prémios (50 de 200 euros e 200 de 100 euros), no valor total de 30 mil euros, distribuídos em vales de compras, que só poderão ser utilizados nos estabelecimentos do comércio local do Concelho de Águeda, aderentes à iniciativa e até ao dia 30 de novembro.

Os proprietários dos estabelecimentos comerciais interessados em aderir à campanha e beneficiar desta ação deverão preencher o formulário que estará disponível na página da Internet da Câmara Municipal, até ao dia 9 de setembro, onde constará ainda o regulamento da campanha. Os comerciantes que já tenham aderido às campanhas anteriores deverão manifestar interesse em renovar esta inscrição, através do e-mail dv-as@cm-agueda.pt.

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Cada vez mais, a segurança europeia torna-se um tema impossível de não abordar.

Recentemente, vimos eclodir no leste da Europa uma guerra pessoal de Putin contra a Ucrânia, país de bastante sentimento europeu e cultura ocidental. Este episódio foi um importante ponto de viragem nas relações entre Moscovo e a Europa e, diria eu, um “abre olhos” para a generalidade dos cidadãos europeus.

Há de facto uma grande preocupação no tema da segurança. Contudo, segurança não se resume apenas em questões militares. A cibersegurança é, a par da segurança militar, um grande desafio europeu comum.

Exemplos recentes disso, demonstram precisamente a vulnerabilidade e os perigos a que o sistema financeiro e entidades públicas estão expostos. Como por exemplo, o ataque informático à SIBS, aos Ministérios da Educação e Saúde, o website do Parlamento contendo informação sensível do Governo e dados pessoais de políticos, e entre outros.

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Como disse antes, “segurança” é bastante abrangente. No passado mês de março a União Europeia aprovou uma estratégia de defesa militar comum nos Estados-Membros – Strategic Compass. Nesta “Bussola Estratégica” com objetivos de reforçar a ação, investimento, parcerias e a segurança, destaca-se que até 2025 será possível ter um grupo de 5000 militares ativos permanentemente capazes de responder com prontidão em contextos de crise.

Em teoria, o Artigo 42 do Tratado de Lisboa já prevê em situações de conflito armado o «auxílio e assistência por todos os meios ao seu alcance» por partes dos restantes Estados-Membros. Porém, esta cooperação deve respeitar os compromissos assumidos no quadro da NATO, à qual Estados como a Áustria, Chipre, Irlanda e Malta se mantêm neutros.

A Europa está evidentemente desarmada. Perante as circunstâncias atuais, é primordial haver vontade política para colocar em prática estes mecanismos previstos no Tratado de Lisboa – aumentar o investimento no sector tecnológico e industrial militar e reforçar a cooperação entre as forças armadas. O pouco conhecido PESCO (Cooperação Estruturada Permanente da Política de Defesa e Segurança Comum) que apenas surge em 2017 estabelecido pelo Artigo 42 do Tratado.

Um Estado dificilmente terá por si todas as capacidades para cumprir complexas missões de defesa, pelo que os Estados-Membros devem cada vez mais agir em parceria.

Foi num passado de tensão entre o bloco ocidental e o bloco oriental dominado pela URSS, que emergiu a possibilidade de criar uma força militar das democracias liberais europeias contra o expansionismo soviético. E assim “nasce” a Comunidade Europeia de Defesa (CED) em 1952.

Este projeto da CED teve desde sempre vários entraves. Foram estes os de soberania e duplicação das funções da NATO na Europa. Mais tarde com a morte de Stalin e o término do conflito na Coreia em que se opunham as duas maiores potências, o projeto europeu de defesa comum da CDE cai por terra.

Nos anos 90 com a queda da URSS e consequentemente uma mudança radical dos objetivos geopolíticos, organizou-se então a Cimeira de Saint Malo e são definidos Headline Goals que determinaram a criação de um contingente de 60.000 homens. Porém, surgem de novo entraves pela duplicação de funções com a NATO, bem como a “discriminação” para com outros membros da NATO não pertencentes à EU.

Com o Brexit, há uma simplificação nas estratégias europeias, uma vez que o Reino Unido nesta matéria sempre se manteve limitador nas ideias de unicidade europeia em prol de um forte atlantismo militante. Não obstante disso, por ter no Parlamento vozes que partilham a ideia de uma Europa não dependente militarmente dos Estados Unidos, não se rejeita a hipótese de cooperação entre Londres e Bruxelas em questões de defesa e segurança.

Emmanuel Macron desde que é Presidente, clarifica no seu discurso a necessidade de uma Europa mais autónoma. Para tanto, precisa do poder económico e militar. E isso não se atinge com um grande mercado. É necessário a chamada “gramática do poder”.

A instrumentalização da PESCO, que surge em 2017, pode interpretar-se como um percurso alicerçado pela cooperação voluntária dos membros da EU, que presumivelmente irá avançar até resultar na criação da estrutura propriamente dita e um comando às ordens das Instituições e Autoridades Europeias.

Poderá então confirmar-se que no seio da União, estamos cada vez mais próximos de um debate real sobre defesa de espaço comum europeu. E à vista disso, o Federalismo. O que para mim, faz imenso sentido. Numa união económica e governamental como esta, poderemos ficar impávidos e serenos ver um parceiro comercial, com quem estreitamos laços e valores de uma democracia liberal, ser agredido?

Tradicionalmente, a grande segmentação tem sido entre os federalistas (também globalistas) e os que continuam firmes por uma singularidade cultural. Maastricht impôs uma dinâmica mais próxima do federalismo. Daí, também a importância de debater a política europeia. As implicações de uma moeda única, competição fiscal entre Estados, interesses externos, concorrência dos “campeões económicos”, fronteiras abertas à globalização e a política de defesa.

Com toda a convicção, a União Europeia tem à sua frente um grande desafio para a sua sobrevivência e continuidade.

João Esteves

Iniciativa Liberal Anadia

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No passado fim de semana acontece mais uma jornada do torneio de futsal organizado pelo Ribeira Azenha, desta vez só com jogos ao sábado onde estava previsto dois encontros, mas que só se realizou um: o Friday BoisXCafé Central Vila Mar, cujo resultado foi de 2-2. O jogo terminou com pontapés de penalidade, em que venceu o Friday Bois por 4-3.
O vencedores deste encontro vão agora defrontar, nas meias finais, no dia 29, às 22 horas, a Jomabel, que por falta de comparência do Flor Quinta do Picado passou às meias finais. Também no dia 29, às 21 horas, jogarão o Cacimbão, que foi o primeiro classificado da série A, contra Asa Congelados.
No dia 30 haverá dois encontros para apurar o 3º e 4º lugar e a final para apurar o 1º e 2º, seguindo-se a entrega de prémios.
Lembra-se mais uma vez que os encontros são dirigidos por trio de árbitros federados.
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A AHRESP transmite toda a sua solidariedade para com a população atingida pelos incêndios rurais. Apesar dos negócios turísticos atingidos, direta ou indiretamente, ainda serem muito pontuais e circunscritos, existe o risco, por agora mínimo, de prejudicar a imagem do país como destino seguro.

Assim, a AHRESP apela à população que não tenha comportamentos de risco e às empresas turísticas que tenham um papel de divulgadores das mensagens de prevenção e de segurança. Este é um período de condições meteorológicas extremas, com calor e tempo muito seco e o risco de incêndio está no seu mais alto nível. Todos os cuidados são importantes.

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Aqui ficam algumas recomendações (via Portugal Chama) que os estabelecimentos podem transmitir aos seus clientes:

SE ESTIVER PRÓXIMO DE UM INCÊNDIO

  • Ligue de imediato para o 112
  • Se não correr perigo e possuir vestuário adequado, tente extinguir pequenos focos com pás, enxadas ou ramos
  • Evite a exposição ao fumo, tape a boca e o nariz com um pano húmido
  • Proteja o corpo das chamas e do calor com vestuário seco e comprido
  • Não prejudique a ação dos Bombeiros, Sapadores Florestais e outras forças de socorro e siga as suas instruções
  • Retire a sua viatura dos caminhos de acesso ao incêndio
  • Se notar a presença de pessoas com comportamentos de risco informe as autoridades
  • Evite circular em zonas próximas de incêndios

Turismo de Portugal e AGIF têm também disponíveis folhetos de sensibilização das empresas turísticas e turistas para a prevenção de incêndios rurais e para a segurança de pessoas e bens. Aqui estão documentos direcionados a trakkers (caminheiros) e a parques de campismo:

Portugal em situação de alerta

A situação de alerta devido aos incêndios florestais terminou às 23h59 de 21 de julho de 2022, anunciou o Ministro da Administração Interna, José Luis Carneiro. O responsável apelou ao sentido de responsabilidade coletiva para que não haja comportamentos de risco e reforçou o apelo ao cuidado no uso de máquinas agrícolas e florestais e lembrou a proibição do uso de fogo nos municípios com risco de incêndio muito elevado e máximo. As restrições passam a ter caráter regional de acordo com a classificação Perigo de Incêndio Rural.

De acordo com o Governo, mantém-se todo o Dispositivo em prontidão e serão feitos pré-posicionamentos para apoio às regiões de maior perigo, acrescentou o Ministro.

A decisão foi tomada tendo em conta a baixa média da temperatura entre cinco e dez graus e o aumento da humidade entre 10% e 20%, numa reunião com os Ministros da Defesa Nacional, da Saúde, do Ambiente e da Ação Climática, e da Agricultura e da Alimentação, em que estiveram também presentes os presidentes da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

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O Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) e a Comissão Europeia de Viagens (ETC) alertam que a recuperação do setor de Viagens e Turismo pode ser colocada em sério risco se quase 1,2 milhões de postos de trabalho permanecerem vagos em toda a União Europeia (UE). Em 2020, o setor perdeu quase 1,7 milhões de postos de trabalho em toda a UE. Em 2021, quando começaram a ser aliviadas as restrições de viagens e a confiança dos consumidores melhorou, a contribuição direta do setor do turismo para a economia europeia recuperou 30,4% e 571 mil novos empregos foram criados. Este ano, o WTTC projeta que a recuperação do setor continuará a acelerar e quase atingirá os níveis pré-pandemia, com um aumento esperado de 32,9% na sua contribuição direta para a economia da UE.

Contudo, Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, reitera: “A Europa mostrou uma das recuperações mais fortes em 2021, acima da média global. No entanto, a atual escassez de mão de obra pode atrasar essa tendência e pressionar ainda mais um setor já em dificuldades”. Em consonância, Luís Araújo, presidente da ETC, afirma: “A Europa, como o destino turístico líder e mais competitivo do mundo, está empenhada em se tornar mais sustentável. Mas o objetivo da dupla transição (verde e digital) só será alcançado se conseguirmos atrair e reter talentos para o setor. Este é um dos maiores desafios para o setor e necessita de soluções coordenadas, multifacetadas e conjuntas (públicas e privadas).”

Assim, o WTTC e o ETC identificaram seis medidas que os governos e o setor privado podem implementar para resolver esse problema urgente:

  • facilitar a mobilidade de mão de obra dentro dos países e além-fronteiras, fortalecendo a colaboração em todos os níveis e fornecendo vistos e autorizações de trabalho;
  • permitir o trabalho flexível e remoto sempre que possível;
  • garantir a dignidade do trabalho, fornecer redes de proteção social e destacar oportunidades de crescimento na carreira;
  • capacitar e requalificar talentos e oferecer formação abrangente, para equipar a força de trabalho com novas e aprimoradas capacidades;
  • criar e promover educação e aprendizagem – com políticas eficazes e colaboração público-privada, que apoiem programas educacionais e formação baseada na aprendizagem;
  • adotar soluções tecnológicas e digitais inovadoras para melhoria das operações diárias, bem como mobilidade e segurança nas fronteiras para garantir viagens seguras e uma melhor experiência para o cliente.

Em Portugal, o problema da falta de pessoas disponíveis para trabalhar também se tem vindo a agravar. A AHRESP tem vindo a apresentar várias propostas ao Governo para colmatar este problema a nível nacional. Dados do INE revelaram que nos últimos dois anos se perderam mais de 76 mil postos de trabalho durante os últimos dois anos em Portugal – menos 16.100 trabalhadores no alojamento turístico e menos 60.200 na restauração e similares. É uma situação sem precedentes e que, tal como a AHRESP tem vindo a alertar, poderá comprometer a sustentabilidade das empresas e a qualidade do serviço. A AHRESP tem vindo a defender que a contratação de trabalhadores estrangeiros, nomeadamente provenientes dos PALOP, pode fazer parte da solução e ajudar a colmatar a falta de trabalhadores. Mas para que tal seja assim, devem existir programas de imigração organizada e com todas as condições de trabalho, quer ao nível da formação, da inserção profissional e familiar, quer ao nível da habitação.

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Dinho, que na época passada representou o Vila Meã por empréstimo do Leixões, e Filipe Marques, que ajudou a Oliveirense a subir à Liga SABSEG, são reforços do Anadia.

O primeiro é um extremo de 22 anos, que fez seis golos em 21 jogos, enquanto o segundo é um médio, de 24 anos, que já passou pela formação de Benfica, Braga e Rayo Vallecano (Espanha).

O Anadia foi rápido a encontrar o substituto de Alexandre Ribeiro no comando técnico do clube. Rui Eduardo Borges, de 35 anos, que na época passada orientou o Espinho é o sucessor.

Além do novo técnico, o Anadia contratou mais um reforço, o avançado Zé Postiga (ex- Merelinense), que é o irmão do antigo internacional português Hélder Postiga.

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