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As Caves de Coimbra vão dar início aos eventos Bairrada Fest no dia 18 de Setembro, das 13h00 às 19h00.

O espaço Caves de Coimbra está localizado numa zona privilegiada junto à saída da A1 e à entrada Norte da cidade de Coimbra, apresentando-se como um local estratégico entre Lisboa e Porto. Para além desta localização também conta com um estacionamento privativo, perfeito para receber grandes grupos de diferentes pontos de Portugal.

Nestes eventos, pretende-se retratar as vivências e a cultura beirã. Os visitantes poderão usufruir de uma experiência única das tradições gastronómicas, populares, culturais e etnográficas da região.

“Desejamos proporcionar momentos únicos, caracterizados por muita animação e música ao vivo”, realça a organização

Gigantones, figurinos, retratando estudantes de Coimbra, bem como a encenação da história de Pedro e Inês serão alguns dos ex-libris da festa. O programa incluirá ainda apontamentos de fado, rancho e cantares regionais.

Para além destas iniciativas será possível ainda degustar gastronomia e vinhos típicos da região da Bairrada.

Ao nível da gastronomia poderá deliciar-se com lombo assado, com batata e arroz; sopa à moda da bairrada; cabidela de leitão; sarrabulho à lavrador; febras na brasa e caldo-verde. Para adoçar a boca pode contar com pudim caseiro e salada de fruta. Já para beber terá vinhos branco e tinto, frisante, sangria, água e sumo.

Quem estiver interessado poderá ainda visualizar uma variada colecção de antiguidades, representativas de artes e ofícios originários de várias regiões do país.

Estes tipos de eventos enquadram-se numa estratégia de promoção e visitação à Região da Bairrada, como elemento catalisador da criação de valor de uma oferta turística e cultural diferenciada.

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A situação de alerta, anunciada na passada sexta-feira, mas formalizada no sábado, por decisão dos ministérios da Administração Interna, Defesa Nacional, do Trabalho, da Saúde, do Ambiente e da Agricultura, prevê medidas extraordinárias.

Até amanhã, terça-feira, é proibido circular ou permanecer nos espaços florestais previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem, fazer queimadas ou trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos que tenham a ver com combate a incêndios.

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É igualmente proibido o uso de fogo de artifício ou outros artefactos pirotécnicos, estando suspensas as autorizações que tenham sido entretanto emitidas, de acordo com a informação do Ministério da Administração Interna.

Será feito ainda o reforço do dispositivo dos corpos de bombeiros com a contratualização de até 100 equipas, mediante a disponibilidade dos corpos de bombeiros, de acordo com o executivo.

O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, justificou a decisão do Governo quanto ao risco de incêndio com três fatores: o novo pico de calor que se vai fazer sentir nos próximos dias, a partir de domingo, que poderá alcançar temperaturas superiores a 40 graus, os ventos que poderão variar entre os 40 e os 60 quilómetros por hora, e, por último, a situação de seca severa e extrema em grande parte do território nacional.

Durante o dia de sábado, ficaram considerados controlados os incêndios em Ourém, distrito de Santarém, e também em Leiria, onde, na sexta-feira, o fogo destruiu um aviário, causou milhares de euros de prejuízo e obrigou à interrupção, durante mais de seis horas, da circulação ferroviária na linha do Norte.

O Governo estima que, deste o início do ano, já arderam 92 mil hectares em incêndios, disse à SIC Notícias, na sexta-feira, a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar.

O Parque Natural da Serra da Estrela foi atingido, desde julho, por cinco grandes incêndios que afetaram 25% da sua área total e causaram efeitos negativos “muito significativos em locais de sensibilidade ecológica elevada”, segundo o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

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Augusto Cancela de Abreu (AnadiaArcos14 de Agosto de 1895 — Lisboa6 de Abril de 1965). Foi sepultado no cemitério do Monte Crasto – Anadia.

Licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa e administrador de várias grandes empresas. Foi: Subdiretor e Diretor dos Caminhos-de-ferro de Cascais (Sociedade Estoril); Administrador dos Caminhos-de-ferro da Beira Alta; Presidente da Assembleia Geral da C.P.; Administrador da Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas; delegado do Governo junto do Grémio de Exportação de vinhos; membro da Direção da Associação dos Engenheiros Civis e da Ordem dos Engenheiros; presidente da Assembleia Gera do Automóvel Clube de Portugal.

Foi um político ligado ao regime do Estado Novo (era monárquico) que desempenhou funções de relevo: Presidente da Comissão Concelhia e vogal da Comissão Distrital de Lisboa da União Nacional; Chefe de gabinete do Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria (1932-1934); Ministro das Obras Públicas e Comunicações (1944-09-06 a 1947-02-04); Ministro do Interior (1947-02-04 a 1950-08-02); Presidente da Comissão Executiva da União Nacional (1957 a 1961); Procurador à Câmara Corporativa; Membro do Conselho de Estado. Tomou parte em congressos e conferências internacionais, deslocando-se para esse efeito ao Cairo, a Londres e ao Brasil. Foi eleito deputado em quase todas as legislaturas do Estado Novo.

A 5 de Outubro de 1934 foi feito Comendador da Ordem Militar de Cristo, a 6 de Julho de 1935 foi feito Comendador da Ordem Civil do Mérito Agrícola e Industrial Classe Industrial e a 13 de Abril de 1949 foi-lhe concedida a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo. Tendo-lhe sido também concedida a Grã-Cruz de Isabel a Católica de Espanha.

Ainda como estudante fez parte do Corpo Expedicionário Português, durante a 1ª guerra mundial como alferes miliciano.

O eng. Cancela de Abreu nunca esqueceu a sua terra. Anadia ficou-lhe a dever inestimáveis benefícios, de entre os quis se destaca a doação que lhe fez de uma propriedade e, como ministro, ter promovido a construção do Bairro Popular que tem o seu nome, como o tem a larga e extensa avenida que mandou construir e que é uma das artérias mais belas de Anadia.

Grata ao muito que lhe devia, Anadia prestou-lhe justas homenagens, de entre as quais se destaca uma sessão solene na Câmara Municipal, tendo sido descerrado o seu retrato, pintado pelo também Anadiense e grande pintor que foi Fausto Sampaio.

José Ferreira Tavares

José Ferreira Tavares foi um homem de rasgadas iniciativas e de um espírito aventureiro.

Chamando a si alguns colaboradores, fundou a Cave Central da Bairrada e a Cave Lusitana: uma serração em Mogofores (Tavares, Grilo e Cª Lda); com o apoio dos srs. João Vicente e Augusto Grilo construiu uma praça de touros na Curia. Esta praça foi durante algum tempo, um motivo de grande importância turística, pois quase todos os domingos, na época balnear, a festa brava atraía à Curia muitas centenas de aficionados.

Num recinto separado das suas caves, em Arcos, José Ferreira Tavares, criou um parque de diversões – o Cine-Parque – onde se realizavam sessões de cinema mudo, muitos bailes e se reuniam, em jantares de confraternização largo número de pessoas. Foi nas barracas deste parque onde se serviam as iguarias bairradinas acompanhadas pelo capitoso e dourado espumoso, que apareceu pela primeira vez o famoso “Leitão à Bairrada” servido em sandes, que ele trouxe das terras da sua freguesia (Avelãs de Cima) aonde os lavradores o assavam nos fornos de casa que havia junto à lareira e onde era também cozido o pão e a famosa chanfana. Era desta forma que se assava o leitão nas localidades do interior na nossa Bairrada. Não se conhecendo ao certo o ano em que isso se começou a fazer.

Mostrando-se bairrista intransigente trouxe muitos lisboetas e marinheiros e até oficiais da Esquadra Americana fundeada no Tejo a Anadia em excursões organizadas por si, sendo esta sua iniciativa uma grande propagandista desta nossa região e de todas as suas iguarias, nomeadamente o já citado “Leitão à Bairrada”. José Ferreira Tavares chegou a ir ao Brasil em propagando da sua Bairrada e iguarias.

Teve também José Ferreira Tavares a seu cargo, durante vários anos, um Café-Restaurante em Anadia, onde mais tarde teve o Sr. Daniel Benvindo Lebre o seu estabelecimento. Mais tarde a sua vida transformou-se num rosário de complicados problemas, acabando por se fixar em Lisboa. Na capital instalou um «stand» na Feira Popular, onde vendia leitão e vinhos da Bairrada.

Tendo nascido no dia 1 de agosto de 1889 na freguesia de Avelãs de Cima, veio a falecer em Lisboa no dia 24 de Novembro de 1954.

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O ciclista português António Morgado (Bairrada) venceu este domingo a Volta ao Douro em Espanha, prova UCI para o pelotão júnior, com nova vitória em etapa, na terceira e última, com partida e chegada em Aranda de Duero.

Morgado cumpriu os 115,3 quilómetros em 2:40.06 horas, batendo ao sprint o belga Victor Hannes (ACROG), segundo, e o australiano Tyler Tomkinson (La Pomme Marseille), terceiro.

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A vitória permitiu-lhe segurar o triunfo na geral, depois de já ter triunfado na primeira etapa e sido terceiro na segunda, e acabou com 26 segundos de vantagem para o norte-americano Andrew August (Hot Tubes), segundo, e 28 para Tomkinson, terceiro.

O ciclista português, campeão nacional júnior de fundo e contrarrelógio, continua em boa forma no calendário internacional, no qual foi segundo no Troféu Centre Morbihan, na Corrida da Paz e na Gipuzkoa Klasikoa, tendo sido quarto na Volta ao Pays de Vaud.

Além de Morgado, a Bairrada venceu por equipas, graças aos esforços de Daniel Lima, 16.º, Gonçalo Tavares, 19.º, Miguel Batista, 126.º, Francisco Cordeiro, 128.º, e Tiago Belchior, 132.º.

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O Executivo Municipal aprovou o plano de transportes escolares para o ano letivo 2022/2023, que deverá abranger mais de 800 alunos, num universo de 3.737, distribuídos por 14 jardins-de-infância da rede pública, 11 da rede solidária, 17 escolas do 1.º ciclo, 3 escolas básicas dos 2.º e 3.º ciclos, 1 escola secundária, 1 escola técnico-profissional, 1 escola de ensino particular e cooperativo com contrato de associação, 1 particular de ensino especializado de Música e uma universidade pública à distância.

De acordo com a informação recolhida junto dos estabelecimentos de ensino, a maior percentagem de alunos a necessitar de transporte escolar no novo ano letivo continua a ter como principais destinos a Escola Técnico Profissional de Cantanhede (44%), Escola Básica Marquês de Marialva (20%) e Escola Secundária Lima-de-Faria (19%), todas situadas na cidade de Cantanhede, o que se traduz em cerca de 83% do universo de alunos.

Será também garantido o transporte a alunos matriculados na Escola Básica de Vilarinho do Bairro, no concelho de Anadia, assim como a crianças com cuidados de saúde específicos a frequentar unidades de referência sedeadas em Coimbra e Mira.

“O Município assenta a sua política educativa, a par de uma educação de qualidade, na construção de uma escola inclusiva em que é garantido o acesso à educação de todas as crianças e jovens, independentemente das circunstâncias e condições socioeconómicas”, justifica o vice-presidente da Câmara Municipal, Pedro Cardoso, adiantando que “o investimento na mobilidade estudantil é imprescindível para assegurar a igualdade de oportunidades de acesso à educação pré-escolar e à educação escolar, incluindo os alunos abrangidos por medidas adicionais no âmbito da educação inclusiva, no sentido de promover o sucesso educativo”.

Ainda de acordo com o autarca, que tutela o pelouro da Educação, “este é mais um exemplo concreto de apoio às famílias, no âmbito de uma política mais ampla que tem merecido o reconhecimento por parte das entidades competentes”.

O plano de transportes escolares é um instrumento de planeamento da oferta de serviço de transporte entre o local da residência dos alunos e o local dos estabelecimentos de ensino da rede pública, sendo um processo complexo e dinâmico em permanente atualização consoante as necessidades reais dos alunos e das famílias.

A mobilidade dos alunos continuará a ser assegurada por duas empresas de transportes públicos, complementada pela rede de transportes urbanos de Cantanhede, que dará resposta aos que frequentam estabelecimentos de ensino do perímetro da cidade.

Até ao momento, já foram solicitados mais de 400 passes escolares para o ano letivo 2022/2023, número abaixo do estimado de alunos a abranger – cerca de 800 -, pelo que foi prolongado até final do mês de agosto o prazo de candidatura.

A inscrição é efetuada online através de um link de acesso às candidaturas externas da Plataforma SIGA (https://siga1.edubox.pt), disponível no site do Município. Caso necessitem, os encarregados de educação poderão solicitar o devido apoio através do email transportes@cm-cantanhede.pt ou através do número de telefone 231 410 123.

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O ciclista da Bairrada Cycling Team António Morgado segurou no sábado a liderança da geral da Volta ao Douro, em Espanha, ao ser terceiro na segunda etapa, com meta em San Esteban de Gormaz.

Morgado foi o terceiro a cortar a meta após 94 quilómetros iniciados em Langa de Duero, ficando atrás apenas de dois ciclistas belgas: Liam van Bylen, que venceu a etapa, e Victor Hannes, segundo.

Depois de a Bairrada anular a fuga, Morgado conseguiu discutir a etapa e seguir na frente, com vantagem para dois norte-americanos: Andrew August é segundo, a 14 segundos, e Artem Schmidt é terceiro, a 16 segundos.

O ciclista português, campeão nacional júnior de fundo e contrarrelógio, continua em boa forma no calendário internacional, no qual foi segundo no Troféu Centre Morbihan, na Corrida da Paz e na Gipuzkoa Klasikoa, tendo sido quarto na Volta ao Pays de Vaud.

Além de Morgado, a Bairrada tem também em prova Daniel Lima, 15.º, Gonçalo Tavares, 24.º, Miguel Batista, 119.º, Francisco Cordeiro, 120.º, e Tiago Belchior, 125.º.

No domingo, a “Vuelta a la Ribera del Duero” termina com 115 quilómetros com partida e chegada em Aranda de Duero, com várias subidas categorizadas como decisivas para o desfecho final.

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O ciclista português Nelson Oliveira (Movistar) arrancou para a oitava Volta a Espanha da carreira com o foco em trabalhar para o líder, o espanhol Enric Mas, mas de olho em “oportunidades” de ir para a fuga.

“O objetivo é chegar a Madrid [na 21.ª e última etapa], como em todos os anos. Depois, trabalhar para os líderes. Em princípio, terei algumas oportunidades de entrar numa fuga e tentar a minha sorte, e porque não vencer uma etapa? Esperemos que isso aconteça. O principal objetivo é estar com o líder, o resto será indo dia a dia”, resumiu, em entrevista à agência Lusa.

O ciclista de Vilarinho do Bairro (Anadia), de 33 anos, vai para a 17.ª “grande Volta” da carreira, e a oitava Vuelta, depois do 52.º posto no Tour deste ano, competindo em Espanha, que é a casa da equipa Movistar e a corrida onde tem um dos pontos altos da carreira.

Em 2015, uma vitória em etapa em Tarazona consagrou-o como o sétimo luso – e o último até aqui – a vencer uma etapa na Volta a Espanha, então com uma fuga a 20 quilómetros da meta, acabando depois a corrida no 21.º posto.

Se Enric Mas, “vice” em 2018 e 2021, é o líder para a geral, a Movistar encerra uma das principais narrativas da 77.ª edição da última “grande Volta” do calendário velocipédico.

Trata-se da despedida de Alejandro Valverde, um dos principais nomes da modalidade nos últimos 20 anos, que aos 42 anos já anunciou que vai deixar o pelotão.

“Saber que estou na última corrida dele em Espanha, antes da retirada do ciclismo… como companheiro, é óbvio que fico orgulhoso por estar aqui, ao lado dele, e poder ajudá-lo na sua última corrida”, refere o português.

Para Oliveira, poder estar ao lado de “Bala” dá-lhe “bastante gosto”, até porque o luso é outro dos nomes mais experientes da “telefónica”: corre pelos espanhóis desde 2016, tendo contrato até 2023.

“Deu-me gosto trabalhar com ele, principalmente correr com ele e ser seu companheiro de equipa, poder aprender alguma coisa com ele”, admite.

Em ano em que a União Ciclista Internacional (UCI) vai aplicar, com efeitos em 2023, o sistema de descidas de divisão no WorldTour, a Movistar, uma das mais antigas formações do principal escalão do ciclismo, tem “derrapado” para os últimos lugares, arriscando-se a perder a licença.

Esta situação “não mexe na preparação”, considera o português, especialista em contrarrelógio, mas coloca “alguma pressão”. “Somos profissionais e queremos que as coisas corram bem. Infelizmente, estamos a passar este mau bocado, mas esperamos ultrapassar isto, fazer uma boa Vuelta e pôr isso de parte. Não é fácil, mas cá estaremos”, declara.

A 77.ª edição da Volta a Espanha arrancou na sexta-feira nos Países Baixos e termina em 11 de setembro em Madrid.

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O flagelo dos incêndios florestais não terminou e o país está a sofrer as suas consequências: Portugal será, atualmente, um dos países europeus com mais área ardida. A área protegida mais extensa do país, a Serra da Estrela, tem sido especialmente afetada, com muitos milhares de hectares ardidos e um ecossistema ambiental e económico de enorme importância destruído.

Cinco anos depois da tragédia que se abateu em força sobre uma parte do território nacional, o pesadelo dos incêndios ainda não terminou. E com o aumento de temperaturas e a seca extrema que assola o território nacional, a situação poderá continuar ainda durante o mês de setembro e, talvez, em outubro.

A AHRESP manifesta a sua solidariedade para com a população afetada pelos incêndios rurais, assim como para quem tem tido uma missão muito difícil e mais uma vez têm sido verdadeiros heróis: bombeiros, sapadores e demais agentes de  proteção civil.

O nosso abraço mais solidário também às empresas e empresários atingidos por esta devastação e a quem trabalha diariamente na promoção das regiões portuguesas como destinos turísticos de excelência. A AHRESP disponibiliza-se para o que for necessário e estará presente, como tem estado, neste tempo de incerteza e dúvida.

Confiando que a recuperação acontecerá rapidamente, a AHRESP defende a criação de apoios desburocratizados às famílias e empresas que viram o seu sustento posto em causa, demonstrando igualmente a sua disponibilidade para ajudar a desenhar esses mesmos  apoios.

A todos os turistas e visitantes, a AHRESP pede que seja redobrada a atenção nos seus comportamentos, evitando os de risco numa altura tão delicada.

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As Comunidades de Energia têm como principal objetivo a produção de energia local, limpa e descabornizada, através da instalação de centrais de produção de energia fotovoltaica e integrando diversos membros, como entidades locais, empresas, juntas de freguesia, IPSS, municípios, coletividades e cidadãos, incluindo famílias economicamente vulneráveis, que usufruem de um ecossistema energético. Quem participa pode ter acesso a energia limpa, com isenção de parte das tarifas de acesso à rede.

As maiores vantagens são o aumento do conforto térmico, a diminuição dos custos energéticos em cerca de 30%, a redução da pegada ecológica das comunidades e a melhoria da qualidade de vida.

Qualquer interessado pode contactar a Cleanwatts através do email decarbonize@cleanwatts.energy, por telefone (239 791 400) ou ir a https://portugal.cleanwatts.energy/.

Para o utilizador não há qualquer custo de instalação. A Cleanwatts assume todo o investimento inicial de instalação. O membro participa adquirindo energia mais barata da comunidade que é partilhada nos momentos que está a ser produzida localmente.

A ideia por trás da Comunidade de Energia (CER) é misturar os dois contextos, particular e empresas. As CER aplicam a tradicional ideia de que “juntos somos mais fortes”, em que vários locais podem contribuir para a produção e todos beneficiam da mesma, com vantagens comuns.

A Cleanwatts foi pioneira na criação de Comunidades de Energia em Portugal, em Miranda do Douro, e essa está em pleno funcionamento. Entretanto, criaram no último ano várias CER, espalhadas pelo país, que ainda não estão em pleno funcionamento, porque aguardam licenciamento.

Há, neste momento, um projeto na zona industrial de Febres (em Cantanhede) e outro na Mealhada, para além de vários de fase de desenvolvimento na zona da Bairrada.

Para Luísa Matos, as Comunidades de Energias são a resposta aos desafios relacionados com a energia, no nosso tempo. Estimulam a participação ativa dos cidadãos na aceleração da descarbonização e da transição energética, de forma justa, democrática e coesa. Integram diversos membros, como entidades locais, empresas, juntas de freguesia, IPSS, municípios, coletividades e cidadãos e incluem, também, famílias economicamente vulneráveis, que usufruem de um ecossistema energético. Quem participa pode ter acesso a energia limpa, com isenção de parte das tarifas de acesso à rede. Este projeto permite aumentar o conforto térmico, diminuir os custos energéticos em cerca de 30%, reduzir a pegada ecológica das comunidades e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nas aldeias de Portugal.

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A Câmara Municipal da Mealhada vai promover diversas iniciativas no âmbito da Semana da Fertilidade e da Gravidez, que decorre, de 5 a 9 de setembro. Sessões teóricas e práticas focadas na saúde da grávida são algumas das propostas de um programa concebido pela autarquia e por diversas instituições de saúde, públicas e privadas.

De 5 a 9 de setembro são diversas as iniciativas, desde sessões de esclarecimento, presenciais ou via Zoom, a aulas práticas que visam dar resposta às várias preocupações da grávida. Os temas abordados vão desde a gestão do stress ao uso da medicina chinesa na infertilidade, da alimentação à atividade física na gravidez, da preparação do parto à amamentação e introdução alimentar do bebé.

O programa foi concebido em colaboração com as clínicas Clinimed Pampilhosa, Naturalmed e com a UCC Bairradina. Os interessados devem inscrever-se nas sessões pretendidas, sendo todas gratuitas.

O Dia da Grávida ou Dia Nacional da Natalidade é assinalado a 9 de setembro (mês 9), numa alusão aos 9 meses de gravidez. Neste âmbito, a autarquia procurou assinalar a data, criando a Semana da Infertilidade e da Gravidez, uma vez que os problemas de infertilidade são cada vez mais comuns. O objetivo é dar a conhecer os serviços que existem no concelho que podem ajudar futuros pais, tanto na pré conceção como na gravidez.

Informações: ritafernandes@cm-mealhada.pt

Inscrições: bit.ly/semanafertilidadeegravidez

 

PROGRAMA

5 de setembro l Espaço Inovação

18h30 – Preconceção e fertilidade: cuidados importantes para o casal, numa gravidez planeada (Rita Fernandes – CMM)

19h – Medicina Chinesa da [in]fertilidade (Cátia Bandarra – Naturalmed)

19h30 – Como gerir o stress e ansiedade enquanto o positivo não chega? (Maria Carvalho – Clinimed)

 

6 de setembro l Espaço Inovação

18h30 – Alimentação na gravidez (Eunice Marques – CMM)

19h – Reforço perineal e mobilidade pélvica (Sara Nunes – Clinimed)

 

8 de setembro l Espaço Inovação

17h – Pilates na gravidez (Ana Xabregas – Naturalmed)

18h – Preparar para o parto (Sara – UCC e Sara Nunes – Clinimed)

 

9 setembro l Espaço Inovação

10h>12h30 e 14h>18h – Rastreios de Medicina Chinesa (Cátia Bandarra – Naturalmed)

Avaliações nutricionais e esclarecimento de dúvidas sobre alimentação na gravidez (Rita Fernandes – CMM)

18h>18h30 – Esclarecimento de dúvidas da fisiologia do parto (Sara Nunes, Clinimed)

 

Biblioteca Municipal da Mealhada

18h – Amamentação- o que precisa saber (Maria José – UCC)

18h30 – Papás, vamos ao osteopata (Inês Marques – Naturalmed)

19h – Dificuldades no pós-parto (Sara Nunes – Clinimed)

19h30 – Introdução alimentar do bebé (Carina Ferreira – Naturalmed)

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