Home » Archives for Salome Dias » Page 5
Author

Salome Dias

O Município de Anadia aprovou, na sua última reunião de executivo, o projeto de Regulamento Municipal de Apoio às Associações – Sentir Anadia, um instrumento normativo que visa reforçar o apoio ao movimento associativo do concelho.

A proposta de Regulamento estabelece o regime de atribuição de apoios e benefícios municipais às associações e demais entidades sem fins lucrativos, legalmente constituídas, que desenvolvam atividade no concelho de Anadia e prossigam fins de interesse público, contribuindo para o desenvolvimento local e para a melhoria da qualidade de vida das populações, designadamente nos domínios da cultura, do desporto, da ação social, da educação, da saúde, da juventude, do ambiente e de outras áreas de reconhecido interesse público municipal.

A proposta de Regulamento define ainda os domínios de intervenção, as modalidades, os procedimentos e os critérios aplicáveis à atribuição de apoios e benefícios municipais às associações. Institui, igualmente, o Registo Associativo Municipal (RAM) e o Programa Municipal de Apoio às Associações (PMAA), estabelecendo um quadro normativo comum que assegura maior transparência, uniformização de procedimentos, previsibilidade e rigor na atribuição dos apoios municipais, reforçando o papel do movimento associativo no desenvolvimento do concelho de Anadia.

Com esta medida, o Município pretende reforçar o movimento associativo do concelho, promovendo o desenvolvimento sustentado das associações, valorizando a sua capacidade de intervenção na prossecução do interesse público e apoiando a execução dos respetivos planos de atividades, de forma transparente, equitativa e em consonância com as prioridades municipais.

O projeto de regulamento segue agora para consulta pública, por um período de 30 dias úteis, durante o qual os interessados poderão apresentar sugestões e contributos.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A 87.ª Volta a Portugal em Bicicleta Jogos Santa Casa, que decorrerá entre 5 e 16 de agosto, foi apresentada esta quarta-feira no Alto da Senhora da Graça, em Mondim de Basto, revelando um percurso exigente e equilibrado que assinala o início de um novo ciclo da maior prova do ciclismo nacional, a caminho do centenário em 2027. Ao longo de 12 dias, a corrida atravessará 71 municípios de 15 distritos, incluindo uma incursão por Espanha, combinando etapas para sprinters, jornadas de média e alta montanha, um contrarrelógio individual e finais seletivos que prometem manter a luta pela classificação geral em aberto até aos últimos dias.

Entre os momentos-chave da prova está a 5.ª etapa, marcada para 10 de agosto, que terá partida em Anadia e ligará o concelho a Águeda num contrarrelógio individual de 17 quilómetros. Com uma subida intermédia, esta tirada volta a favorecer os especialistas da disciplina e assume-se como a última grande oportunidade para ganhar tempo antes do dia de descanso e da entrada nas decisivas etapas do norte do país, sendo considerada uma jornada determinante onde a gestão do esforço, a precisão e a capacidade técnica poderão ser tão importantes quanto a força física.

O percurso inclui ainda alguns dos pontos mais emblemáticos do ciclismo nacional, como as chegadas à Torre, na Serra da Estrela, e ao Alto da Senhora da Graça, que este ano apresenta uma novidade histórica: pela primeira vez, a etapa de Mondim de Basto incluirá duas subidas a esta montanha, através de percursos distintos, introduzindo uma nova dimensão estratégica numa das subidas mais simbólicas da prova. Destaque também para a etapa ao longo da Estrada Nacional 222, nas encostas do Douro, e para a inédita subida ao Germil, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, feita maioritariamente em calçada. A edição de 2026 assinala ainda o regresso ao Algarve, com Albufeira a receber a chegada da segunda etapa.

Durante a apresentação foram igualmente reveladas as camisolas oficiais da competição — Amarela Jogos Santa Casa, para o líder da geral, Azul Continente, para a montanha, Laranja Galp, para a regularidade, e Branca Paredes – Rota dos Móveis, para a juventude — bem como a entrada da EBRO Portugal como viatura oficial da prova. No plano mediático, a Volta reforça a sua projeção internacional, com transmissão em direto através da plataforma HBO Max, complementada por resumos no Eurosport, enquanto em Portugal a RTP assegura a cobertura integral, incluindo o regresso do programa “Há Volta”.

A dimensão internacional da prova será também reforçada com a presença de equipas estrangeiras, entre as quais a UAE Team Emirates XRG, que trará a Portugal o campeão olímpico de Madison, Rui Oliveira, contribuindo para elevar o nível competitivo do pelotão.

Na apresentação, o Secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias, destacou a importância da Volta como símbolo nacional, sublinhando que “é uma das maiores referências do desporto nacional e um símbolo que atravessa gerações”, valorizando simultaneamente a aposta na inovação e na internacionalização. Já o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Cândido Barbosa, afirmou que esta edição “respeita a história da prova, mas olha decididamente para o futuro”, defendendo uma Volta “mais forte, mais moderna e mais próxima dos portugueses”. O diretor da prova, Ezequiel Mosquera, reconheceu o desafio de organizar a competição num curto espaço de tempo, mas salientou a ambição de construir uma corrida equilibrada e orientada para o espetáculo, enquanto o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Bruno Ferreira, destacou o simbolismo da Senhora da Graça, considerando-a “a etapa rainha” e um dos maiores ícones do ciclismo nacional.

Mais do que uma competição desportiva, a Volta a Portugal volta a afirmar-se como uma plataforma de promoção dos territórios, levando a imagem do país a milhões de pessoas e valorizando, ao longo do percurso, o património, a cultura, a gastronomia e a economia local dos municípios envolvidos.

O calendário
05/08: Prólogo – Lisboa | 6 km
06/08: 1.ª Etapa: Lourinhã > Sintra (Queluz) | 153 km
07/08: 2.ª Etapa: Sines > Albufeira | 177 km
08/08: 3.ª Etapa: Beja > Elvas | 180 km
09/08: 4.ª Etapa: Figueiró dos Vinhos > Covilhã (Torre) | 148 km
10/08: 5.ª Etapa: Anadia > Águeda (CRI) | 17 km
11/08: Dia de Descanso – Santa Maria da Feira (Europarque)
12/08: 6.ª Etapa: Santa Maria da Feira > Peso da Régua | 129 km
13/08: 7.ª Etapa: Vieira do Minho > Gerês | 147 km
14/08: 8.ª Etapa: Melgaço > Fafe | 166 km
15/08: 9.ª Etapa: Paredes > Mondim de Basto (Sra. da Graça) | 141 km
16/08: 10.ª Etapa: Maia > Porto | 124 km

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

Águeda volta a afirmar-se como uma referência nacional na arte urbana com a criação de um novo mural que passa a integrar o roteiro artístico do concelho, ao lado de obras assinadas por artistas de renome nacional e internacional. A intervenção “ocupa” a parede do edifício que confina com a Rua Dr. Manuel Alegre e o Largo de S. Sebastião, devolvendo uma nova identidade a este espaço urbano e enriquecendo o património artístico da cidade.

Da autoria de Francisco Fonseca, artista natural de Penafiel, a obra parte da transformação da malha urbana para criar uma composição que dialoga com a arquitetura local e desperta a memória coletiva. Inspirado pela sua primeira visita a Águeda, o artista procurou valorizar um elemento frequentemente esquecido, as antigas casas que marcaram a identidade da cidade e que, ao longo dos anos, desapareceram ou sofreram profundas alterações.

O mural reúne fragmentos dessas construções, celebrando a beleza do património histórico e daquilo que o tempo vai transformando. Através de um jogo de perspetiva, a obra convida o observador a “entrar” na pintura, criando a sensação de caminhar entre memórias urbanas e descobertas arquitetónicas.

Para Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Águeda, esta nova intervenção reforça a notoriedade do roteiro de arte urbana do concelho e demonstra a aposta contínua na valorização de novos talentos. “Se Águeda já era conhecida pelo seu roteiro de arte urbana, agora será ainda mais. O feedback que temos recebido tem sido fantástico. Durante a execução do mural era constante vermos pessoas a parar, a questionar e a interagir com o artista, curiosas por perceber o conceito da obra”, afirma.

O responsável pelo pelouro da Cultura e da Promoção do Território explica que o convite surgiu após conhecer o trabalho de Francisco Fonseca nas redes sociais. “Convidei-o a visitar Águeda, percorremos juntos as ruas da cidade e acabámos por escolher esta parede, que tem uma vista privilegiada para o Centro de Artes. Toda a conceção artística é da sua autoria. Desde o primeiro momento, a Câmara Municipal confiou no seu talento e na qualidade do trabalho que tem vindo a desenvolver”.

Edson Santos destaca ainda que esta aposta reflete a estratégia cultural do Município. “Águeda tem esta capacidade de dar oportunidades a artistas emergentes e de acreditar no seu potencial. Foi assim, há vários anos, com Bordalo II, e hoje é um orgulho acolher o Francisco. Tenho a certeza de que será um dos artistas que continuará a projetar Águeda no mapa da arte urbana e a contribuir para a promoção do nosso território”, disse.

Para Francisco Fonseca, o projeto nasceu da observação da cidade e do interesse pelas suas construções mais antigas. “Quando visitei Águeda pela primeira vez reparei que existiam muitas casas abandonadas. É um tema que gosto de explorar e despertou-me imediatamente a vontade de trabalhar essas arquiteturas”, referiu.

A escolha da parede e a composição final foram sendo construídas ao longo do processo criativo. “Acabámos por reunir na obra algumas dessas casas, tanto abandonadas como ainda habitadas. É uma forma de criar mais um cartão-de-visita para a cidade, valorizando uma arquitetura muito característica de Águeda”, defendeu.

Apesar dos desafios provocados pela chuva durante a execução, o artista destaca a forma como a obra foi recebida pela comunidade. “Fico muito contente por deixar aqui o meu trabalho. Ainda antes de estar concluído sentia que as pessoas estavam a gostar e isso foi muito gratificante. Espero que este mural tenha impacto na cidade e que traga ainda mais visitantes a descobrir Águeda através da arte”, observou Francisco Fonseca.

Com esta nova intervenção artística, a Câmara Municipal de Águeda convida residentes e visitantes a descobrir este mural e a percorrer o roteiro de arte urbana do concelho, um percurso em permanente crescimento que transforma o espaço público numa galeria a céu aberto e afirma Águeda como um destino de referência para a arte, a cultura e a criatividade.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

As nove marchas do concelho voltaram a reunir-se para uma noite marcada pela cor, música e tradição, depois da participação na Feira da Vinha e do Vinho, que teve lugar no Vale Santo, em Anadia.

O desfile realizou-se no passado dia 4 de julho, no anfiteatro do Edifício Dr. Luís Navega, na Curia, proporcionando ao público um espetáculo repleto de animação, criatividade e emoção.

À semelhança do que já havia acontecido em Anadia, cada uma das marchas apresentou uma atuação com a duração de cerca de 15 minutos, mantendo o espírito festivo e a valorização das tradições populares do concelho.

PUBParticiparam nesta edição: Marcha Infantil de Paredes do Bairro, Marcha Infantil de Espairo, Associação de Trabalhadores do Município de Anadia, Marcha de Vila Nova de Monsarros, Marcha da Santa Casa da Misericórdia de Anadia, Marcha de Vilarinho do Bairro, Marcha de Samel, Marcha de Óis do Bairro e Marcha de São Lourenço do Bairro

A iniciativa voltou a evidenciar o dinamismo do movimento associativo local e o empenho das diferentes marchas, que continuam a preservar e a promover uma das tradições mais emblemáticas da cultura popular portuguesa.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A ExpoBairrada 2026 terminou no passado domingo, 5 de julho, após cinco dias de intensa atividade no Espaço Inovação, em Oliveira do Bairro, registando cerca de 35 mil visitantes. O certame voltou a afirmar-se como uma das principais montras económicas, gastronómicas e culturais da região, reunindo empresas, associações, produtores, instituições e milhares de visitantes.

Ao longo dos cinco dias, a feira deu a conhecer o melhor que se faz no concelho de Oliveira do Bairro e na Bairrada, com destaque para os setores industrial, comercial e agrícola. A componente gastronómica voltou a ser um dos grandes atrativos, com 12 restaurantes em permanência e especial procura pelo leitão, um dos produtos mais
emblemáticos da região.

Para o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Duarte Novo, entidade promotora do evento, a edição deste ano “foi um sucesso” e confirmou a crescente afirmação da ExpoBairrada. O autarca destacou a forte adesão do público e o ambiente vivido ao longo dos cinco dias, considerando que as alterações introduzidas no recinto foram determinantes para melhorar a experiência dos visitantes.

Segundo explicou, a reorganização do espaço (com o pavilhão de exposições renovado e as áreas exteriores reestruturadas) permitiu tornar a circulação mais intuitiva e aproximar diferentes valências da feira, como a restauração, os concertos, a tenda dos vinhos e espumantes e a zona de exposição. “Conseguimos criar um ambiente mais integrado, onde todos os espaços funcionaram de forma complementar”, sublinhou.

Duarte Novo reforçou ainda que a ExpoBairrada “é hoje muito mais do que uma feira empresarial”, assumindo-se como um ponto de encontro entre economia, cultura, gastronomia, vinhos e espumantes, associativismo e famílias. “É um evento que promove o nosso território, dinamiza a economia local e reforça o orgulho naquilo que somos”, afirmou, acrescentando que o certame continua a crescer sem perder a sua identidade.

Entre os momentos mais marcantes desta edição esteve a noite de quinta-feira, com a transmissão, em ecrã gigante, do jogo entre Portugal e a Croácia, a contar para o Mundial de Futebol. Centenas de pessoas acompanharam a partida na área de restauração, num ambiente descrito pelo autarca como de “enorme união e entusiasmo”. Após o concerto, Miguel Araújo e a sua banda juntaram-se espontaneamente ao público para apoiar a seleção nacional, numa imagem que marcou a edição deste ano.

Cartaz musical e programação diversificada
O programa de animação voltou a ser um dos principais fatores de atração da ExpoBairrada, com atuações de nomes bem conhecidos da música portuguesa, como Os Quatro e Meia, Miguel Araújo, Rui Veloso, Pedro Abrunhosa e Herman José, este último acompanhado pela Banda Filarmónica da Mamarrosa. As noites terminaram com animação assegurada por DJ locais.

A programação incluiu também propostas para os mais novos, com os espetáculos infantis “Super Wings” e “Os Traquinas”, realizados nas manhãs de sábado e domingo. Com mais de uma centena de expositores, a feira voltou a dar visibilidade ao tecido económico da região, reforçando o seu papel enquanto plataforma de promoção das empresas e dos produtos locais.

 

Presença do Governo e aposta no futuro
A inauguração oficial do certame foi presidida pelo Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, que destacou a importância económica da ExpoBairrada e o papel do poder local no desenvolvimento dos territórios. “Quando existe identidade, iniciativa e ambição, os territórios conseguem criar riqueza, atrair investimento e construir o futuro”, afirmou.

Também Duarte Novo, na abertura do evento, tinha sublinhado a evolução da feira e a sua importância estratégica para o concelho, defendendo investimentos estruturantes como a ligação à A1, em articulação com o concelho de Anadia. “Oliveira do Bairro orgulha-se das suas raízes, mas é um Município que escolheu olhar para o futuro”, afirmou na ocasião.

No sábado, a ExpoBairrada recebeu ainda a visita do Ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, que presidiu ao encerramento do seminário “Kiwicultura na Bairrada – Na senda da Inovação e Qualidade”, promovido pela Kiwicoop, cooperativa sediada no concelho.

 

Impacto económico e compromisso ambiental
Para além da vertente lúdica e cultural, a ExpoBairrada voltou a afirmar-se como um importante motor de dinamização económica, contribuindo para a promoção do território e para a valorização das empresas, produtos e instituições da região. O evento manteve também a aposta na sustentabilidade, assumindo-se como “EcoEvento”, através da parceria com a ERSUC, numa estratégia orientada para a redução do impacto ambiental.

Com mais uma edição concluída, a ExpoBairrada reforça o seu posicionamento como um espaço privilegiado de encontro entre economia, cultura e comunidade, consolidando o papel de Oliveira do Bairro como um território dinâmico, competitivo e orientado para o futuro.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

O Município de Anadia promove, esta quarta-feira, dia 8 de julho, pelas 21h, no Cineteatro Anadia, a cerimónia de reconhecimento e entrega das distinções do Mérito Desportivo.

Esta homenagem a associações, atletas e personalidades ligadas ao desporto tem como objetivo reconhecer os resultados alcançados na época desportiva transata, bem como valorizar o trabalho desenvolvido em prol do desporto e da sua dinamização no concelho.

As distinções de Mérito Desportivo serão atribuídas em três categorias: Coletivo, Individual e «Sentir Anadia – Contributo para o Movimento Desportivo Concelhio». Esta última destina-se a distinguir as associações desportivas detentoras de Registo Associativo Municipal que, cumulativamente, tenham apresentado o respetivo plano de atividades para a época desportiva 2025/2026 e desenvolvido ações previstas no mesmo.

São elegíveis para reconhecimento de mérito desportivo todos os títulos, alcançados entre 1 de setembro de 2025 e 30 de junho de 2026, no âmbito de competições homologadas por federações nacionais oficialmente reconhecidas pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), bem como por federações continentais e mundiais reconhecidas pelo Comité Olímpico Internacional.

Com esta iniciativa, o Município de Anadia pretende reconhecer o mérito desportivo em todas as modalidades e respetivas disciplinas, abrangendo todos os escalões masculinos e femininos. Poderão ainda ser distinguidas outras entidades, atletas, treinadores, dirigentes, equipas e organizações, cujo percurso ou intervenção revele um contributo particularmente relevante para a promoção, valorização e desenvolvimento do desporto.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

Foi hasteada no dia 25 de junho, pelo 36.º ano consecutivo, a Bandeira Azul na Praia da Tocha, que vê assim mais uma vez reconhecida a sua excelência balnear.

Além desta foi içada a Bandeira Qualidade de Ouro, atribuída pela Quercus, que avalia a qualidade da água balnear, a Bandeira das Acessibilidades, atribuída pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, em função da verificação da existência de condições de acessibilidade à praia para pessoas com mobilidade condicionada e ainda a Bandeira do Projeto ColorAdd, sistema de identificação de cores para pessoas que tenham dificuldade em distingui-las, recorrendo às três cores primárias, representadas através de símbolos gráficos.

O hastear destas bandeiras reflete o trabalho conjunto de várias entidades que, ano após ano, contribuem para que a Praia da Tocha ofereça condições de segurança, conforto e qualidade a todos os que a visitam”, afirmou a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, lembrando que a autarquia tem trabalhado com a “contenção certa” no que respeita à preservação da identidade da Praia da Tocha.

As intervenções nos Palheiros são um exemplo desse compromisso, permitindo valorizar e transmitir às novas gerações a memória de modos de vida que fazem parte da história local, ao mesmo tempo que se acompanha a evolução e a modernização da comunidade.

A Praia da Tocha representa a visão de futuro que queremos para o Município: um lugar onde a preservação ambiental, a educação, a qualidade de vida e o turismo coexistem em harmonia, contribuindo para o bem-estar das pessoas e para o desenvolvimento sustentável do território”, sustentou Helena Teodósio.

O momento de hastear as bandeiras contou com a presença de alunos do pré-escolar do Agrupamento de Escolas Gândara-Mar, reforçando a importância de envolver as novas gerações na proteção do ambiente.

O representante da Agência Portuguesa do Ambiente, Nelson Silva, aproveitou a ocasião para destacar o trabalho desenvolvido pelo Município para garantir o cumprimento dos exigentes critérios associados aos galardões balneares.

Já o presidente da Junta de Freguesia da Tocha, José Manuel Silva, salientou que este reconhecimento não deve ser encarado como um gesto de rotina, mas sim um reconhecimento de um trabalho contínuo.

Cada bandeira azul conquistada representa trabalho, compromisso, responsabilidade e uma escolha coletiva- a escolha de cuidar daquilo que temos mais valioso”, concluiu presidente da Junta de Freguesia da Praia da Tocha, José Manuel Cruz.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A Câmara Municipal de Águeda acompanhou, entre abril de 2025 e abril de 2026, no âmbito do projeto Radar Social, um total de 442 agregados familiares, abrangendo cerca de 994 pessoas. Os dados foram avançados durante o seminário “Radar Social do Município de Águeda – Impacto do Projeto na Intervenção Social”, uma iniciativa que reuniu, na terça-feira, no Centro de Artes de Águeda, responsáveis institucionais, técnicos e parceiros locais para refletir sobre os principais desafios sociais do território.

Durante este período de um ano, realizaram-se pela equipa do Radar Social do Município de Águeda 255 visitas domiciliárias e 270 encaminhamentos para o Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS), tendo sido identificadas situações críticas nas áreas da habitação, saúde, alimentação e saúde mental.

Os números refletem uma intervenção de proximidade e caráter preventivo, permitindo sinalizar vulnerabilidades antes de evoluírem para cenários de maior gravidade, e consolidando uma abordagem mais estratégica e informada na definição de políticas sociais.

Jorge Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Águeda, destacou a centralidade da dimensão humana na intervenção social, sublinhando que “a nossa humanidade deve sobrepor-se na relação que temos uns com os outros” e que o compromisso com as pessoas deve estar acima de qualquer formalismo institucional.

O Edil, com formação na área da saúde, reforçou a importância de uma resposta comprometida e exigente às situações de vulnerabilidade, admitindo mesmo que essa exigência se reflete na sua liderança. “Peço desculpa por alguma pressão que coloco nestas situações, mas é exatamente isto que eu espero de todos”, disse, defendendo que “quando alguém precisa efetivamente de ajuda, não podemos adiar essa resposta”.

PUBO Presidente da Câmara de Águeda apelou ainda a uma maior responsabilização individual e coletiva, frisando que a intervenção social não depende apenas das instituições, mas também da atitude de cada profissional e de cada cidadão. “A nossa consciência não nos pode deixar descansar enquanto houver alguém que precisa de nós”, afirmou, acrescentando que a construção de uma sociedade mais justa passa por pequenas ações concretas no dia a dia, capazes de melhorar a vida de quem mais precisa, enquadrando o Radar Social como um instrumento que deve centrar-se precisamente nessas necessidades.

A vereadora da Ação Social, Marlene Gaio, destacou, precisamente, o impacto do Radar Social enquanto ferramenta de conhecimento e planeamento estratégico, sublinhando que os dados apresentados representam muito mais do que estatísticas. “Estamos a falar de famílias concretas, de pessoas que encontraram respostas, de situações de isolamento que foram quebradas e de vulnerabilidades identificadas a tempo”, afirmou.

A responsável evidenciou ainda a capacidade do projeto para antecipar problemáticas e reforçar a eficácia da intervenção, permitindo uma leitura mais fina do território através da georreferenciação social. “Este trabalho dá-nos uma base sólida para decisões mais justas e adequadas às necessidades reais das pessoas”, referiu, salientando também o papel determinante da rede de parceiros locais, desde instituições sociais a entidades de saúde, educação e segurança.

Marlene Gaio destacou ainda que “as políticas públicas e os programas municipais que temos implementado” tem permitido posicionar Águeda acima da média nacional num dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável mais relevantes, “o da erradicação da pobreza”. Ainda assim, reforçou que o trabalho está longe de concluído. “O diagnóstico está feito, o conhecimento foi produzido e as necessidades foram identificadas. Agora cabe-nos transformar esta informação em ação”, afirmou, salientando que “cabe-nos continuar a construir respostas mais próximas, mais integradas e eficazes, garantindo que ninguém fica para trás”.

Já José Licínio Pimenta, diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro, sublinhou a importância de instrumentos como o Radar Social numa resposta moderna aos desafios sociais. Segundo o responsável, “num contexto de crescente complexidade, já não é suficiente reagir, é essencial antecipar, compreender e agir de forma coordenada”.

O dirigente destacou ainda que o verdadeiro impacto do projeto reside na capacidade de transformar o conhecimento produzido em ações concretas que melhorem a vida das pessoas. “Um diagnóstico só ganha valor quando se traduz em decisões e essas decisões em resultados efetivos no terreno”, afirmou, defendendo uma intervenção assente na cooperação entre instituições e numa lógica de rede cada vez mais consolidada.

O seminário contou com a presença de vários representantes de instituições e profissionais da área social, constituindo um espaço de reflexão conjunta sobre temas como a pobreza, a saúde mental e o envelhecimento, bem como sobre a preparação do território para responder às vulnerabilidades identificadas.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada – Escola Profissional de Anadia (EVEB) continua a afirmar-se como uma referência na formação profissional na região, com uma oferta formativa fortemente ligada ao setor vitivinícola e cada vez mais ajustada às necessidades das empresas. Para o próximo ano letivo, a escola apresenta novos cursos e reforça a aposta em áreas técnicas e na aprendizagem em contexto real de trabalho. Falámos com João Menano de Carvalho, diretor da escola, sobre os desafios, prioridades e o futuro da formação profissional em Anadia.

 

Jornal de Anadia (JA) – Como está definida a oferta formativa para o próximo ano letivo e que novidades estão previstas?

João Menano Carvalho (JMC) – Por força da revisão do Catálogo Nacional de Qualificações, os cursos já existentes terão novas designações: Técnico(a) Auxiliar de Saúde, Técnico(a) de Gestão e Administração, Técnico(a) de Cozinha e Restauração, Técnico(a) de Desenho e Projeto/Design Industrial e Técnico(a) de Viticultura, Enologia e Enoturismo. Em simultâneo, iremos disponibilizar três novos cursos — Técnico(a) de Soldadura, Técnico(a) de Instalações Elétricas e Técnico de Logística — que surgem na sequência de solicitações do tecido empresarial.

 

JA – Que peso têm os cursos ligados à viticultura e enologia na escola?

JMC – Continua a ter um peso muito relevante e decisivo para a nossa Escola. Trata-se do primeiro curso a ter sido lecionado e por isso é a bandeira da nossa Escola. Por outro lado, é um curso estratégico atendendo à força do setor vitivinícola na nossa região, e por isso mesmo beneficia do apoio de todas as empresas e das associações do setor, que esperam ver formados os técnicos que precisam para satisfazer as suas necessidades de força de trabalho com os conhecimentos técnicos, específicos deste setor. É um curso com uma taxa de empregabilidade de 100%.

 

JA – De que forma a escola articula a sua formação com a identidade da região da Bairrada e do setor do vinho?

JMC – Como sabem a Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada (EVEB), tem como estratégia bem definida um estreito relacionamento com as empresas da nossa região, auscultando as suas necessidades, em todos os setores da área dos nossos cursos, desde a metalomecânica até à hotelaria, passando naturalmente pelo setor do vinho, e a todas as empresas da região da Bairrada que estão ativamente empenhadas em que os nossos cursos, como cursos de referência a nível nacional, por forma a preparar os alunos para os desafios do séc. XXI e paras as realidades do tecido empresarial.

 

JA – Há novas competências ou áreas técnicas que estejam a ser integradas nos cursos, por exemplo tecnologia, sustentabilidade ou inovação agrícola?

JMC – A EVEB teve uma intervenção técnica absolutamente decisiva na definição do referencial do novo curso de Técnico/a de Viticultura, Enologia e Enoturismo. O novo referencial do curso dá relevância a unidades de competência (UC) como práticas de agricultura sustentável, gestão cuidada dos recursos naturais, o modo de produção biológico, a utilização de sistemas digitais, IoT e automação na viticultura e na enologia, passando pela utilização de drones e o uso de ferramentas de gestão territorial e muitos outros. As empresas do setor têm uma expectativa de que os nossos formandos sejam polivalentes, capazes de executar operações na vinha e na adega, que consigam operar máquinas e realizar análises básicas laboratoriais ou sensoriais e que logo de seguida tenham conhecimentos para acompanhar uma feira de vinho ou gerir uma estrutura de enoturismo. O novo curso ministrado pela EVEB confere todas essas competências aos seus alunos.

JA – Como é feita a ligação entre a formação dos alunos e as adegas, produtores e empresas vitivinícolas da região?

JMC – Os nossos alunos estão em permanente contacto com a atividade laboral diária das empresas do setor vitivinícola, porque mesmo fora dos períodos de estágio, os alunos tem aulas semanais dentro das empresas onde aprendem, através da prática, todas os temas que antes lhes eram ministrados dentro das salas de aula. Esta modalidade de aprendizagem tem evidenciado resultados excelentes.

 

JA – Qual é a importância dos estágios na formação dos alunos e como são escolhidos os parceiros de estágio?

JMC – Os parceiros de estágio são empresas da região que, em conjunto com a EVEB, estão empenhadas em garantir aos nossos alunos as melhores experiências de formação em contexto de trabalho. Estas entidades são nossas parceiras no processo formativo, pois com elas celebramos protocolos de colaboração que envolvem um conjunto de iniciativas e atividades respeitantes à formação prática dos nossos alunos.

 

JA – A escola tem conseguido atrair mais jovens para áreas ligadas ao vinho e à agricultura? O que está a mudar na perceção destes cursos?

JMC – A EVEB vem fazendo um enorme esforço de divulgação da escola, dos seus métodos de ensino e das excelentes condições que pode disponibilizar a todos os alunos que levem a sério a sua formação, no entanto é importante que saibamos que não é só a escola, mas sim toda a sociedade, que deve ver a agricultura com outros olhos e o potencial que esta área tem no futuro e desenvolvimento da nossa região.

 

JA – De que forma os alunos são preparados não só tecnicamente, mas também para criar ou gerir os seus próprios projetos no futuro?

JMC – A EVEB incentiva os seus alunos a darem asas à sua criatividade e espírito empreendedor. Nesse sentido, sempre que possível, incentivamos os nossos alunos a participar em concursos. No ano passado um dos nossos alunos do curso de técnico de vitivinícola foi o vencedor de um prémio para desenvolver a sua ideia de negócio agrícola, no âmbito do concurso de empreendedorismo lançado pelo município de Anadia.

 

JA – Que projetos extra-curriculares existem atualmente e que impacto têm na formação dos alunos?

JMC – A escola desenvolve atualmente diversos projetos extracurriculares que complementam a formação académica e profissional dos alunos, promovendo competências pessoais, sociais e técnicas fundamentais para o seu futuro. Entre os projetos em destaque encontram-se iniciativas como o GEraT, concursos de jovens empreendedores e várias atividades ligadas à sustentabilidade ambiental e à cidadania ativa. Estes projetos procuram incentivar a criatividade, o espírito de iniciativa, o trabalho em equipa, a responsabilidade e a ligação dos alunos à comunidade. A participação nestas atividades tem um impacto muito positivo na formação dos alunos, permitindo-lhes desenvolver competências transversais, aumentar a autonomia e reforçar o envolvimento com a escola. Procuramos que os alunos participem ativamente nos projetos, assumindo um papel dinâmico na construção do seu percurso pessoal e profissional.

 

JA – Que mensagem deixaria a um aluno do 9.º ano que está agora a decidir se segue um curso profissional ligado à viticultura ou a outras áreas técnicas?

JMC – Diria que o mundo mudou muito nos últimos anos e que o ensino profissional acompanha essa evolução, oferecendo hoje oportunidades muito diversificadas e qualificadas. Que hoje, na nossa escola, podem encontrar uma oferta formativa ajustada às necessidades do mercado de trabalho, mas também orientada para o desenvolvimento pessoal e académico. Escolher um curso profissional, seja na área da viticultura ou noutras áreas técnicas, é optar por uma formação prática, próxima da realidade profissional e com fortes possibilidades de integração no mercado de trabalho ou de prosseguimento de estudos. O mais importante é que cada aluno escolha uma área com a qual se identifique, onde possa desenvolver as suas capacidades, interesses e ambições para o futuro.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

A Biblioteca Municipal de Anadia assinalou o seu 18.º aniversário sob o lema “18 anos a crescer contigo”, numa cerimónia que destacou o percurso da instituição, os seus projetos e o papel central que desempenha na comunidade.

A diretora da biblioteca, Sílvia Fernandes, sublinhou que “a Biblioteca destaca-se como um espaço jovem, dinâmico e que acompanha as famílias na sua caminhada”, sendo um serviço reconhecido “pelo seu papel central na formação de leitores e cidadãos”. Atualmente, a biblioteca conta com 8227 pessoas inscritas.

Durante a sessão foram atribuídas várias distinções no âmbito dos projetos de promoção da leitura. O Projeto BiblioSocial distinguiu o Hotel Sénior da Curia como a instituição que mais se destacou na missão de incentivar o gosto pelo livro e pela leitura. Já o Projeto BiblioEscola premiou a Escola Básica de Anadia, representada pela professora Anabela Silva, pelo seu empenho em prol da leitura.

Também foram reconhecidos utilizadores individuais, com destaque para Ana Maria Alegre, na categoria de adultos, e Mariana Melo, na categoria infantojuvenil.

Outro dos momentos assinalados foi o aniversário da UMAA – Unidade Móvel de Atendimento de Anadia, em funcionamento desde 2018 e que celebra o seu aniversário a 4 de julho. Trata-se de uma carrinha que leva três serviços — biblioteca, saúde e informações ao cidadão — a cerca de duas dezenas de aldeias do concelho. Neste âmbito, foi destacada Maria do Carmo Oliveira, de Ancas, utilizadora da UMAA desde o início.

A cerimónia contou ainda com a atuação de Gonçalo Gomes, apresentado como utilizador da biblioteca desde cedo. O cantor referiu que a Biblioteca Municipal de Anadia “faz parte da sua infância”.

No domínio educativo, Sílvia Fernandes destacou o trabalho contínuo da biblioteca na promoção da leitura, referindo que “trabalhamos para criar e fortalecer hábitos de leitura nas crianças e jovens”. Entre os projetos, salientou o Concurso Escolar Ler&Aprender, que assinalou este ano a sua 17.ª edição. A iniciativa, promovida pelo Município em parceria com os estabelecimentos de ensino, contou com 62 textos a concurso, distribuídos pelos géneros narrativo e lírico, bem como pela categoria de conto, dedicada este ano às alterações climáticas.

O júri foi constituído pelo escritor Filipe Monteiro e pelos técnicos superiores da biblioteca António Oliveira e Sara Fernandes.

Na categoria de texto narrativo, foram distinguidos:

  • 1.º CEB: Pedro Roque (EB Anadia) – Os superpoderes
  • 2.º CEB: Beatriz Martins (CNSA) – Carmim no planeta Trissomus XXI
  • 3.º CEB: Carolina Leal (CNSA) – Naquele abraço…
  • Secundário: Maria do Mar Magalhães (CNSA) – Às portas do paraíso
  • Centro Qualifica: João Lourenço – Retratos de uma vida

Na categoria de texto lírico:

  • 1.º CEB: Ana Clara Silva (EB Moita) – O meu coração
  • 2.º CEB: Maria Monteiro (EBSA) – A terra é o nosso lar
  • 3.º CEB: Camila Sousa (EBVB) – Sem ti
  • Secundário: Margarida Ligeiro (EBSA) – O infinito em papel

Na categoria de conto, subordinada ao tema “Alterações climáticas”:

  • 1.º CEB: Laura Camargo (EB Moita) – O biólogo
  • 2.º CEB: Constança Gomes, Constança Pereira, Eliana Gonçalves, Gisela Morais e Simão Guerra (EBVB) – O meu planeta, a minha casa
  • 3.º CEB: Carolina Oliveira (EBSA) – O portal mágico das tuas decisões
  • Secundário: Kelly Santos (EBSA) – Os poderes do ser humano

Todos os trabalhos premiados permitem aos respetivos estabelecimentos de ensino receber um prémio a investir nas suas bibliotecas escolares.

A diretora revelou ainda novas iniciativas, como o Ciclo de Exposições na BMA, lançado este ano, que integra mensalmente pelo menos uma exposição. “De momento temos na sala onde estamos a exposição ‘Coração de ninguém’, referente à obra e vida de Fernando Pessoa, patente até 28 de agosto”, explicou, acrescentando que no átrio está patente a mostra “Saídos das Páginas: personagens de histórias infantis”, da artista Sónia Oliveira.

Sílvia Fernandes destacou também a parceria com a Associação dos Artistas Plásticos da Bairrada, tendo convidado Luís Gamelas a intervir. Em representação da associação, este agradeceu os desafios lançados pela biblioteca e recordou as várias exposições realizadas no espaço.

Na sessão, o presidente da Câmara Municipal de Anadia, Jorge Sampaio, assinalou o percurso da biblioteca, afirmando que “hoje celebramos os 18 anos desta biblioteca e esta casa é um excelente caso de emancipação, porque já se sente a sua afirmação mesmo antes de chegar à maioridade”. O autarca recordou que a consolidação da biblioteca ocorreu há 11 anos, com a certificação de qualidade, que tem sido mantida desde então.

O presidente destacou ainda os números de utilização, revelando que em 2025 foram registadas mais de 27 mil utilizações. Referiu também que o município coordenou, durante 11 anos, as bibliotecas a nível intermunicipal, função que deixou este ano “por opção, para não sobrecarregar os nossos técnicos”.

A terminar, deixou um agradecimento à equipa da biblioteca, às escolas, IPSS, entidades e empresas, expressando o desejo de que a biblioteca continue a evoluir: “o nosso desejo é que esta biblioteca faça aquilo que a música que ouvimos nos diz: que seja sempre o primeiro dia do resto das nossas vidas”.

0 comment
0 FacebookTwitterPinterestEmail

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Aceito Ler mais