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A Câmara Municipal de Águeda entregou no passado dia 10, no Salão Nobre do Município, numa sessão simbólica com alguns dos vencedores da Campanha “Compre em Águeda”, vales de 100 e 200 euros que poderão ser descontados nos estabelecimentos aderentes até final de novembro. Os restantes vencedores vão ser contactados pelos serviços camarários para que a entrega dos vales possa ser efetuada.

A sessão contou com a presença de Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, e dos vereadores Marlene Gaio e Vasco Oliveira, que congratularam os vencedores e desejaram que continuem a consumir no comércio local.

“A forte adesão a esta campanha que realizamos há três anos, por parte quer dos estabelecimentos comerciais quer de consumidores, é uma evidência clara da importância que tem para o incentivo ao nosso comércio”, disse Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, acrescentando que “uma das grandes riquezas das cidades é o comércio tradicional”.

Esta campanha, a par dos grandes eventos anuais que o Município promove, como o AgitÁgueda e o Águeda é Natal, são “grandes investimentos que pretendemos continuar a fazer, porque dinamizam a cidade, o comércio, a hotelaria e demais atividades, impulsionando a nossa economia”.

Um forte investimento que, frisou Edson Santos, é para manter: “Vamos continuar com esta campanha, que tem vindo a trazer benefício para todos: comércio e famílias”.

Marlene Gaio, Vereadora da Ação Social da Câmara de Águeda, salientou precisamente o duplo objetivo desta campanha, o de “incentivar o comércio local e o de dar um apoio às famílias que têm aqui um valor que podem utilizar nos estabelecimentos comerciais e adquirir bens de que necessitem”.

Refira-se que foram atribuídos 250 vales (50 de 200 euros e 200 de 100 euros), no valor total de 30 mil euros, distribuídos em vales de compras, que só poderão ser utilizados nos estabelecimentos do comércio local do Concelho de Águeda, aderentes à iniciativa e até ao dia 30 de novembro.

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O Município de Anadia entregou, no passado dia 20 de outubro, 35 bicicletas de vários tamanhos, ao Agrupamento de Escolas de Anadia (AEA), no âmbito do projeto “Anadia a Pedalar Sobre Rodas”.

O projeto tem como objetivo promover a aprendizagem de saber andar de bicicleta, segundo as normas de segurança rodoviária e a adoção de estilos de vida ativos e saudáveis. O projeto envolve todos os alunos do AEA, dos 2 aos 16 anos, desde os jardins-de-infância até ao ensino secundário.

Pretende-se desta forma, promover a prática do ciclismo de forma mais abrangente, nos diferentes aspetos em que poderá contribuir positivamente para o desenvolvimento harmonioso das comunidades escolares e, em particular, dos alunos, bem como beneficiar a saúde, reduzindo os riscos e as patologias associados à obesidade e ao sedentarismo, entre outras vantagens.

O Diretor do AEA, Aníbal Marques, deixou um agradecimento público às várias entidades, Município de Anadia, Juntas de Freguesia e Federação Portuguesa de Ciclismo, por terem aceite o desafio do Agrupamento para apoiarem este projeto.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Anadia, Jorge Sampaio, sublinhou que “faltava-nos este salto de termos também esta componente para os nossos jovens poderem aprender a andar de bicicleta”, afirmando que o Município de Anadia “não poderia ficar de fora deste importante projeto”.

Destacou as várias infra-estruturas desportivas onde se pratica a modalidade de ciclismo no concelho de Anadia, com ênfase para o Velódromo Nacional que, ao longo destes anos, tem visto “nascer” muitos campeões.

Jorge Sampaio deixou o desafio ao Agrupamento para que os alunos possam usufruir das estruturas desportivas de ciclismo existentes no concelho, nomeadamente o Velódromo Nacional e as pistas de BMX e XCO. “Era importante que os jovens tivessem também contacto com estas instalações, onde pudessem experienciar as modalidades aí praticadas”, adiantou.

O autarca destacou ainda o grande impacto que o setor das duas rodas tem tido, ao longo dos anos, na economia local, tanto na vertente industrial como desportiva, tendo referido que “Anadia é um dos Municipios onde se produzem mais bicicletas em Portugal”.

A Federação Portuguesa de Ciclismo também se associou a este projeto, tendo oferecido ao Agrupamento de Escolas de Anadia 20 bicicletas, como recompensa também pelo excelente trabalho que os alunos do curso de Desporto da Escola Secundária de Anadia realizaram no decorrer do Campeonato Europeu de Ciclismo como voluntários.

A sessão de entrega das bicicletas contou ainda com a presença dos vereadores da Câmara de Anadia, Jennifer Pereira e Lino Pintado, do representante do Ministério da Educação, Rui Fonseca, do presidente da União das Freguesias de Arcos e Mogofores, Fernando Fernandes, e dos presidentes da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, e da Associação de Ciclismo da Beira Litoral, Joaquim Cerca.

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O Campeonato Nacional de Matraquilhos 2022 vai decorrer, nos dias 10 e 11 de dezembro, no Pavilhão de Desportos de Anadia, localizado no Complexo Desportivo, com o apoio do Município de Anadia.

O evento, organizado pela Federação Portuguesa de Matraquilhos e Futebol de Mesa e homologado pela International Table Soccer Federation (ITSF), vai envolver cerca de 200 atletas, oriundos de vários pontos de Portugal, sendo o maior evento da modalidade a nível nacional. A competição vai ser disputada por equipas e a título individual, em várias categorias. Contará com transmissão em Live Stream, através das plataformas e canais digitais de divulgação da Federação.

De sublinhar que o executivo anadiense deliberou, na sua última reunião, no passado dia 13 de outubro, atribuir um apoio financeiro de 2.000,00€ para a realização deste evento desportivo.

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“Thalassos”, o multifacetado espetáculo produzido no âmbito de “O Mar que nos Une”, teve lotação esgotada nas duas apresentações em Cantanhede. “O Mar que nos Une” consiste numa parceria desenvolvida pela autarquia cantanhedense com as suas congéneres de Figueira da Foz e Mira, tendo em vista a capacitação e revitalização da atividade dos agentes culturais e artísticos locais, e o encerramento desta programação cultural em rede foi com uma cuidada produção que incluiu música, teatro e dança, som e luz num grande enquadramento cénico montado em frente aos Paços do Concelho de Cantanhede.

Com direção artística de André Varandas, “Thalassos” teve um elenco constituído por nove intervenientes representantes dos municípios envolvidos no projeto e contou com a participação de um grande coro e orquestra comunitária com cerca de 120 pessoas.

Toda a narrativa do espetáculo se desenvolveu em torno do elemento comum aos três concelhos, o mar, que na verdade assumiu um papel central enquanto personagem que testemunhou a evolução do território da orla marítima e das suas comunidades.

As associações do concelho participantes foram o Rancho Folclórico “Os Lavradores” de Cordinhã, Rancho Folclórico Rosas de Maio (Febres), Rancho Folclórico “Os Bairradinos” de Ourentã, Grupo Folclórico de Sanguinheira, Grupo Típico de Ançã, Grupo Típico de Cadima, União Recreativa de Cadima, Rancho Regional “Os Esticadinhos” de Cantanhede, Academia de Música de Ançã, União Recreativa de Cadima e Pequenas Vozes de Febres. Participaram também no coro e orquestra a Sociedade Instrução e Recreio de Lares (SIRL) e UMM – União de Músicos de Mira.

Foi perante um público entusiasmado com o que acabara de ver que a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, se deslocou ao palco para “agradecer a participação empenhada de todos quantos ajudaram a dar corpo a este projeto” e sublinhar a “qualidade de uma produção cultural que explora de modo particularmente bem conseguido as afinidades socioculturais que ainda persistem em territórios unificados pela ligação ao mar e por uma certa mundividência associada à  vasta zona litoral e ainda hoje reconhecível na vida das comunidades locais e em manifestações coletivas de natureza diversa”.

Acompanhada por Pedro Cardoso, vice-presidente da autarquia e titular do pelouro da cultura, a líder do executivo camarário afirmou “a importância das iniciativas que no âmbito do projeto ‘O Mar que nos Une’ têm contribuído para acentuar e preservar o que do ponto de vista sociológico e cultural é comum no dia a dia da orla costeira de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira.  Não vejo melhor forma de promover esse legado do que através da participação ativa dos movimentos associativos num intercâmbio frutuoso para todos os participantes e para a população em geral, conforme pudemos constatar aqui hoje”, salientou.

Helena Teodósio considera que “é através de amplas ações integradas, que se promove o território e se reforça a coesão territorial”, razão que a leva a “aplaudir o trabalho que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro tem vindo a realizar com os projetos operacionalizados através de parcerias entre os municípios”.

O programa “O Mar que no Une”, recorde-se, é constituído por 208 episódios multiculturais e transdisciplinares, que iniciaram em julho de 2021, e que têm vindo a dinamizar este extenso território num período particularmente complexo para todos os agentes culturais, que se viram privados da sua regular atividade por causa da situação pandémica que assolou o mundo inteiro.

 

Ações realizadas:

Marmorfose – que proporcionou uma programação no período estival (2021) dos três concelhos;

Marés Curtas 2021 – Marmostra, iniciativa sob a organização da Associação de Moradores da Praia da Tocha, sob a coordenação de Paulo Delgado, estendida também aos municípios de Mira e Figueira da Foz;

Lendas do Mar – espetáculo teatral criado pela Atrapalharte a partir da obra de José Jorge Letria:

Andar à Catraia com Bordalo II – do que resultou a extraordinária obra que se encontra no exterior do edifício do CIAX, que invoca uma belemnite, espécie marinha cuja presença no nosso território remonta a vários milhões de anos atrás;

 

Ações a concretizar:

Visitas Encenadas, no Museu da Pedra (27 de outubro);

Sabor e Saber a Mar (dia 29 de outubro em Febres).

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Azenha-Bom Sucesso, disputado em Azenha no dia 23 de outubro e que terminou com o resultado de 1-5
As equipas alinharam e marcaram:
Azenha: Ricardo, Micael, Diogo André (Pedro Sousa/45), Ruben (David Sousa/75), Adriano (Jorge Tomaz/45), Leandro Marques, Miguel Silva (Francisco Costa/65), Tiago Melo (Marcos/65), Luís Ribeiro (Capt), Danilo e Artur Roger (Diogo Marques/75).
Treinador: Leal
Bom Sucesso: Alexandre, Afonso, Érico (Leandro/45), Diogo, Miguel Quintas (Simão/85), Gonçalo, Miguel Nabais (Capt), João Santos (Diogo Henrique/71), Nuno Alberto (Simão Batista/85), Nuno Conceição (Bruno Matos/71) e Hugo Oliveira.
Treinador: António Silva
Marcaram: Danilo/44 do Azenha
Nuno Silva 17, Miguel Nabais 12 e 93, Gonçalo/88 e Miguel Quintas/ 21 de grande penalidade, do Bom Sucesso.
Ao intervalo 1-2 – Final 1-5
Arbitragem: Ricardo Correia, Tiago Pereira e Diogo Lopes
Disciplina: Pelo Azenha amarelos para Artur Roger/31, Danilo/58, Micael/61, Luís Ribeiro/64 e Diogo Marques/91. Leal aos 89 foi advertido. Do Bom-Sucesso: Érico/5, Diogo/39 e Gonçalo/64.
Numa tarde um pouco ventosa, ditou esta estrondosa derrota do Azenha, que nunca se conseguiu encontrar nem se adaptar a essa contingência. Na primeira parte, o Bom Sucesso com dois golos madrugadores 12/17, foi sempre mais perigoso e com o vento a favor, o pontapé para a frente e pelo ar foi sempre um quebra cabeças para os jogadores do Azenha, que mesmo assim foram para o intervalo com 1-2, com golo de Danilo que com garra conseguiu passar por todos quantos lhe apareceram pela frente e marcar.
Na segunda parte foi o descalabro, o Azenha continuou mal e disso se aproveitou o Visitante que marcou mais 3 golos. Derrota muito pesada para as hostes do Azenha e nem a arbitragem, que perdoou uma grande penalidade ao Bom Sucesso, e que cometeu alguns erros, atenuam a má exibição do Azenha. Tarde para lembrar. No Próximo Domingo o Azenha torna a jogar em casa com a inversão da jornada com o Vaguense.
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A Misericórdia da Freguesia de Sangalhos celebra este ano o seu 90.º aniversário. Em anos marcados pelas dificuldades financeiras, tinham como objetivo garantir a sustentabilidade financeira da instituição, bem como o melhoramento das infraestruturas e condições dadas aos utentes, que esperam conseguir.

Durante o pico da pandemia (início de 2020 até ao 1º trimestre de 2022) sentiram um decréscimo de utentes em algumas respostas sociais, nomeadamente em SAD – Serviço de Apoio Domiciliário. Atualmente está valência está praticamente preenchida. Nas restantes respostas sociais têm notado uma maior procura nos pedidos.

O financiamento da instituição é feito através das Comparticipações da Segurança Social, das mensalidades pagas pelos utentes e também de donativos.

“As IPSS’s têm grandes dificuldades porque as Comparticipações da Segurança Social cobrem somente +/- 35% do custo real do utente. Temos tido o apoio incondicional de benfeitores muito generosos e sensíveis que reconhecem o trabalho e a obra desenvolvidos por esta esta Instituição em prol dos que efetivamente estão sós e precisam de cuidados. Esta Instituição está sempre presente e faz o seu melhor no auxílio às famílias e naturalmente aos seus utentes”, explica o provedor da instituição, Carlos Santiago.

Lamenta que as comparticipações estatais sejam manifestamente insuficientes. Na valência de lar o custo médio por utente ronda os 1250 a 1350 euros, custos que aumentam diariamente, em função do aumento da taxa de inflação e subida dos preços de todos os produtos (como produtos alimentares, produtos de higiene ou eletricidade).

“Fazemos sensibilizações de apoio à nossa Misericórdia através da doação de géneros alimentares, materiais de desgaste, ajuda voluntária, etc. A consignação do IRS e IVA, por exemplo, é uma fonte de receita muito importante para a Instituição, que nada custa aos cidadãos”, alerta.

“Não podemos esquecer que as reformas dos nossos utentes são muito baixas, o que nos obriga a um esforço enorme para colmatar o diferencial que existe entre o custo real do utente com o montante que recebemos da comparticipação da Segurança Social. Ao valor das reformas dos utentes, em alguns casos, acresce uma comparticipação familiar, mas nem todas as famílias, conseguem cumprir”, diz Carlos Santiago.

O provedor encara a instituição como uma âncora na sociedade local, que apoia e ajuda várias gerações, desde o recém-nascido ao sénior. Quem procura a Misericórdia de Sangalhos sabe que encontra cuidados, proteção e bem-estar diário, afetos, desenvolvimento cognitivo e aprendizagem.

Ao longo dos últimos anos desenvolveram atividades como a Sopa dos Pobres, o Hospital da Freguesia de Sangalhos (a funcionar), o crescimento do número de valências (tanto para crianças, como para idosos), a Casa da Criança, e agora o Projeto de Requalificação do CSAPI – Centro Social de Apoio á Pessoa Idosa, que irão começar brevemente.

Carlos Santiago não quer fazer ainda um balanço da sua passagem como Provedor da instituição, dado que se encontra no último ano de mandato desta Mesa Administrativa. Tomaram posse em janeiro de 2020, no ano em que começou a pandemia e perto do seu fim assistimos a uma guerra na Europa. Afirma que a gestão não está a ser fácil, com tantos imprevistos, mas que encara como contratempos. A principal preocupação no início do seu mandato era a de garantir a sustentabilidade de instituição, melhorar as condições estruturais dos edifícios para que possam oferecer melhores condições aos utentes e valorizar e valorar o património da Instituição. No final do mandato o objetivo será cumprir com o prometido.

“Neste momento o maior desafio será o iniciar das obras do Projeto de Requalificação do CSAPI – Complexo Social de Apoio á Pessoa Idosa. Este projeto é o grande projeto e essencial para a sustentabilidade da Instituição. Temos outros desafios, que passam por continuar a lutar por aquilo que achamos injusto para todas as Instituições, como por exemplo o IVA. Por que razão as IPSS`s não podem deduzir o IVA (como fazem as empresas e os partidos políticos)?”, questiona o provedor.

Gostariam de ver o aumento das comparticipações sociais por parte do Estado, para os 50% do valor médio do custo do utente, conforme foi assinado ainda no tempo do Primeiro Ministro António Guterres, mas que nunca foi cumpridos pelos últimos governos. Dá ainda destaque ao imposto pago na compra de viaturas para transportes de pessoas idosas, que encareceu bastante os custos dos veículos. Carlos Santiago não tem dúvidas quando diz haver muitas injustiças nestas instituições.

A celebração dos 90 anos foi planeada para um intervalo de um ano. Iniciou-se no passado mês de julho, com um dia dedicado aos Colaboradores e Utentes Residentes. O segundo momento será no próximo dia 22 de outubro com a celebração de uma Eucaristia em Ação de Graças e sufrágio pelos irmãos falecidos, na Igreja Matriz de Sangalhos pelas 19h30, seguido de um espumante de honra no Centro Paroquial de Sangalhos, onde estará patente uma pequena exposição da Misericórdia da Freguesia de Sangalhos. Em 2023 preveem a realização de um cortejo de oferendas (tradicional desta Instituição) e um Jantar solidário.

“Ajudem-nos! Com a vossa preciosa ajuda e colaboração conseguimos apoiar mais”, é o apelo que deixa à população.

Têm, nos seus quadros, 100 funcionários e, entre eles, um professor de música, um professor de educação física, um médico, um enfermeiro, um jardineiro, um assessor jurídico e até um técnico de apoio social. Em setembro tinham 1597 utentes, distribuídos pelas várias valências.

Têm, nas suas valências, creche, educação pré-escolar (EPE), centro de atividades de tempos livres (CATL), casa de acolhimento residencial de crianças e jovens em perigo “Casa da Criança” (CAR), serviço de apoio domiciliário (SAD), estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI), serviço de atendimento e acompanhamento social (SAAS), atividades de animação e de apoio à família, educação do pré-escolar no Centro Escolar de Sangalhos (AAAF) e serviços de alimentação ao 1º ciclo do Centro Escolar de Sangalhos.

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A Praça Marquês de Marialvas foi, no início do mês, o epicentro de um conjunto de iniciativas, todas com elevada afluência de pessoas da região. Depois de dois anos de interrupção devido à pandemia da Covid-19, as Feiras d’Outono voltaram em força, com a realização da Feira de Reduções, Feira do Mel, Feira do Artesanato e Feira das Antiguidades e Velharias. A estas juntou-se o espetáculo de criação artística sociocomunitária “Thalassos”, com duas sessões junto aos Paços do Concelho, ambas com lotação esgotada.

Já todos tínhamos saudades de ver esta praça central da cidade com tanta vivacidade. Estas iniciativas cumprem uma dupla função: por um lado proporcionar momentos de lazer à população, por outro, ajudar os produtores e comerciantes a escoarem os seus produtos“, explica a presidente da Câmara Municipal.

Acompanhada do vice-presidente Pedro Cardoso, da vereadora Célia Simões, de José Malta, em representação da Associação Empresarial de Cantanhede, e de Nuno Caldeira, presidente da União das Freguesias de Cantanhede e Pocariça, Helena Tedoósio visitou as cerca de duas dezenas de expositores e congratulou-se com a satisfação que estes revelaram por estarem de volta.

Regozijo-me, igualmente, com a vitalidade do nosso movimento associativo, que assume um papel preponderante na dinâmica e afirmação nestas iniciativas“, acrescentou.

Ao longo da praça, a população teve à disposição um conjunto variado de artigos de vestuário, calçado, bijutaria, artigos para lar, doçaria, entre outros. A estas dinâmicas associou-se um Street Food Festival.

Com um contributo decisivo para a elevada adesão às Feiras d’Outono, o espetáculo de criação artística sociocomunitária “Thalassos” teve as duas sessões esgotadas. A peça surge no âmbito da programação cultural em rede “O Mar que Nos Une”, com exibições dos municípios de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira, e desenvolve uma narrativa em torno deste emblemático elemento que tem acompanhado a evolução das comunidades ao longo de todos os tempos – o mar.

As Feiras d’Outono tiveram organização partilhada entre o Município de Cantanhede e a Associação Empresarial de Cantanhede, com o apoio da União das Freguesias de Cantanhede e Pocariça.

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A Câmara da Mealhada assinou a consignação da empreitada de substituição do relvado sintético do Campo de Treinos da Mealhada, no valor de 149.581,60€ (+IVA).

Já tiveram início as obras de substituição do relvado sintético do Campo de Treinos da Mealhada, contíguo ao Estádio Dr. Américo Couto do Grupo, um espaço ao serviço do Grupo Desportivo da Mealhada (GDM) usado, sobretudo, para os escalões de formação do clube.

A obra irá decorrer durante dois meses e implica a remoção da relva sintética, drenagem de águas pluviais e instalação de relva sintética.

“Trata-se um equipamento muito usado por crianças e jovens que já não apresentava as melhores condições e, por isso, optámos pela sua substituição”, explica António Jorge Franco, presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

 

Fotos António Jorge Franco, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, acompanhado por Ricardo Santos, chefe de gabinete, e Abílio Semedo, presidente da União de Freguesias de Mealhada, Ventosa do Bairro e Antes.

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Em dia de feriado nacional, Águeda recebeu, a 05 de outubro, o V Triatlo de Águeda, numa organização do DAR – Desportivo Atlético de Recardães com o apoio da Câmara Municipal de Águeda, que juntou mais de 200 atletas numa prova que faz parte do circuito do Desafio Norte de Triatlo e que bateu o recorde de inscrições em competições deste tipo de modalidade.

A prova desenrolou-se em duas categorias distintas e em vários escalões etários: triatlo sprint (750 metros de natação, 20 quilómetros de bicicleta e 5 quilómetros de corrida) e duatlo sprint (5 quilómetros de corrida, 20 quilómetros de bicicleta, terminando em 2,5 quilómetros de corrida).

O “pontapé-de-saída” deu-se junto à margem direita do Rio Águeda, onde os atletas se concentraram para, ao sinal sonoro, iniciarem as braçadas na prova de natação, após o que, rapidamente, se deslocaram à zona de troca para despirem o fato térmico, calçarem as sapatilhas e darem início à parte mais longa da prova, o ciclismo. Concluídas as quatro voltas ao circuito, para perfazer os 20 quilómetros exigidos, os atletas voltaram a trocar calçado para, agora, darem “corda aos sapatos” e correrem os 5 quilómetros finais rumo à vitória, percorrendo algumas das principais artérias do centro da cidade.

“É com imensa alegria que vemos toda esta cor e animação na cidade, com a realização de mais uma competição desportiva que atrai centenas de atletas ao nosso concelho, este ano batendo recordes de inscrições. É uma organização exemplar, que cada ano que passa cresce, sendo por isso mesmo um motivo de orgulho para todos”, disse Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, salientando que este tipo de eventos, ao mesmo tempo que cativam desportistas, são excelentes catalisadores de turismo e promovem a cidade de Águeda como um destino de excelência para visitar e onde se encontram muitas opções de atividades, nomeadamente desportivas.

“É isto que queremos também, que o Desporto se associe ao turismo, conseguindo, com esta aposta, promover ainda mais a economia local”, declarou ainda Edson Santos, frisando que a Câmara Municipal é um parceiro ativo das associações que organizam as diversas provas e competições desportivas no concelho. “É este o caminho que queremos continuar a apostar, mantendo e desenvolvendo parcerias com os nossos clubes para realizar grandes provas, como esta, no nosso concelho”.

Celso Moreira, presidente da DAR, aproveitou o momento para agradecer o “imprescindível e constante” apoio da Câmara de Águeda, “em termos de material e financeiro, sem o qual não conseguiríamos realizar este evento”, que foi, sublinha, “o mais concorrido de sempre, tendo esgotado as inscrições”. Consciente do sucesso alcançado, avançou que no próximo ano espera poder ampliar o limite de inscrições disponíveis para a prova.

A satisfação era visível em todos os atletas que se juntaram, no final, para a entrega de medalhas aos vencedores. Mário Rocha, do Clube dos Galitos, foi o vencedor da geral masculino, descrevendo a prova como “excelente” e que resultou numa “preparação para um grande desafio que irá acontecer dentro de 10 dias”, numa outra competição.

A grande vencedora da geral feminina foi Marisa João, do Clube Cicónia, de Albergaria-a-Velha, para quem esta prova teve “uma envolvência fantástica. Muitos parabéns à organização, a Águeda e ao Município, por proporcionarem toda esta festa do triatlo. É disto que todos precisamos”, declarou.

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O Município de Anadia deliberou, na sua última reunião de executivo, no passado dia 13 de outubro, a atribuição de apoios financeiros, no valor total de 41 mil euros, a sete associações desportivas do concelho que instruíram e apresentaram a respetiva candidatura ao Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Desportivo (PAMDD). As verbas destinam-se a colaborar no desenvolvimento das atividades das associações durante a época desportiva 2022/2023.

Para além do aspeto financeiro, a autarquia apoia ainda as associações em termos de transporte, através da cedência de autocarros, atribuindo a cada clube um plafond de quilómetros por cada equipa em competição.

Foram objeto destes apoios as seguintes associações: Anadia Squash Clube, ACR Cerca-S.Pedro, AD Bairradafut, ADRC Ribeira Azenha, AR Aguinense, AC Famalicão, CSCR Poutena.

Para a autarquia os apoios revestem-se da maior pertinência, por forma a estimular as associações que acolhem os jovens para a prática desportiva, e que complementam o investimento que vem sendo realizado pelo Município na oferta de instalações desportivas, valorizando os projetos desportivos com atividade recreativa regular para a comunidade envolvente.

Os apoios propostos serão formalizados através da celebração de Contrato Programa de Desenvolvimento Desportivo.

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