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O Executivo Municipal de Oliveira do Bairro aprovou um apoio no valor máximo de 25 mil euros à SOLSIL – Associação de Solidariedade Social do Silveiro, para aquisição de um terreno contíguo à sua sede.

Lília Ana Águas, Vereadora da Ação Social, destacou “a disponibilidade total do Município em apoiar as associações e, neste particular, as IPSS do Concelho, que têm realizado um trabalho exemplar e de enorme importância para a nossa comunidade, sendo parceiros importantes da autarquia no trabalho planeado e concretizado em rede, no âmbito da ação social, com o objetivo de assegurar as melhores respostas possíveis às famílias do nosso Concelho.” “Cumprindo todos os requisitos legais”, continuou a autarca, “é com enorme satisfação que aprovamos este apoio a uma instituição que tem realizado um trabalho muito profícuo e de enorme relevância na comunidade”.

O referido apoio foi concedido ao abrigo da Medida de Apoio ao Investimento do Programa de Apoio ao Associativismo de Oliveira do Bairro, que prevê, genericamente, uma taxa de comparticipação de até 50%, relativamente ao valor apresentado na candidatura, para a aquisição de terrenos e imóveis.

De acordo com a candidatura apresentada pela SOLSIL, o terreno vai ser adquirido pelo valor de 57 mil euros, com o objetivo de ampliar as instalações da associação.

Com sede na aldeia do Silveiro, freguesia de Oiã, a SOLSIL apresenta várias respostas de âmbito social, direcionadas à infância, juventude e terceira idade, como são exemplos as valências de creche, pré-escolar, Centro de Acolhimento Temporário para crianças e jovens em situação de risco, Lar, Centro de Dia e Centro de Convívio, entre outras.

Relembre-se que, desde o início do ano, o Executivo Municipal já aprovou mais de meio milhão de euros em apoios, financeiros e não financeiros, às associações concelhias.

O movimento associativo assume um papel de destaque no concelho de Oliveira do Bairro, mobilizando atualmente milhares de pessoas, entre dirigentes, associados, utentes, atletas ou beneficiários, com atividade em cerca de uma centena de associações.

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Hoje pegamos no tema “escola pública” e num caso concreto: sala A do Pre escolar do Centro Escolar das Avelãs.

Este centro escolar, tal como tantos outros no concelho acolhe crianças com necessidades educativas especiais (NEE’s). Tal como a lei preconiza no seu Decreto-Lei Nº54/2018, estas crianças, independentemente do grau de necessidade, devem ser incluídas na comunidade escolar.

Mais indica no seu artigo 3º, que são princípios orientadores da educação inclusiva:
a) Educabilidade universal, a assunção de que todas as crianças e alunos têm capacidade de aprendizagem e de desenvolvimento educativo;
b) Equidade, a garantia de que todas as crianças e alunos têm acesso aos apoios necessários de modo a concretizar o seu potencial de aprendizagem e desenvolvimento;
c) Inclusão, o direito de todas as crianças e alunos ao acesso e participação, de modo pleno e efetivo, aos mesmos contextos educativos;
d) Personalização, o planeamento educativo centrado no aluno, de modo que as medidas sejam decididas casuisticamente de acordo com as suas necessidades, potencialidades, interesses e preferências, através de uma abordagem multinível;
e) Flexibilidade, a gestão flexível do currículo, dos espaços e dos tempos escolares, de modo que a ação educativa nos seus métodos, tempos, instrumentos e atividades possa responder às singularidades de cada um.

O espírito da lei é nobre, no entanto, a realidade do dia-a-dia, mostra que juntar crianças NEE com as demais, sem o mínimo cuidado e preparo é um desrespeito à criança com NEE, tal como o é para as demais crianças. É como querer juntar 2 mundos distintos, com necessidades completamente distintas, no mesmo local.

Integrar não é forçar. Integrar não pode ser um “tudo ao molho e fé em Deus” sem acautelar devidamente as necessidades de ambas as partes, pois não estamos, de modo algum, a garantir a alínea d) do referido artigo.

Voltando ao caso concreto, temos uma sala com 15 crianças, mista (dos 3 aos 6 anos), onde há 2 NEE’s, um deles com necessidades de atenção constantes. Temos na sala uma educadora e uma auxiliar. Por excelentes profissionais que sejam e de boa vontade que disponham, para prestar cuidados aos 2 NEE’s com a especificidade que cada um necessita, descuram 13 outros alunos que não estão a fazer o seu normal percurso de educação pré-escolar, por incapacidade de se chegar a todo o lado.

Após reunião das representantes de pais da turma com o município pedindo uma tarefeira para as referidas crianças, a resposta foi: deixou de existir essa figura (tarefeira) com a transferência de competências e, também não há possibilidade de colocar ninguém, não há verba par mais recursos.

Tal como este caso, quantos casos do mesmo género temos pelas várias escolas e centros escolares do Agrupamento de Escolas de Anadia?

Porque não fazer bom uso daquilo que os outros fazem melhor do que nós e aproveitar o exemplo de outros agrupamentos, como é o caso do Agrupamento de Escolas de Coimbra Sul?

Neste Agrupamento escolheu-se uma escola específica para o acolhimento à criança NEE. São canalizados para esta escola todos os recursos necessários, são criadas atividades próprias, criados apoios próprios para permitir o melhor acompanhamento possível à criança com NEE e também a todas as outras, permitindo aos professores titulares da turma terem o tempo necessário para se dedicar também às crianças sem necessidades educativas. Não será desta forma que se gere eficazmente recursos?

Não precisamos de mais 3 ou 4 pessoas por escola, precisamos de um sistema escolar pensado para receber bem todos os alunos, juntando num mesmo local as valências e pessoas necessárias para as necessidades específicas das nossas crianças.

Por uma educação melhor, por uma gestão mais assertiva!

Todos saímos a ganhar.

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O Centro de Alto Rendimento (CAR) de Anadia – Velódromo Nacional, localizado em Sangalhos, vai ser palco até ao final do corrente ano de várias provas nas modalidades de Ginástica e Ciclismo de Pista.

A primeira competição que o CAR recebe prende-se com a Taça de Portugal de Ginástica Artística, masculinos e femininos, que tem lugar já este sábado, 12 de novembro. As provas decorrem às 14h30 (Taça de Portugal Jovem) e às 18h00 (Taça de Portugal), numa organização da Federação de Ginástica de Portugal, com o apoio do Município de Anadia.

Neste evento estarão presentes o Clube de Ginástica de Almada, Clube de Ginástica de Guimarães, Clube de Ginástica de Oliveira do Bairro, Clube de Ginástica de Torres Novas, Escola de Ginástica de Gaia, Ginásio Clube Português, Lisboa Ginásio Clube, Sport Club do Porto e Villa Desportiva do Ave.

No fim de semana seguinte, 19 e 20 de novembro, o CAR de Anadia será palco do Campeonato Nacional de Conjuntos em Ginástica Artística.

O mês de dezembro é dedicado, essencialmente ao ciclismo de Pista. Assim, nos dias 10 e 11, vai decorrer a prova da Taça de Portugal nas diferentes disciplinas. No fim de semana seguinte, têm lugar dois troféus internacionais de Pista, o Bento Pessoa (dia 17) e o Alves Barbosa (18).

De referir ainda que no próximo ano, 2023, o Velódromo Nacional vai receber novamente o Campeonato Europeu de Ciclismo de Pista em Juniores e Sub 23. O evento internacional terá lugar, entre 11 e 16 de julho.

Por sua vez, a Pista Olímpica de BMX, adjacente ao Velódromo Nacional, será palco, a 2 e 3 de setembro de 2023, das rondas finais da Taça da Europa.

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A Comissão Concelhia do PCP de Anadia demonstra preocupação com dezenas de trabalhadores despedidos na empresa Sanitana, em comunicado emitido ontem, terça-feira.

Parte destes trabalhadores tinham vínculo precário com a empresa, contratados por empresas de trabalho temporário, outros já estavam na empresa há mais de 20 anos, segundo afirmam.

“Das três unidades de produção existentes nesta empresa, uma das unidades, com fornos e de laboração contínua, fica por agora encerrada com o argumento do aumento do preço do gás e eletricidade, alterando também a vida dos trabalhadores que continuam a laborar, com o ajuste de horários, funções e equipas”, pode ler-se.

“Para o PCP a manutenção dos postos de trabalho é essencial, tendo para isso apresentado várias propostas nesse sentido, avançar para tarifas reguladas e preços máximos nos produtos energéticos, como a eletricidade e o gás natural”, concluem.

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O Pavilhão de Desportos de Anadia recebe, no dia 12 de novembro, pelas 21h30, o espetáculo “História da Música”, no âmbito do projeto de programação cultural em rede ” “, que integra os Municípios de Anadia, Oliveira do Bairro e Tábua. A entrada é gratuita.

O evento é protagonizado por atores e músicos de referência no teatro musical nacional, como Rui Drumond, Mafalda Tavares e Luís Pacheco, contando ainda com a participação especial da Escola de Dança do Club de Ancas. “História da Música” vai trazer alguns dos êxitos musicais que marcaram o período de 1920 a 2020, acompanhados de pequenas histórias e de muita interação com o público.

O principal objetivo do projeto “Fora da Caixa” é, através de uma programação cultural consolidada e estruturada em rede, valorizar e sublinhar a importância da multiculturalidade e dos valores patrimoniais e identitários associados a estes territórios, contribuindo para aumentar a sua atratividade e dinamização económica.

O projeto é financiado a 100% por fundos comunitários, através do Programa Operacional Regional Centro 2020, num investimento global de cerca de 300 mil euros.

A entrada é gratuita, devendo os bilhetes de acesso ao espetáculo, até ao máximo de cinco, por pessoa, serem levantados num dos seguintes locais: Biblioteca Municipal de Anadia, Piscinas Municipais de Anadia, Museu do Vinho Bairrada, Posto de Turismo da Curia e Cineteatro Anadia.

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Isaura Ferreira de Jesus

Residente em Tamengos – Com 86 anos

Seu Marido Alberto Rosmaninho dos Santos, Sua Filha Maria Helena Ferreira Rosmaninho dos Santos Salgado e restante família vêm por este meio agradecer todo o apoio que lhes tem sido dirigido neste momento de dor pela sua perda. Prestam ainda agradecimento a todos, que de alguma forma, marcaram presença nas suas cerimónias fúnebres que decorreram no dia 06 de novembro de 2022.

Agência Funerária de Famalicão

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Um ano decorrido após a tomada de posse do Executivo Municipal da Mealhada, António Jorge Franco admite que este primeiro período de mandato foi “um desafio entre executar obra urgente e projetar, programar e pensar o futuro do concelho”.

Demos os primeiros passos para conseguirmos concretizar aquelas que são as linhas orientadoras do nosso programa. Como em tudo na vida, é necessário tempo e paciência para executar o que projetámos e programámos”, explica o presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

Neste primeiro ano de mandado foram diversas as áreas consideradas prioritárias e para as quais desenvolvemos projetos, para atender a necessidades urgentes e fundamentais, nomeadamente: a recuperação de edifícios municipais com graves problemas de utilização, a recuperação do Parque Desportivo, intervenções a nível ambiental e florestal, a nível de saneamento, a recuperação da rede viária (pavimento e sinalização) e da iluminação pública, a recuperação do Parque Escolar, a ampliação das Zonas Industriais e a elaboração de candidaturas para aproveitamento de fundos comunitários.

“Dinamizámos culturalmente os principais espaços culturais e públicos, imprimimos uma nova dinâmica de eventos de forma a dar vida ao espaço público e palco aos agentes locais, criámos regulamentos e procedimentos para que todos os apoios sejam dados com regras bem definidas e contratámos trabalhadores em vários setores para que possam dar respostas céleres e eficazes à população”, sublinha António Jorge Franco.

Do lado das dificuldades, o autarca aponta o aumento exponencial do custo de energia que obriga a reprogramar o calendário definido previamente. “Esta é uma dificuldade, mas vamos continuar a lutar para cumprir com o que nos propusemos fazer, nomeadamente ter um melhor espaço público, melhores estradas, melhores acessibilidades, quer a pé, quer de carro. Conto com uma equipa responsável, dedicada e, sobretudo, determinada em dar resposta aos anseios da população e a reposicionar o concelho da Mealhada na região e no país”, afirma o presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

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MRC Bairrada 26– 23 Caldas RC

Grande jogo o deste Sábado que a Aldeia do Rugby recebeu entre os da casa e a forte equipa do RC Santarém. Jogo de dificuldade elevada que se previa muito físico do inicio ao fim. Começaram melhores os visitantes que através do seu formação com pontaria afinada viria a colocar o RC Santarém na frente castigando uma falta do MRC Bairrada.
A Bairrada foi atrás do jogo e através dos seus avançados foi procurando espaços e penetrações mas só através de penalidades viria a marcar. Num encontro onde esteve sempre atrás no resultado, a Bairrada nunca desistiu e quem se deslocou à Moita, assistiu a 2 médios de formação de pontaria afinada.


Seriam os últimos 20 minutos a ditar o resultado final, onde num ultimo esforço da Bairrada para marcar pontos, conseguiria marcar dois ensaios através do pilar Gonçalo Almeida conseguindo levar o resultado para 23-23 ainda com 5 minutos por jogar.
Com as bancadas repletas de gente a puxar pelos seus, seria uma falta bem perto do final a ditar a penalidade com que a Bairrada marcasse os seus últimos 3 pontos e a atingir a vitória neste encontro.
Parabéns ao RC Santarém pelo grande jogo e notório bom trabalho da sua equipa. Um agradecimento ao árbitro do jogo.
No próximo Sábado a Bairrada desloca-se à Moita do Ribatejo, Campo do Gaio, para a 4ª jornada frente ao Rugby Vila da Moita.

Jogaram pela Bairrada:
Gonçalo Almeida ©, Marco Venâncio, Diogo Pini, Cesar Duarte, Pedro Miguel, David Moura, Dilan Lopes, Pedro Santos, Ruben Ari, João Rocha, Miguel Dias, Luís Dias, Miguel Heleno, João Sousa e Tomás Castro. Entraram durante o jogo Diogo Cruz, Mário Nunes, Nuno Ferreira, Tiago Rocha, Tiago Gonçalves, Henrique Monsanto.
Equipa Técnica: Ruben Ari, Pedro Santos e Miguel Almeida e Cláudio Santos

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O ciclo de “Conferências de Outono” termina, no próximo dia 18 de novembro, com o debate em torno da “Economia circular e a descarbonização” que terá como oradores, o ex-ministro do Ambiente, Carlos Borrego; a jurista e gestora Paula Policarpo; e a engenheira Ana Maria Couras. O debate será moderado por Luís Mira Amaral. À semelhança das restantes conferências, o evento terá lugar no Cineteatro Anadia, a partir das 9h30, com entrada gratuita.

No modelo linear, juntava-se energia, água e matérias primas para produzir dois tipos de produtos: os úteis que consumíamos e os inúteis ligados aos resíduos e à poluição gerada. No modelo da economia da reciclagem, começou-se a ter a preocupação de minimizar a poluição gerada e de reutilizar no processo produtivo uma parcela dos resíduos produzidos ou até dos produtos já usados chegando assim ao conceito de matérias primas secundárias utilizadas no processo produtivo.

No modelo de economia circular puxado pela evolução tecnológica e pelas pressões ambientais tenta-se ir mais longe e aplicar a velha máxima: na natureza nada se desperdiça tudo se transforma e recicla. Este modelo permite extraordinários ganhos de eficiência produtiva, utilizando em pleno as matérias primas secundárias e desacoplando o crescimento económico do consumo intensivo de matérias primas. Com ele surgem novos modelos de negócio para as empresas, novos padrões de consumo e novos conceitos logísticos como a logística inversa, levando os produtos utilizados dos centros de consumo para os centros de produção. É um mundo novo mais lean, mais eficiente, com produtores e consumidores mais conscientes e responsáveis.

A participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória em: https://forms.gle/eWhxFzuw6B4yPz5S6

 

ORADORES:

Carlos Borrego – engenheiro mecânico, professor da Universidade de Aveiro, ex-ministro do Ambiente e Recursos Naturais, ex-diretor do Instituto do Ambiente e Desenvolvimento

Paula Policarpo – jurista e gestora, membro da SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, co-fundadora da Associação DariAcordar, mentora do Movimento Zero Desperdício

Ana Maria Couras – engenheira, vice-presidente do Conselho Geral da CIP – Confederação Empresarial de Portugal

MODERADOR:

Luís Mira Amaral – engenheiro e economista, presidente dos Conselhos da Indústria e Energia da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, ex-ministro da Indústria e Energia, ex-professor de Produção e Transporte de Eletricidade no Instituto Superior Técnico, consultor da FNWAY Consulting

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O Hu’morde-me – Festival de Humor de Oliveira do Bairro regressa ao auditório do Quartel das Artes para a sua 5.ª edição, entre 4 e 12 de novembro, levando ao palco os humoristas Diogo Batáguas, Rodrigo Marques e Hugo van der Ding.

De acordo com Lília Ana Águas, Vereadora da Cultura do Município de Oliveira do Bairro, o festival Hu’morde-me, pelas suas características diferenciadoras, assume-se como um dos principais eventos da nossa programação cultural, que pretendemos que seja contemporânea, diversificada e valorizadora, ao nível do panorama artístico nacional e internacional”.

O festival começou no dia 4 de novembro, com a exibição do filme “Curral de Moinas: Os banqueiros do povo”, com João Paulo Rodrigues e Pedro Alves, no papel das conhecidas e cómicas personagens de Quim Roscas e Zeca Estancionâncio. Com realização de Gonçalo Galvão Teles, “Curral de Moinas” chegou ao quinto lugar no top dos filmes portugueses mais vistos de sempre, após ultrapassar “Filme da Treta” (2006) e “Variações” (2019).

No dia seguinte, 5 de novembro, Hugo van der Ding subiu ao palco do Quartel das Artes com Ana Markl e Tiago Ribeiro, para apresentarem ao vivo a rubrica da Antena 3 “Vamos Todos Morrer”. Em palco, os três animadores “exumar a biografia de três cadáveres com vidas incríveis”, acompanhados pelos convidados especiais, Lena d’Água e o Noiserv, que prometem “animar o velório”.

No dia 11, sexta-feira, é a vez do humorista brasileiro Rodrigo Marques apresentar-se em Oliveira do Bairro, “sem limites e censuras e com textos totalmente inéditos”. Após a estreia, em 2021, do seu especial de comédia “Inimigo do Nível”, na plataforma Netflix, Rodrigo Marques regressa aos palcos com o seu novo espetáculo, “Paz de Darwin”, onde fala sobre o preconceito que sofreu por ser ateu e sobre o processo de desconstrução quanto à monogamia.

A edição 2022 do Hu’morde-me encerra no dia 12 de novembro com um espetáculo de stand-up comedy “Processo”, de Diogo Batáguas. O comediante, que conta com dezenas de milhares de seguidores nas suas redes sociais e canal de YouTube, vê-se “envolvido em diversos processos judiciais” e procura, neste monólogo humorístico, “a sua defesa e mostra o seu ponto de vista sobre a situação em que se viu enredado”.

O preço dos bilhetes para os espetáculos do Festival Hu’morde-me varia entre os 3€ e os 15€, podendo ser adquiridos na receção do Quartel das Artes, em Oliveira do Bairro, ou através do site bit.ly/TicketlineQA, pesquisando pelo nome do evento. De referir que todos os espetáculos têm início marcado para as 22h00.

Recorde-se que nas edições anteriores do festival, entre 2018 (ano da sua estreia) e 2021, passaram nomes como Bruno Nogueira, Herman José, Eduardo Madeira, Fernando Alvim, Nuno Markl, Vasco Palmeirim, Salvador Martinha, Fernando Rocha, António Raminhos, Ana Garcia Martins (A Pipoca Mais Doce) e David Cristina, Dário Guerreiro, Luana do Bem, entre outros.

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